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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

ANDRÉ LUIZ

Cumprir o próprio dever. Ninguém tranqüiliza ninguém, sem trazer a consciência tranqüila. Usar boas palavras e bons modos. 

Qualquer viajante da estrada sabe afastar-se do pé de laranja azeda. Desconhecer ofensas. 

A vida não constrange criatura alguma a passar recibo numa serpente para atormentar-se com ela. Auxiliar indistintamente. 

Se a fonte escolhesse os elementos a que prestar benefício, decerto que a Terra seria, francamente, um planeta inabitável. 

Não censurar. 

A crítica nos traça a obrigação de fazer melhor do que aqueles que nós reprovamos. 

Abençoar sempre. 

Qualquer trato de solo agradece o adubo que se lhe dê. Jamais vingar-se. Pessoa alguma consegue ajudar a um doente, fazendo-se mais doente ainda. 

Amar os inimigos. 

A obra-prima de escultura nasce no sonho do artista que a concebe, mas não dispensa o concurso do buril que lhe dá forma. 

Não se lastimar por fracasso do caminho. 

O Sol, em cada hemisfério do mundo, começa a trabalhar de novo diariamente. 

Saber cooperar, a fim de receber cooperação. 

O próprio Cristo não consegue sozinho realizar a obra de redenção da Humanidade e, em iniciando o seu apostolado na Terra, procurou doze companheiros que lhe serviram de base à divina missão. 


André Luiz (espírito)
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

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