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terça-feira, 14 de junho de 2011

Revelações - Chico Xavier

GRANDES REVELAÇÕES DE CHICO XAVIER/ SOBRE O DESTINO DA TERRA /PODEREMOS DAR UM SALTO EM 2019,COM INTERAÇÃO E AJUDA INTERPLANETARIA/OU TER UM ATRASO DE 1000 ANOS,SÓ DEPENDE DE NÓS, IMPERDIVEL,
VAMOS FAZER NOSSA PARTE.

Início da mensagem encaminhada:

> O prestigiado jornal Folha Espírita de maio/11 traz uma revelação feita em
1986, pelo médium Francisco Cândido Xavier a Geraldo Lemos Neto, fundador da
Casa de Chico Xavier de Pedro Leopoldo (MG) e da Vinha de Luz Editora, de Belo
Horizonte/MG, sobre o futuro reservado ao planeta Terra e a todos os seus
habitantes nos próximos anos. Marlene Nobre pelo FE, entrevista Lemos Neto, que
disse carregar este fardo há muito tempo (25 anos), cumprindo agora o dever de
revelá-lo em sua completude. Diz que, em 1986, quando dessa conversa com o
Chico, sentiu que sua mente estava recebendo um tratamento mnemônico diferente
para que não viesse a esquecer aquelas palavras proféticas, e que seria chamado
a testemunhá-las no momento oportuno, que chegou.
> Conhecendo a seriedade dos confrades Marlene Nobre e Geraldo Lemos Neto, sendo
que o profeta em questão é nada menos que Chico Xavier, e tendo em vista o teor
das considerações a respeito, reputo da mais alta importância a divulgação dessa
revelação apocalíptica. É a razão pela qual estou encaminhando esse e-mail a
tantos companheiros.
>
> Copiei as partes principais da longa entrevista, mantendo o texto fiel ao que
consta do jornal em sua maior parte, sem me ater em pormenores de forma para não
estender demais essas palavras. Os grifos no texto são meus. A íntegra pode ser
lida no exemplar nº 439, ano XXXV, de maio de 2011 do jornal Folha Espírita.
>
> Entendo ser um momento de muita reflexão de todo o movimento espírita e, acima
de tudo, de muita prece, com muito otimismo, positivismo e serenidade,
enfatizando-se a necessidade de um maior esforço individual e coletivo de
renovação. Os jornais espíritas em geral deveriam encartar em seu corpo o
referido exemplar do FE, ou pedir autorização para transcrever a matéria em
questão, visando dar a mais ampla divulgação.
>
>
> Fraternalmente.
>
>
> Paulo Marinho ­ CEAE-Genebra
>
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> .x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.x.
>
>
>
> (...) Assim, tive a felicidade de conviver na intimidade com Chico Xavier,
dialogando com ele vezes sem conta, madrugada a dentro, sobre variados assuntos
de nossos interesses comuns, notadamente sobre esclarecimentos palpitantes
acerca da Doutrina dos Espíritos e do Evangelho de Jesus.
>
> Um desses temas foi em relação ao Apocalipse, do Novo Testamento. (...) Desde
então, Chico tinha sempre uma ou outra palavra esclarecedora sobre o assunto.
Numa dessas conversas, lembrando o livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do
Evangelho, pelo espírito Humberto de Campos, Lemos Neto externou ao Chico sua
dúvida quanto ao título do livro, uma vez que ainda naquela ocasião, em meados
da década de 80, o Brasil vivia às voltas com a hiperinflação, a miséria, a
fome, as grandes disparidades sociais, o descontrole político e econômico, sem
falar nos escândalos de corrupção e no atraso cultural.
>
> Lembro-me, como hoje, a expressão surpresa do Chico me respondendo: ³Ora,
Geraldinho, você está querendo privilégios para a Pátria do Evangelho, quando o
fundador do Evangelho, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, viveu na pobreza,
cercado de doentes e necessitados de toda ordem, experimentou toda a sorte de
vicissitudes e perseguições para ser supliciado quase abandonado pelos seus
amigos mais próximos e morrer crucificado entre dois ladrões? Não nos esqueçamos
de que o fundador do Evangelho atravessou toda sorte de provações, padeceu o
martírio da cruz, mas depois ele largou a cruz e ressuscitou para a Vida
Imortal! Isso deve servir de roteiro para a Pátria do Evangelho. Um dia
haveremos de ressuscitar das cinzas de nosso próprio sacrifício para demonstrar
ao mundo inteiro a imortalidade gloriosa!²
>
> Na sequência da nossa conversa, perguntei ao Chico o que ele queria exatamente
dizer a respeito do sacrifício do Brasil. Estaria ele a prever o futuro de nossa
nação e do mundo? Chico pensou um pouco, como se estivesse vislumbrando cenas
distantes e, depois de algum tempo, retornou para dizer-nos: ³Você se lembra,
Geraldinho, do livro de Emmanuel A Caminho da Luz? Nas páginas finais da
narrativa de nosso benfeitor, no capítulo XXIV, cujo título é O Espiritismo e as
Grandes Transições, Emmanuel afirmara que os espíritos abnegados e esclarecidos
falavam de uma nova reunião da comunidade das potências angélicas do Sistema
Solar, da qual é Jesus um dos membros divinos, e que a sociedade celeste se
reuniria pela terceira vez na atmosfera terrestre, desde que o Cristo recebeu a
sagrada missão de redimir a nossa humanidade, para, enfim, decidir novamente
sobre os destinos do nosso mundo.
>
> Pois então, Emmanuel escreveu isso nos idos de 1938 e estou informado que essa
reunião de fato já ocorreu. Ela se deu quando o homem finalmente ingressou na
comunidade planetária, deixando o solo do mundo terrestre para pisar pela
primeira vez o solo lunar. O homem, por seu próprio esforço, conquistou o
direito e a possibilidade de viajar até a Lua, fato que se materializou em 20 de
julho de 1969. Naquela ocasião, o Governador Espiritual da Terra, que é Nosso
Senhor Jesus Cristo, ouvindo o apelo de outros seres angelicais de nosso Sistema
Solar, convocara uma reunião destinada a deliberar sobre o futuro de nosso
planeta. O que posso lhe dizer, Geraldinho, é que depois de muitos diálogos e
debates entre eles foram dadas diversas sugestões e, ao final do celeste
conclave, a bondade de Jesus decidiu conceder uma última chance à comunidade
terráquea, uma última moratória para a atual civilização no planeta Terra. Todas
as injunções cármicas previstas para acontecerem ao final do século XX foram
então suspensas, pela Misericórdia dos Céus, para que o nosso mundo tivesse uma
última chance de progresso moral.
>
> O curioso é que nós vamos reconhecer nos Evangelhos e no Apocalipse exatamente
este período atual, em que estamos vivendo, como a undécima hora ou a hora
derradeira, ou mesmo a chamada última hora².
>
> Extremamente curioso com o desenrolar do relato de Chico Xavier, perguntei-lhe
sobre qual fora então as deliberações de Jesus, e ele me respondeu: ³Nosso
Senhor deliberou conceder uma moratória de 50 anos à sociedade terrena, a
iniciar-se em 20 de julho de 1969, e, portanto, a findar-se em julho de 2019.
Ordenou Jesus, então, que seus emissários celestes se empenhassem mais
diretamente na manutenção da paz entre os povos e as nações terrestres, com a
finalidade de colaborar para que nós ingressássemos mais rapidamente na
comunidade planetária do Sistema Solar, como um mundo mais regenerado, ao final
desse período.
>
> Algumas potências angélicas de outros orbes de nosso Sistema Solar recearam a
dilação do prazo extra, e foi então que Jesus, em sua sabedoria, resolveu
estabelecer uma condição para os homens e as nações da vanguarda terrestre.
Segundo a imposição do Cristo, as nações mais desenvolvidas e responsáveis da
Terra deveriam aprender a se suportarem umas às outras, respeitando as
diferenças entre si, abstendo-se de se lançarem a uma guerra de extermínio
nuclear. A face da Terra deveria evitar a todo custo a chamada III Guerra
Mundial. Segundo a deliberação do Cristo, se e somente se as nações terrenas,
durante este período de 50 anos, aprendessem a arte do bem convívio e da
fraternidade, evitando uma guerra de destruição nuclear, o mundo terrestre
estaria enfim admitido na comunidade planetária do Sistema Solar como um mundo
em regeneração. Nenhum de nós pode prever, Geraldinho, os avanços que se darão a
partir dessa data de julho de 2019, se apenas soubermos defender a paz entre
nossas nações mais desenvolvidas e cultas!²
>
> Perguntei, então ao Chico a que avanços ele se referia e ele me respondeu:
³Nós alcançaremos a solução para todos os problemas de ordem social, como a
solução para a pobreza e a fome que estarão extintas; teremos a descoberta da
cura de todas as doenças do corpo físico pela manipulação genética nos avanços
da Medicina; o homem terrestre terá amplo e total acesso à informação e à
cultura, que se fará mais generalizada; também os nossos irmãos de outros
planetas mais evoluídos terão a permissão expressa de Jesus para se nos
apresentarem abertamente, colaborando conosco e oferecendo-nos tecnologias
novas, até então inimagináveis ao nosso atual estágio de desenvolvimento
científico; haveremos de fabricar aparelhos que nos facilitarão o contato com as
esferas desencarnadas, possibilitando a nossa saudosa conversa com os entes
queridos que já partiram para o além-túmulo; enfim estaríamos diante de um mundo
novo, uma nova Terra, uma gloriosa fase de espiritualização e beleza para os
destinos de nosso planeta.²
>
> Então perguntei a ele: Chico, até agora você tem me falado apenas da melhor
hipótese, que é esta em que a humanidade terrestre permaneceria em paz até o fim
daquele período de 50 anos. Mas, e se acontecer o caso das nações terrestres se
lançarem a uma guerra nuclear? ³Ah! Geraldinho, caso a humanidade encarnada
decida seguir o infeliz caminho da III Guerra Mundial, uma guerra nuclear de
consequências imprevisíveis e desastrosas, aí então a própria mãe Terra, sob os
auspícios da Vida Maior, reagirá com violência imprevista pelos nossos homens de
ciência. O homem começaria a III Guerra, mas quem iria terminá-la seriam as
forças telúricas da natureza, da própria Terra cansada dos desmandos humanos, e
seríamos defrontados então com terremotos gigantescos; maremotos e ondas
(tsunamis) consequentes; veríamos a explosão de vulcões há muito tempo extintos;
enfrentaríamos degelos arrasadores que avassalariam os pólos do globo com
trágicos resultados para as zonas costeiras, devido à elevação dos mares; e,
neste caso, as cinzas vulcânicas associadas às irradiações nucleares nefastas
acabariam por tornar totalmente inabitável todo o Hemisfério Norte de nosso
globo terrestre.²
>
> Segundo o médium, ³em todas as duas situações, o Brasil cumprirá o seu papel
no grande processo de espiritualização planetária. Na melhor das hipóteses,
nossa nação crescerá em importância sociocultural, política e econômica perante
a comunidade das nações. Não só seremos o celeiro alimentício e de
matérias-primas para o mundo, como também a grande fonte energética com o
descobrimento de enormes reservas petrolíferas que farão da Petrobras uma das
maiores empresas do mundo².
>
> E prosseguiu Chico: ³O Brasil crescerá a passos largos e ocupará importante
papel no cenário global, e isso terá como consequência a elevação da cultura
brasileira ao cenário internacional e, a reboque, os livros do Espiritismo
Cristão, que aqui tiveram solo fértil no seu desenvolvimento, atingirão o
interesse das outras nações também. Agora, caso ocorra a pior hipótese, com o
Hemisfério Norte do planeta tornando-se inabitável, grandes fluxos migratórios
se formariam então para o Hemisfério Sul, onde se se situa o Brasil, que então
seria chamado mais diretamente a desempenhar o seu papel de Pátria do Evangelho,
exemplificando o amor e a renúncia, o perdão e a compreensão espiritual perante
os povos migrantes.
>
> A Nova Era da Terra, neste caso, demoraria mais tempo para chegar com todo seu
esplendor de conquistas científicas e orais, porque seria necessário mais um
longo período de reconstrução de nossas nações e sociedades, forçadas a se
reorganizarem em seus fundamentos mais básicos.²
>
> Pergunta Marlene Nobre pela Folha Espírita - Segundo Chico Xavier, esses
fluxos migratórios seriam pacíficos? Geraldo - Infelizmente não. Segundo Chico
me revelou, o que restasse da ONU acabaria por decidir a invasão das nações do
Hemisfério Sul, incluindo-se aí obviamente o Brasil e o restante da América do
Sul, a Austrália e o sul da África, a fim de que nossas nações fossem ocupadas
militarmente e divididas entre os sobreviventes do holocausto no Hemisfério
Norte. Aí é que nós, brasileiros, iríamos ser chamados a exemplificar a
verdadeira fraternidade cristã, entendendo que nossos irmãos do Norte, embora
invasores a ³mano militare², não deixariam de estar sobrecarregados e aflitos
com as consequências nefastas da guerra e das hecatombes telúricas, e, portanto,
ainda assim, devendo ser considerados nossos irmãos do caminho, necessitados de
apoio e arrimo, compreensão e amor.
>
> Neste ponto da conversa, Chico fez uma pausa na narrativa e completou: ³Nosso
Brasil como o conhecemos hoje será então desfigurado e dividido em quatro nações
distintas. Somente uma quarta parte de nosso território permanecerá conosco e
aos brasileiros restarão apenas os Estados do Sudeste somados a Goias e ao
Distrito Federal. Os norte-americanos, canadenses e mexicanos ocuparão os
Estados da Região Norte do País, em sintonia com a Colômbia e a Venezuela. Os
europeus virão ocupar os Estados da Região Sul do Brasil unindo-os ao Uruguai, à
Argentina e ao Chile. Os asiáticos, notadamente chineses, japoneses e coreanos,
virão ocupar o nosso Centro-Oeste, em conexão com o Paraguai, a Bolívia e o
Peru. E, por fim, os Estados do Nordeste brasileiro serão ocupados pelos russos
e povos eslavos. Nós não podemos nos esquecer de que todo esse intrincado
processo tem a sua ascendência espiritual e somos forçados a reconhecer que
temos muito que aprender com os povos invasores.
>
> Vejamos, por exemplo: os norte-americanos podem nos ensinar o respeito às
leis, o amor ao direito, à ciência e ao trabalho. Os europeus, de uma forma
geral, poderão nos trazer o amor à filosofia, à música erudita, à educação, à
história e à cultura. Os asiáticos poderão incorporar à nossa gente suas mais
altas noções de respeito ao dever, à disciplina, à honra, aos anciãos e às
tradições milenares. E, então, por fim, nós brasileiros, ofertaremos a eles,
nossos irmãos na carne, os mais altos valores de espiritualidade que, mercê de
Deus, entesouramos no coração fraterno e amigo de nossa gente simples e humilde,
essa gente boa que reencarnou na grande nação brasileira para dar cumprimento
aos desígnios de Deus e demonstrar a todos os povos do planeta a fé na Vida
Superior, testemunhando a continuidade da vida além-túmulo e o exercício sereno
e nobre da mediunidade com Jesus².
>
> FE: O Brasil, embora sofrendo o impacto moral dessa ocupação estrangeira,
estaria imune aos movimentos telúricos da Terra? Geraldinho ­ Infelizmente, não.
Segundo Chico Xavier, o Brasil não terá privilégios e sofrerá também os efeitos
de terremotos e tsunamis, notadamente nas zonas costeiras. Acontece que de
acordo com o médium, o impacto por aqui será bem menor se comparado com o que
sobrevirá no Hemisfério Norte do planeta.
>
> FE - Você também crê que a ida do homem à Lua, em julho de 1969, tenha
precipitado de certa forma a preocupação com as conquistas científicas dos
humanos, que poderiam colocar em risco o equilíbrio do Sistema Solar?
>
> Geraldinho ­ sim, creio que a revelação de Chico Xavier a respeito traz, nas
entrelinhas, essa preocupação celeste quanto às possíveis interferências dos
humanos terráqueos nos destinos do equilíbrio planetário em nosso Sistema Solar.
Pelo que Chico Xavier falou, alguns dos seres angélicos de outros orbes
planetários não estariam dispostos a nos dar mais este prazo de 50 anos, que
vencerá daqui a apenas oito anos, temerosos talvez de nossas nefastas e
perniciosas influências. Essa última hora bem que poderia ser por nós
considerada como a última bênção misericordiosa de Jesus Cristo em nosso favor,
uma vez que, pela explicação de Chico Xavier, foi ele, Nosso Senhor, quem
advogou em favor de nossa causa, ainda mais uma vez.
>
> Outra decisão dos benfeitores espirituais da Vida Maior foi a que determinou que, após o alvorecer do ano 2000 da Era Cristã, os espíritos empedernidos no mal e na ignorância não mais receberiam a permissão para reencarnar na face da Terra. Reencarnar aqui, a partir dessa data equivaleria a um valioso prêmio justo, destinado apenas aos espíritos mais fortes e preparados, que souberam amealhar, no transcurso de múltiplas reencarnações, conquistas espirituais relevantes como a mansidão, a brandura, o amor à paz e à concórdia fraternal entre povos e nações. Insere-se dentro dessa programação de ordem superior a própria reencarnação do mentor espiritual de Chico Xavier, o espírito Emmanuel, que, de fato, veio a renascer, segundo Chico informou a variados amigos mais próximos, exatamente no ano 2000. Certamente, Emmanuel, reencarnado aqui no coração do Brasil, haverá de desempenhar significativo papel na evolução espiritual de nosso orbe.
Todos os demais espíritos, recalcitrantes no mal, seriam então, a partir de 2000, encaminhados forçosamente à reencarnação em mundos mais atrasados, de expiações e de provas aspérrimas, ou mesmo em mundos primitivos, vivenciando ainda o estágio do homem das cavernas, para poderem purgar os seus desmandos e a sua insubmissão aos desígnios superiores. Chico Xavier tinha conhecimento desses mundos para onde os espíritos renitentes estariam sendo degredados. Segundo ele, o maior desses planetas se chamaria Kírom ou Quírom.
É a nossa última chance, é a última hora... Não há mais tempo para o materialismo. Não há mais tempo para ilusões ou enganos imediatistas. Ou seguiremos com a Luz que efetivamente buscarmos, ou nos afundaremos nas
sombras de nossa própria ignorância. Que será de nós? A resposta está em nosso livre-arbítrio, individual e coletivo. É A nossa escolha de hoje que vai gerar o nosso destino. Poderemos optar pelo melhor caminho, o da fraternidade, da sabedoria e do amor, e a regeneração chegará para nós de forma brilhante a partir de 2019; ou poderemos simplesmente escolher o caminho do sofrimento e da dor e, neste caso infeliz, teremos um longo período de reconstrução que poderá durar mais de mil anos, segundo Chico Xavier. Entretanto, sejamos otimistas. Lembremo-nos que deste período de 50 anos já se passaram 42 anos em que as nações mais desenvolvidas e responsáveis do planeta conseguiram se suportar umas às outras sem se lançarem a uma guerra de extermínio nuclear. Essa era a pré-condição imposta por Jesus.
Não estamos entregues à fatalidade nem predeterminados ao sofrimento. Estamos diante de uma encruzilhada do destino coletivo que nos une à nossa casa planetária, aqui na Terra. Temos diante de nós dois caminhos a seguir. O caminho do amor e da sabedoria nos levará a mais rápida ascensão espiritual coletiva. O caminho do ódio e da ignorância acarretar-nos-á mais amplo dispêndio de séculos na reconstrução material e espiritual de nossas coletividades. Tudo virá de acordo com nossas escolhas de agora, individuais e coletivas. Oremos muito.
O próprio Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas. São na realidade um grande aviso espiritual para que nos melhoremos e afastemos de nós a hipótese do pior caminho.