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terça-feira, 7 de junho de 2011

QUEM SOU, DE ONDE VIM, POR QUE ESTOU AQUÍ ?

ABAIXO, PUBLICO TEXTO ENVIADO POR NOSSO AMIGO SERGIO RICARDO.
EXCELENTE REFLEXÃO ...





Quem sou, de onde eu vim? Por que estou aqui, e quem é o meu Criador?
Quando eu termino então e qual é minha missão, e a razão deste viver?


Leva-se muito tempo para “aceitar” a morte. Toda uma vida para não compreendê-la. E qual a melhor opção ou única, se não a de conhecer e entender o que se passa?
A morte como um fim, nada significa. Por isso prefiro falar dela como apenas a saída do espírito do mundo material para o espiritual. De tudo o que acontece nesta fase do que chamamos vida, o que mais nos assusta certamente é a morte. Mas, ao invés de buscarmos o entendimento e a compreensão diante da única certeza que temos ao nascer, revidamos com todas as forças falar ou pensar sobre o assunto. Não reconhecemos assim, nossa pequeneza diante do legado de Deus. Legado este com um fim único: a felicidade de cada um de nós!
E assim temos vivido o dia-a-dia dando mais importância ao que se acaba do que ao que ficará, em nossa alma. Ora, nada que perece é real. Tudo neste ciclo corpóreo e material tem sua predestinação no “fim”, ou melhor, na transformação. Lembro-me aqui da famosa história da lagarta que se transforma em admirável ser alado, agora livre para voar.
Teu corpo é concreto, mas não é real. Isso é uma teoria científica, acredite. Não há nada neste mundo material além de átomos, espaço entre prótons, nêutrons e elétrons. Energia! O que você sente como tocar é puramente força de repulsão magnética e não o tato como o compreendemos de fato. Se permitam conhecer!
Seu corpo é perecível e não perene. É a partir dele que se inicia a caminhada para a verdadeira felicidade e paz. Ele nada mais é do que um instrumento e apenas por meio dele chegará ao seu Centro, ao seu verdadeiro lugar. Com ele entrarás em contato com seus sentimentos e deverá perceber o mundo tal como ele é, um mundo de experiências apenas, passageiras na carne e eternas no espírito.
Este corpo que por hora habitamos nada mais significa que uma manifestação temporária do nosso espírito. E quanto a isso, o que podemos mudar? Nada! Não há meios possíveis de burlar a morte, mas há sim meios diversos de compreendê-la por meio do conhecimento. A luz do conhecimento nos traz Paz, porque assim sabemos o que virá e será, e não apenas achamos e tememos.
Este corpo não é meu, este corpo não é seu. E por isso temos que devolvê-lo a quem pertence. Este maravilhoso e precioso instrumento que serviu para manifestar as vontades de nosso espírito agora retorna à sua “progenitora” Mãe Terra, à natureza. E nós, como espíritos imortais que somos voltamos também ao nosso Criador, Deus nosso Pai. “O que é nascido da carne é carne e o que é nascido do espírito é espírito” (João 3:6).
A matéria se transforma, não se acaba. O que deixa de ser algo aqui passa a formar outra coisa ali. A famosa frase de Lavoisier: na vida nada se perde, nada se cria; tudo se transforma! Se a matéria se transforma, mudando apenas a sua forma, o espírito por outro lado se enriquece, transborda em aprendizado e conhecimento, respondendo aos anseios de evolução e felicidade.
A Luz do conhecimento faz clarear e então tudo toma o seu devido lugar. Não há outra maneira de nos libertar do medo, da ansiedade, do desespero do desconhecimento. Pense, medite, busque respostas e não se limite. Expanda seus conhecimentos, sua consciência. Não deixe para lidar com a morte na hora em que ela se processa, pois lá, já será tarde demais. Seu espírito, em meio à dor e sofrimento devido ao “não entendimento” encontra-se atordoado e perturbado demais para que você tenha forças ainda para lidar com tantas dúvidas e medos! Cuide de você, do seu corpo emocional, enquanto é tempo!
Existem leis eternas, perfeitas e imutáveis que regem todos os planos e também nossa vida, nossa existência na carne. Podemos buscar compreendê-las e viver em Paz ou então refutá-las e viver com as dúvidas e no medo. Podemos viver com serenidade que nos liga à Luz de Nosso Pai Criador não apenas compreendendo seus desígnios, mas vivenciando as experiências com abnegação e alegria.
Apenas você pode se guiar para a liberdade. Liberdade da ilusão limitadora que traz dor e sofrimento quando nos deparamos com a morte do corpo. Ilusão porque é passageira, porque é perecível e logo se desfaz. Ilusão que se finda pelo simples ato do saber e conhecer. Apenas o que é eterno é real. Não lamentemos por uma ilusão que se desfaz, a ilusão da carne, diante da realidade
espiritual universal e eterna. Não troquemos os valores! Não fechemos os olhos em atitude de cegueira diante da maior prova que nosso Pai Criador nos dá da vida eterna e espiritual.
Então, por que não pensar na morte? Por que tanta dor e sofrimento na partida de um ente amado? Como acreditar e confiar em Deus, mas sentir tanto desconforto ao deixar a pessoa amada voltar “aos braços do Pai Criador”? Percebes a grande contradição em que nos encontramos?
Não pecamos por errar, mas erramos por não nos permitir buscar e conhecer, entender o que está além da nossa compreensão pelo simples fato de ter medo ou mesmo preconceito. O seu medo te cegou! E este medo de apenas conhecer ou buscar respostas te mantém limitado e inconsciente. Amedrontado! O medo não deve ser nada além de uma voz prudente dentro de nós.
No entanto o medo tem sido o grande problema. Medo de perder o que possuis, medo de não conseguir realizar o que planejas ou de expressar os seus sentimentos. Medo de que te interpretem mal ou te discriminem. Medo de buscar o entendimento diante da morte! Assim, envolve-se numa realidade puramente criada pelo seu próprio poder mental, sua mente! Guiada, é claro, pelo desconhecimento e medo.
Devemos quebrar nossos vínculos de apego às coisas perecíveis da vida. Apego a coisas que não seguirão conosco para o mundo espiritual. Por coisas digo tudo, inclusive este corpo carnal que estás a habitar por hora. Este é o primeiro e talvez maior passo e o conhecimento aqui, te ajudará muito a entender que devemos sim desfrutar de tudo, inclusive dos bens materiais, mas com consciência, com responsabilidade e acima de tudo com desapego. Isso significa: aceitar quando vier, e deixar ir quando chegar a hora. Essa é a base do Amor verdadeiro e puro: liberdade, saber desfrutar, deixar vir e deixar ir. Se for preciso limpe-se dos seus apegos materiais e sentimentais e veja o seu interior. Ame a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a Si mesmo! Falo do Amor verdadeiro, Amor que liberta.
Liberte-se ainda dessas invisíveis mãos do seu ego que te seguram e te retardam. Envolva-se na força e na coragem que lhe trarão a liberdade. Limpe tudo aquilo no seu interior que não te serve mais e coloque cada coisa em seu lugar. Primeiro o que há de mais importante: o conhecimento interior, o espírito, a vida, a família, os amigos; depois o trabalho, o estudo, o emprego e toda a vida material. Nutra-se do Amor e equilibre-se na força do seu conhecimento. Seja livre! Busque a sua libertação. Não tentes mudar o que está fora de ti, mude apenas o que a ti pertence: sua forma de encarar a vida e a morte! A morte que apenas antecede a Vida!
Deus, teu Pai Criador não te exige ou te ordena nada. Não deixe que irmãos que igualmente buscam Deus e a Consciência queiram dirigir sua vida. Uma coisa é indicar um caminho. Outra, bem diferente, é te obrigar a seguí-lo. Ora, se é tão bom assim para nós, certamente não precisaríamos ser obrigados por ninguém. A escolha e a responsabilidade serão inteiramente suas. Ajuda sempre é bem vinda, mas doutrinas sectaristas e cristalizadas devem ficar no passado. Falo aqui das religiões ou filosofias quaisquer que sejam, que nada refletem dos ensinamentos de Jesus, que mais forçam do que fortalecem, que mais prendem do que libertam!
Você é o único dono de sua verdade. Você é o único senhor absoluto das suas vontades e pensamentos porque tens o livre arbítrio dado por Deus. Por isso mesmo é também o único cem por cento responsável por tudo o que te acontece. Assim, é responsável pela medida de dor e de sofrimento, de alegria ou felicidade em sua vida. Mas precisa ter consciência, precisa buscar o conhecimento.
Devemos nos libertar de lamentar o passado e encontrar nele desculpa pela falta de vontade para crescer; de tentar controlar o futuro, o que jamais conseguiremos; de responsabilizar as pessoas que nos rodeiam pelas nossas fraquezas; de trocar o auto-apoio pelo reconhecimento e apoio do meio em que vivemos; de ter razão em tudo o que pensamos ou ter piedade pelo que sentimos além de buscar aprovação integral em tudo e de todos. Não devemos abrir mão da própria vida em nome do falso amor e de paixões. Se entendemos mal a regra máxima: amar ao próximo como a si mesmo, esquecendo-nos de amar a nós mesmos, por tudo isso sofreremos!
Se não temos um mínimo de coragem para estar com nossos próprios sentimentos agradáveis ou não, ou um mínimo de humildade para nos perdoar por nossas imperfeições; se não sabemos pedir ajuda e aprender com os que sabem mais do que nós; se preferimos o falso sonho e viver ignorando que a vida é feita de altos e baixos devido a nossa ignorância; se achamos que pelo nosso desespero as coisas vão acontecer magicamente; se usamos a imperfeição do mundo para
justificar nossas próprias imperfeições; se preferimos proteção à nossa própria liberdade; se interiorizamos desejos torturadores e venenos do preconceito e discriminações religiosas e sociais; e se pensas ainda que podemos controlar qualquer coisa que está fora de nós; então sofreremos!
Se fechamos os nossos ouvidos e nossa alma ao chamado de retorno; se não queremos ver a luz que emana do conhecimento, ponto seguro de equilíbrio; se não aceitamos a nossa vocação de viajante quando encarnado. Se não descobrimos que a verdadeira liberdade e autêntica segurança são interiores; se preferimos fechar os olhos para a certeza da imortalidade, para a infinidade do aqui e agora; se nos falta capacidade para nos ver como alguém que merece de nossa própria parte os melhores cuidados e maiores ternuras; então, ainda sofreremos!
Se não nos tratamos como sendo a semente do próprio Deus; se achamos que é amor o apego que cultivamos pelos parentes, amigos e relacionamentos. Se alimentamos a vergonha de nos enternecer diante dos milagres da natureza, da beleza de uma singela flor ou ao nascer do sol; e se pela lamentação recusamos a vida como dádiva e graça. Então merecemos toda a compreensão, mas nenhum apoio para manter essas posturas!
Saiba, ainda, de algo muito importante e escute com o coração o que agora digo: Tu és o único responsável por todos esses sentimentos. A vida lhe foi dada de graça e existe em ti a cura para todos os males. Se, no entanto preferes a autocomiseração ao invés de mobilizares as suas energias interiores ou ainda se preferes sonhar com um mundo perfeito ao invés de movimentar energias para concretizá-lo, primeiramente, dentro de ti, então permanecerás em sofrimento!
Mas se apesar de todo o sono queres despertar, se apesar de todo o cansaço queres caminhar e apesar de todo o medo queres tentar; se apesar de toda a acomodação e descrença queres mudar e confiar, pondere: a raiz de todas as suas dificuldades são teus pensamentos que vagueiam sem rumo, sem conhecimento e sem direção, distanciando-te do teu próprio coração. Busque, conheça e compreendas, sem pré-conceitos, sem limitações. Vá e conheça tudo o que puder, em todas as religiões se necessário, sem culpas e discriminações, lembrando ainda que a maior viagem deve ser sempre a do templo interior. Busque sua harmonia íntima, aquela que vem do interior, intocável por qualquer coisa exterior.
Sabe-se que as religiões não são A Verdade, mas apenas representam caminhos até ela. Quebre os seus preconceitos, pois a “verdade” está em todo lugar e certamente você encontrará um onde seu espírito se realizará na compreensão. Leia sobre, visite e freqüente as casas, centros e igrejas. Tenha sempre em mente que o maior templo de Deus é você. Isso é importante e vital para o conhecimento. A todo momento busque principalmente dentro de ti. Eleve sua consciência a Deus, e viva isso! Não ponha em homens a tua fé.
Neste processo o único a perder será o que se recusa a ouvir o que o outro tem a dizer. Por isso afirmo: não julguem, mas se o fizerem, julguem os atos e não as religiões! Reconhece-se a árvore pelo fruto, disse-nos Jesus! Mais vale ficar em casa e reverberar as energias do ócio do que ir a um “templo de Deus” para estimular energias negativas. Não critiques, conheça e respeite. Ilumine-se!
Deus não nos condena por buscar. Quando buscamos no intuito do entendimento, desarmados de nosso orgulho e preconceito, nos aproximamos de Deus, porque conseguimos enxergar no outro a essência divina. De outro modo, se preferirmos criticar sem antes conhecer perdemos uma grande oportunidade de crescimento e entendimento.
Apenas a verdade dissipa a dor e nossos medos apenas nos cegam e limitam. O medo deve ser uma voz prudente dentro de nós e deve estar a serviço da vida. Mas não o medo que nos paralisa, que paralisa a vida e o crescimento do ser. Este devemos encará-lo de frente, com força e valentia. Não podemos fugir de algo que está arraigado em nós, como o medo. Mas podemos acessar a força de nossa mente unido ao nosso espírito que respondem ao chamado do nosso coração, nosso desejo e nossa fé. E é assim que, para desenvolver as habilidades para superar esse medo devemos buscar o conhecimento, o saber lidar!
Então começamos a entender que a morte é puramente simbólica. É apenas para nos despertar para o mundo espiritual. É tão simples recriar um caminho de harmonia dentro de nós porque não dependemos de nada além de nossa própria vontade. Vontade de conhecer, de buscar, de
crescer e se conscientizar. Orgulho, preconceito e discriminação são agonias! Recusar-se aos ensinamentos de toda e qualquer doutrina “religiosa ou filosófica” é comprazer-se na escuridão. Se queremos internamente crescer temos que aceitar que unir à Deus é morrer. Morrer é renascer para a Vida real. Não fomos criados e educados nestes princípios, mas o alcançamos e agora é a hora de entendermos.
“É preciso conhecer e reparar na impertinência da desesperança diante da morte que te faz duvidar dos desígnios do próprio Criador.” Abramos mão de nossa arrogância. Se o que sabes e o modo como ages até hoje tem feito você sofrer seja humilde, reconheça e busque mudar. Se sentes dor e sofres que ao menos tenhas consciência do aprendizado no amor, curando-se e resgatando este Amor guardado em tua essência, divina como é, à semelhança do nosso Deus Criador. O presente é um presente do aprendizado. Perceba que além das defesas e dos medos antigos, sempre há o aprendizado que parte da superação do medo sem propósito até alcançar o confiar.
A morte é a aliança entre o homem e o Pai, entre a matéria e o espírito, entre raízes e asas. É a aliança universal que une todos os seres a uma mesma Criação. Que nos faz irmãos de todo o Planeta Terra. Por meio da morte nos unimos em uma só humanidade e nos guiamos pelo sopro do Pai Celestial, fonte de luz cristalina, a semente original, lembrando que não somos diferentes uns dos outros.
O mundo inteiro está guardado em nós, essa é a sua eternidade. Não tenhas medo! Amar e ser feliz é o segredo divino do aprendiz. Ande nas ruas que há em ti, conheça as esquinas do seu coração e busque o entendimento. Um mundo inteiro poderá se mudar dentro de ti. Mudar é ser feliz. Você é um oceano das vidas que já viveu e outras que virão. Na leveza do ser, a beleza de voltar ao Pai.
Deus é abundância infalível e fonte de plena provisão e prosperidade infinita que está individualizada em cada um de nós. Precisamos elevar o coração e a razão para estarmos cônscios disso e de nossa Divina Presença. Preenchamos nossa consciência com a luz da verdade e jamais com as limitações humanas. Seu único suprimento deve ser a consciência de Deus em ti. Sua consciência, sua compreensão e o seu conhecimento são seus suprimentos porque apenas no conhecimento alcançamos o nosso descanso, nossa paz espiritual.
Deus em ti te diz: eis que é tempo de se unirem, peça em silêncio e observe tudo o que já vistes, ouvistes e ainda não aprendestes. Olhe primeiro em seu interior, o verdadeiro e único “Senhor”. Existe um guia de luz superior. Existem anjos a te guiar. Mente vazia e aberta; coração pleno de Amor. Sinta-se feliz! Onde quer que vá, em qualquer lugar, a sua realidade, a que criastes, é a única que contigo estará. Mergulhe então no infinito mar de devoção, de estudo e entendimento.
Quando seu Amor despertar do seu sonho profundo e inconsciente na carne, felicidade reinará em todo o tempo. O alicerce é o sentimento que se cristaliza no sincero crescimento de quem n´Ele acredita. E quando você escutar o chamado do Alto não tema em se juntar novamente à sua família espiritual em verdade e harmonia. Não há motivos para a Luz temer! Procure compreender e saiba que o que se semeia é o que se vai colher.
Vem surgindo um novo tempo e mais puros e atentos nos tornamos canais do infinito. Para nos sentirmos realizados precisamos nos entregar às Leis de Deus e nos libertar. Conheça-as! Como um rio que corre para o mar, devemos ter confiança para atravessar as correntezas do medo e as fronteiras do eu derradeiro. Não há desculpas para se escorar e a hora é essa. O tempo é de se entregar e buscar conhecer, compreender e viver.
É preciso poder, fé e iniciativa para alcançar a sabedoria. O amor traz a compreensão, ilumina e ultrapassa essa dimensão em que vivemos materializados. Traz clareza e equilíbrio ao espírito. O Perdão, compaixão e piedade asseguram a paz afirmando a caridade, que pede a nossa transformação.
Como disse o Pe. Fábio de Mello: “Sinta em cada parte em cada fragmento da vida que está hoje ao seu redor, breve, leve e certo se despede este instante. Tempo foges corrido dos dias que vão. Não permitas que a vida termine sem que extraias dela todo o sabor. Deixe que a aventura de ser gente te envolva, prepara o que será no que és. Não prendas os teus olhos nos olhares que te acusam, esquece a voz que te condenou. Ergue seus olhos, destranca seu coração e receba as novas vestes de Luz. Nunca te aprisiones nos teus medos e receios nem sê refém de quem não sabe amar;
não te condenes a morrer com teus defeitos e não uses a expressão não vou mudar. Pois a cada instante é possível crescer, retirando excessos do ser. Aprimora o teu jeito de ver e ouvir e do amor tão perto estarás. É vitória de Deus sobre a força do desconhecimento, sobre o medo dos homens” - sobre todas as ilusões.
Os vários caminhos que os homens criam têm maior valor quando não se apegam e fazem dessa criação humana a verdade divina. Não! Tentemos não ser católico mais do que cristão; não ser protestante mais do que cristão; não ser umbandista mais do que cristão; não ser kardecista mais do que cristão. A base de qualquer ensinamento está no Amor. Tudo o que o Cristo fez, podemos fazer e se quisermos, muito mais podemos, disse Ele! O Amor está dentro de ti. Medite-o, sinta-o, manifeste-o! Ame sua existência como passageira que é, Ame o seu espírito como imortal que ele é.
O real, o que está do lado de lá no mundo espiritual deve ser nossa única certeza. Devemos sim abrir janelas pra um olhar muito além dessa existência. É hora de buscar nossos anjos e buscar com Deus comungar, da Sua sabedoria e dos Seus desígnios. Podemos fugir disso e nos paralisar no caminho do entendimento, consciência e evolução, mas não podemos negar!
“Meu irmão não fique assim, o que virá será tão bom e não o fim!” Com o conhecimento aumentamos a nossa fé, esperança e caridade! Que se realize o plano de amor, sabedoria e consciência dentro de ti e em toda a Terra!
(SRLS – sergio.ricardo.rel@gmail.com -