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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

TELEPATIA


A comunicação entre as pessoas transcende os limites do mundo físico. Ela ocorre, muitas vezes, primeiramente no plano astral, ou seja, é uma realidade espiritual antes mesmo de ser concretizada no plano material.
Ao pensar em alguém, por exemplo, evocamos na memória não apenas a imagem que temos dessa pessoa, mas também vem à tona nossa memória emocional em relação a ela. Se tivermos uma terrível discussão com alguém, e tempos depois ainda sentirmos uma certa mágoa ou raiva, ao lembrarmos dessa pessoa a raiva virá novamente à “superfície” do nosso campo emocional, repercutindo em nossa aura e em nosso corpo físico.
Mas, o processo não para por aí. Nossa emoção também atinge a pessoa pela qual sentimos raiva. Este processo ainda não está muito claro para nós. Muitos já tentaram explicar como isso ocorre, inclusive Kardec, mas ainda não temos certeza de como o fenômeno realmente acontece. O que é fato é que uma forte emoção (que é ação, movimento) aliada ao pensamento (que direciona) tem a capacidade de imprimir seu próprio padrão no alvo ao qual foi direcionada. A pessoa, então, poderá ter algumas sensações desagradáveis ou, simplesmente, se lembrar “do nada”da discussão que teve conosco. Isso ocorre espontaneamente, na maioria das vezes sem que percebamos.
Mas a comunicação entre as pessoas, pelo pensamento, também pode ocorrer de forma consciente, provocada, sem que precise entrar algum tipo de forte emoção: basta o pensamento, a vontade, a concentração e uma sensibilidade mais apurada. Isso já foi amplamente testado em pesquisas científicas. Procure ler obras a respeito para ampliar seu conhecimento do assunto e chegar às suas próprias conclusões. Procure testar com alguém!
Kardec também procurou explicar como tudo isso ocorre. Vale a pena ler o livro Obras Póstumas para entender melhor. Finalizo reproduzindo, a seguir, um trecho:
“Sendo os fluidos o veículo do pensamento, este atua sobre aqueles como o som atua sobre o ar; eles nos trazem o pensamento como o ar nos traz o som. Pode-se, pois, dizer, com verdade, que há ondas nos fluidos e radiações de pensamento, que se cruzam sem se confundirem, como há, no ar, ondas e radiações sonoras.
Ainda mais; criando imagens fluidicas, o pensamento se reflete no envoltório perispirítico como num espelho, ou, então, como essas imagens de objetos terrestres que se refletem nos vapores do ar tomando aí um corpo e, de certo modo, fotografando-se. Se um homem, por exemplo, tiver a ideia de matar alguém, embora seu corpo material se conserve impassível, seu corpo fluidico é acionado por essa ideia e a reproduz com todos os matizes. Ele executa fluidicamente o gesto, o ato que o indivíduo premeditou.
Seu pensamento cria a imagem da vítima e a cena inteira se desenha, como num quadro, tal qual lhe está na mente.
É, assim que os mais secretos movimentos da alma repercutem no invólucro fluidico. É assim que uma alma pode ler noutra alma como num livro e ver o que não é perceptível aos olhos corporais. Estes veem as impressões interiores que se refletem nos traços fisionômicos: a cólera, a alegria, a tristeza; a alma, porém, vê nos traços da alma os pensamentos que não se exteriorizam.”

domingo, 12 de agosto de 2012

O medium

Se todo médium se dispusesse a seguir, com inflexível rigor, o rumo certo, tomando como exemplo a vida limpa de Francisco Cândido Xavier, o trabalho mediúnico seria de tal modo enriquecido que belas revelações viriam juntar-se às que já nos chegam através do devotado irmão de Pedro Leopoldo e de outros médiuns sinceramente dedicados ao Espiritismo. A humildade é a primeira qualidade do espírita, principalmente do médium. A pontualidade no cumprimento de seus deveres, assim como a elevação do espírito a climas morais progressivamente mais altos, são pontos de indiscutível vantagem para o aprimoramento de sua personalidade mediúnica. O médium que estuda e vai para o campo de serviço com a mente adequadamente esclarecida, terá maior franquia espiritual do que aquele que se mostra indiferente ao estudo e desassizado. Entre um lavrador que não procura adaptar-se às necessidades de sua época, utilizando meios mais práticos e inteligentes de trabalho, e outro que busca estudar o problema da fertilização da terra, da adubagem conveniente a cada natureza de plantação, recorrendo também aos processos científicos de lavrar o terreno, não há dúvida de que este último obterá resultados muito mais vantajosos, não só porque os processos por ele empregados são mais seguros e econômicos, como porque lhe será possível fazer cálculos de produção mais amplos e garantidos do que os do lavrador apegado a princípios empíricos. O médium estudioso e fiel observador da Doutrina é um lavrador progressista. Quer ir para a frente, desenvolvendo sua capacidade produtiva. O outro, mais lento, menos senhor de si, porque não se liberta dos hábitos adquiridos, poderá ter safras satisfatórias, mas estará mais sujeito a desastres, por não saber como defender-se da intempérie, das pragas, etc.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PSICOGRAFIA LINDA.


Gostaria que lessem esta mensagem,recebida pelo grupo da Reunião Mediúnica da FEB-em Brasilia, pela Marta Antunes.
Norberto era grande amigo do meu irmão Celso, trabalhavam juntos em um trabalho voluntário em Brasilia durante muitos anos.
Ele fazia parte do grupo mediúnico da FEB e sua mensagem foi recebida dia 27 passado.
Quero compartilhar com vocês porque fiquei muito emocionada com a descrição de sua volta ao mundo espiritual e todas as etapas pelas quais vem passando.
Vilma é sua mulher e foi ela que enviou a mensagem ao meu irmão.
Serve para nós como alento e aprendizado de como é importante estarmos atentos ao nossos comportamento e a certeza de que essa vida no corpo fisico é para nós uma grande escola.
Grande abraço,
Mara Isa

Carta do Norberto:
Caros amigos e amigas.
Abraço-os com carinho, agradecendo a Deus, Jesus e a os seus mensageiros por esta oportunidade de comunicar-me com vocês.
Primeiramente, desejo garantir-lhes que estou bem. Nada há o que temer a respeito. Já superamos os momentos finais do desligamento dos laços que mantiam unidos o espírito e o corpo. Tudo ocorreu de forma gradual, antes do médico declarar meu corpo morto. Prolongou-se por umas 36 horas, aproximadamente, anterior ao momento que a minha última vestimenta física se transformasse em cinzas.
Os bondosos amigos daqui preferiram me manter adormecido por até dez dias após a cremação, de forma que qualquer reflexo menos feliz não produzisse sofrimentos adicionais.
Assim, tenho pouco a relatar sobre o período de transição.
 
Em segundo lugar, informo-lhes que fiquei uns sessenta dias em um hospital, situado muito próximo ao plano físico, cuja Natureza, construções, forma dos Espírito se vestirem, e até de conversarem, guardam significativa semelhança com a vida no plano físico, com o seu dia a dia. A ponto de, muitas vezes, julgar-me encarnado, apesar de que, no íntimo, saber que já não me encontrava no meio no qual vocês se encontram, por ora.
Nestas condições, aguardava ansioso a presença da Vilma e dos meus filhos, de outros parentes e amigos.  Por me encontrar em um estado de sonolência, as ideias não estavam suficientemente claras.
Não passei por qualquer abalo emocional quando, já desperto e lúcido, compreendi que a minha morada, agora, era outra.
Aliás, antes da desencarnação se concretizar eu já a havia aceitado como inexorável. Fui muito auxiliado, acrescento. Bondosos Espíritos, realmente me deram a oportunidade de escolher entre permanecer por mais algum tempo no corpo físico, ainda que em condições precárias, de vida vegetativa, ou optar pela desencarnação imediata. Optei pelo desligamento corporal, não por medo de passar pela provação que, de fato, não seria agradável, mas porque foi esclarecido que o meu tempo de reencarnação tinha sido cumprido um ano antes.
Dessa forma, não haveria maiores prejuízos, a não ser a ausência mais permanente dos entes queridos, ainda encarnados. O certo é que aprendemos, de um jeito ou de outro, a lidar com a problemática, mas segurei-me na esperança de que a separação seria temporária. Como sei que mais à frente voltaremos a nos reencontrar, estarei aguardando, com grata expectativa, a chegada deste momento no futuro, ainda que, agora, a saudade bate forte no meu peito e a minha mente é usualmente tomada por lembranças dos momentos felizes,  os quais eu tive a felicidade de  viver junto aos entes queridos.
Não faz muito tempo. Três semanas, se muito, em que fui transferido para o terceiro estágio da minha vida aqui. O primeiro estágio foi passado no hospital, situado próximo da crosta terrestre. No segundo estágio fui transferido para outro local: uma pequena cidade, uma colônia espiritual, vinculada à FEB.
Acreditam que encontrei conhecidos?
Ali, passei por intenso aprendizado, aprendendo a neutralizar algumas lembranças tristes da última existência; a administrar a saudade; a controlar as emissões mentais: não se perturbar, enfim. O aprendizado tem me sido útil. Acredito que não fui mau aluno. Nada excepcional também. Na média, diria.
Gostei muito do vilarejo, caracterizado por uma vida tranquila e de intenso contato com a Natureza. Nesta localidade e no local onde me encontro agora, temos um canal de notícias que nos mantêm informados sobre pessoas encarnadas e  acontecimentos a elas relacionados. Por exemplo, assistimos a maior parte do seminário* sobre o livro Paulo e Estevão, realizado a pouco tempo na FEB.  No dia,  os habitantes do lugarejo, ou sua maioria, nos reunimos em um amplo e confortável auditório para assistir a transmissão. Rever rostos amigos produziu-me um vulcão de emoções. Chorei mesmo, e muito. Não fiquei em desvantagem porque muitos dos presentes também choravam.
Então, temos essas facilidades e recursos por aqui. Há outros mais sofisticados, mas nem mesmo sei explicar quais, até porque eu só ouvir dizer a respeitos da existência deles.
Como sou recém-chegado, encontro-me na fase de organização, propriamente dita, da minha existência: planejando ações futuras sob a sábia orientação de benfeitores.
Já recebo visitas de amigos e familiares. Alguns familiares próximos, como meus genitores sempre estiveram por perto.
 
Creio que consegui fornecer uma visão panorâmica da minha nova existência.
Constato que a nossa paz de espírito ou de sofrimento espiritual estão irremediavelmente relacionados à vida que anteriormente levamos. Palavras, atos e até pensamentos entram no cômpito geral, assegurando nosso estado de felicidade ou de infelicidade.
 
Peço-lhes, caros amigos e amigas, a gentileza de fazerem chegar esta carta à Vilma e aos nossos filhos, e, por intermédio da própria Vilma, também encaminhar aos familiares e amigos.
Gostaria que meus queridos soubessem que o esposo, pai e avô está bem, prosseguindo vida à fora, como determina o Senhor, Pai e Criador Supremo.
 
Norberto
 
*Norberto faz referência ao seminário que ocorreu no  dia 30 de junho de 2012, em homenagem  aos 10 anos de desencarnação de Chico Xavier e 70 anos da publicação de Paulo e Estêvão,  desenvolvido  na sede da FEB, em Brasília (DF). Contou com exposições do vice-presidente da FEB Antonio Cesar Perri de Carvalho, Haroldo Dutra Dias, Célia Maria Rey de Carvalho e Wagner Gomes da Paixão. Na oportunidade foram apresentadas a nova edição de Paulo e Estêvão (FEB) e o lançamento Paulo e Estêvão para jovens leitores (FEB/FERGS). A revista Reformador,  na edição de julho, traz um Suplemento Especial sobre Parnaso de Além Túmulo (80 anos) e Paulo e Estêvão (70 anos).

Cientologia, religião ou modismo ?

John Travolta, Kirstie Alley, Lisa Marie Presley, Tom Cruise. O que esses astros de Hollywood têm em comum? A religião. São todos seguidores da Cientologia, uma "igreja" que prega a força do pensamento, a reencarnação e um futuro onde seus fiéis dominarão a Terra. O fanatismo dentro da seita é tanto que há especulações de que ela tenha sido o pivô da separação, após 10 anos de casamento, de Tom Cruise e Nicole Kidman, que estaria cansada da devoção do marido. Fundada na década de 50 pelo escritor de ficção norte americano Lafayette Ronald Hubbard, a Cientologia tem espalhado seus ensinamentos e conquistado cada vez mais adeptos.

Os líderes da seita afirmam que já são mais de 5 milhões de seguidores; críticos da organização garantem que esse número não passa de 150 mil. Mesmo assim, é uma das chamadas novas seitas, e tem manipulado homens e mulheres do mundo inteiro, provocando polêmica por suas práticas. Em 2000, um dos livros do criador da religião que reproduz parte de suas teorias virou filme de cinema: A Reconquista (título em português), estrelado por John Travolta, cientologista fervoroso desde seus 21 anos.

O que é
A Cientologia prega que é possível despertar no homem uma consciência imortal e poderes semelhantes aos de deuses da mitologia grega. De acordo com sua filosofia, o ser humano é feito de três partes:
1. Thetan: espírito puro, onisciente e imortal, que sempre existiu (foram os Thetans que criaram o mundo; hoje, impuros, precisam reencarnar). O homem deve tentar atingir o estado máximo desse espírito, onde passa a agir fora de seu corpo, adquirindo poderes mentais que o fazem voar e controlar situações, além de torná-lo menos propenso a acidentes e doenças; no estado total de Thetan, é um super-homem. Com a morte do indivíduo, o espírito vai para um lugar de descanso à espera de um outro corpo.
2. Corpo: é apenas um componente, e indesejável, do ser humano.
3. Mente: é o meio de comunicação do Thetan com o ambiente.

Como funciona
Um adepto da Cientologia, que não tem símbolos, cultos ou orações, pode freqüentar outras religiões, embora seus preceitos sejam totalmente divergentes de quase todas elas. Na seita, ele vai buscar a limpeza da alma e da mente, onde os cientologistas acreditam ficar armazenados todos os acontecimentos ruins do passado (esses bloqueios e traumas, uma vez expulsos do homem, garantem a felicidade e uma vida melhor e mais saudável). Para alcançar esse objetivo, é preciso muito treino e dinheiro. A igreja realiza as chamadas "audições", uma espécie de ritual de purificação através de técnicas semelhantes à psicanálise. Além disso, vende inúmeros livros com técnicas para melhorar o desempenho na vida pessoal e na profissão, e promove cursos onde cada fiel paga de U$100 a U$600 dólares, conforme informou a revista Isto É em reportagem na edição desta semana. No Brasil, os cursos custam, segundo seus líderes, cerca de 90 reais por pessoa. Os custos, aliás, sempre provocaram críticas à Cientologia. Em 1996, o jornal Diferencial, de Portugal, divulgou que críticos acusam a seita de ter como principal objetivo o enriquecimento, inclusive citando que Hubbard chegou a declarar que "a melhor forma de ganhar dinheiro é fundar uma religião". Mesmo assim, a igreja é considerada sem fins lucrativos, e seus seguidores dizem que todo o dinheiro é utilizado para manter obras sociais.

Práticas curiosas
Alguns ensinamentos da Cientologia que despertam curiosidade:
- Não tomar analgésicos, eles podem inibir as habilidades do Thetan.
- Não realizar o parto em hospitais e nem com gritos, o barulho pode traumatizar a criança (de acordo com a Isto É, a esposa de Travolta, a também atriz Kelly Preston, fez o parto de seu filho Jett em casa e em absoluto silêncio).
- Enganar, processar e destruir os inimigos. Não estar nunca na defesa, e sim, no ataque (o que faz seus fiéis moverem infinitos processos judiciais e perseguirem os críticos à religião, além de aprovarem abusos e crimes contra aqueles que representam uma ameaça à devoção da igreja).
- Nunca negar um pedido de doação financeira à instituição.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O MÉDIUM




A mediunidade apresenta variedades quase infinitas, desde as mais vulgares
formas até as mais sublimes manifestações. Nunca é idêntica em dois indivíduos, e
se diversifica segundo os caracteres e os temperamentos. Em um grau superior, é
como uma centelha do céu a dissipar as humanas tristezas e esclarecer as
obscuridades que nos envolvem.

Quanto mais desenvolvidos forem no médium o saber, a inteligência, a moralidade, mais apto se tornará para servir de intermediário às grandes almas do Espaço.



A boa mediunidade se forma lentamente, no estudo calmo, silencioso,
recolhido, longe dos prazeres mundanos e do tumulto das paixões, pois, a mediunidade é uma delicada flor que, para desabrochar, necessita de
acuradas precauções e assíduos cuidados. Exige o método, a paciência, as altas
aspirações, os sentimentos nobres, e, sobretudo, a terna solicitude do bom Espírito
que a envolve em seu amor, em seus fluidos vivificantes.

Assim, é deveras importante para o médium obter a proteção de um Espírito bom, adiantado, que o
guie, inspire e preserve de qualquer perigo.
Na maior parte das vezes é um parente, um amigo desaparecido que
desempenha ao pé dele essas funções. Um pai, uma mãe, uma esposa, um filho, se
adquiriram a experiência e o adiantamento necessários, podem nos
dirigir no
delicado exercício da mediunidade. Mas o seu poder é proporcionado ao grau de
elevação a que chegaram.
Dignos de louvor são os médiuns que, por seu desinteresse e fé profunda,
têm sabido atrair, como uma espécie de aliados, os Espíritos de escol, e participar de
sua missão. Para fazer baixar das excelsas regiões esses Espíritos, para os decidir a
mergulhar em nossa espessa atmosfera, é preciso oferecer-lhes
aptidão, notável qualidade.
Seu ardente desejo de trabalhar na regeneração do gênero humano torna,
entretanto, essa intervenção muito menos rara do que se poderia imaginar. Centenas
de Espíritos superiores pairam acima de nós e dirigem o movimento Espírita,
inspirando os médiuns, projetando sobre os homens de ação as vibrações de sua
vontade, a fulguração do seu próprio gênio.





É aí que se manifesta a ação benéfica e salutar da prece. Pela prece
humilde, breve, fervorosa, a alma se dilata e dá acesso às irradiações do divino foco.A prece, para ser eficaz, não deve ser uma recitação banal, uma fórmula decorada,
senão antes uma solicitação do coração, um ato da vontade, que atrai o fluido
universal, as vibrações do dinamismo divino. Ou deve ainda a alma projetarse,
exteriorizar-se
por um vigoroso surto e, consoante o impulso adquirido, entrar em
comunicação com os mundos etéreos.
Assim, a prece rasga uma vereda fluídica pela qual sobem as almas
humanas e baixam as almas superiores, de tal modo que uma íntima comunhão se
estabeleça entre umas e outras, e o espírito do homem seja iluminado e fortalecido
pelas centelhas e energias despedidas das celestiais esferas.



E muitas vezes, o médium é chamado a exercer suas aptidões em círculos
impregnados de fluidos impuros, de inarmônicas vibrações, que reagem sobre o seu
organismo e lhe produzem desordens e perturbações. Deve perseverar, orar e seguir em frente com fé inabalável!



Dessa forma, o médium colhe o fruto de seus perseverantes
esforços; recebe dos Espíritos elevados à consagração de sua faculdade
amadurecida no santuário de sua alma, ao abrigo das sugestões do orgulho. Se
guarda em seu coração a pureza de ato e de intenção, virá, com a assistência de seus
guias, a se tornar cooperador utilíssimo na obra de regeneração que eles vêm
realizando.



A mediunidade de efeitos físicos é geralmente utilizada por Espíritos de
ordem vulgar. Requer continuo e atento exame. É pela mediunidade de efeitos
intelectuais – inspiração – que habitualmente nos são transmitidos os ensinos
dos Espíritos elevados. Para produzir bons resultados, exige conhecimentos muito
extensos. Quanto mais instruído e dotado de qualidade moral é o médium, maiores
recursos facilita aos Espíritos.


O importante para o médium, dissemos mais acima, é assegurar-se
uma
proteção eficaz. O auxílio do Alto é sempre proporcionado ao fim que rias
propomos, aos esforços que empregamos para o merecer. Somos auxiliados,
amparados, conforme a importância das missões que nos incumbem, tendo-se
em
vista o interesse geral. Essas missões são acompanhadas de provas, de dificuldades
inevitáveis, mas sempre reguladas conforme as nossas forças e aptidões.
Desempenhadas com dedicação, com abnegação, as nossas tarefas nos
elevam na hierarquia das almas. Negligenciadas, esquecidas, não realizadas, nos
fazem retrotrair a escala de progresso. Todas acarretam responsabilidades. Desde o
pai de família que incute em seu filho as noções elementares do bem, o
preceptor da mocidade, o escritor moralista, até o orador que procura arrebatar as
multidões às culminâncias do pensamento, cada um tem sua missão a preencher.
Não há mais nobre, mais elevado cargo que ser chamado a propagar, sob a
inspiração das potências invisíveis, a verdade pelo mundo, a fazer ouvir aos homens
o atenuado eco dos divinos convites, incitando-os
à luz e à perfeição. Tal é o papel
da alta mediunidade.

Léon Denis. No Invisível.
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ATITUDE




Atitude, aliás, desculpista, em que se estribam os frívolos e irresponsáveis: a
da mudança de comportamento mediante a conquista deste ou daquele capricho.
Aludem que lhes falta o estímulo adequado para uma conduta sadia, de
responsabilidade, escusando-se por meio da acusação de que o mundo lhes é hostil
ou de que não são compreendidos.

Certamente que a hostilidade não é da sociedade para com eles, porquanto,
deslocando-se do modus operandi comportamental a que todos se impõem, são eles
os que hostilizam o chamado status quo, rebelando-se. Têm o direito de fazê-lo e
o fazem, não, porém, se devem propiciar a curiosa fuga psicológica no arrimo de
que a marcha dos acontecimentos deveria mudar a rota, a fim de os seguir...

Outrossim, a compreensão que insistem por merecer, resulta de um enfoque falso
da realidade.

O homem, colocado no contexto social, se o descobre deficiente ou incompleto,
tem o dever de compreender a situação, empenhando-se por modificar-lhe as
estruturas, a expensas de esforços e atitudes realmente válidos, com que
motivará outros a segui-lo.

Eis porque os que vivem na comodidade e na fuga aos compromissos relevantes não
merecem maior respeito, antes piedade, e, quando não, a indiferença. O mesmo
sucede em relação aos precipitados que se utilizam da violência e do crime,
apoiando-se em falsos conceitos para a mudança da vigente ordem social - a qual
se faz presente em qualquer tempo, desde que o homem, por instinto, é um
agressivo, pela razão, um experimentador de mecanismos novos, esquecido de que a
máquina da destruição enfurece os que lhe padecem o espezinhar e respondem
através da repressão violenta, até que o ódio combura, na mesma fornalha, os
contendores, ambos celerados em desenfreada alucinação egoísta.

Metodologia eficaz para as mudanças que sempre se pretende, en passant, a
própria transformação moral do indivíduo, influenciando o seu meio social,
adquirindo valores éticos-culturais-profissionais com que interfira
positivamente no comportamento da comunidade, armando-se de experiência para os
graves cometimentos que a vida lhe concederá, quando chamado ao exercício das
posições que ora combate, não se deixando anestesiar quando lá se encontre, ou
sucumbir sob a títere dominação dos grupos chamados de "primeira linha"...

O problema da Humanidade, antes que. sócio-económico é sócio-moral. O homem,
deslocado de um meio social corrupto ou primário, necessita de educação para
adquirir hábitos que o capacitem a uma vida consentânea com o ambiente onde será
colocado a viver. Mesmo quando o índice monetário per capita é de alto nível,
observam-se os calamitosos resultados morais, se lhe faltam os valores
espirituais imprescindíveis para um padrão médio de vida em clima de felicidade
e de paz.

Observe-se, por exemplo, ó alto índice de suicídios nos modernos países de
elevado nível económico, gerador de frustrações e inutilidade nos seus membros.

É óbvio que os factores criminógenos das favelas insalubres, dos bairros da
miséria, dos amontoados grupais, nos guetos da vergonha mais facilmente
proliferam na revolta, na agressividade, quando as condições de sobrevivência
infra-humana reduzem os seres a coisas sem valor, desrespeitados na sua
integridade de criaturas de Deus...

Os promotores da miséria e os seus fomentadores, os que mantêm o comércio da
ilicitude, os pugnadores dos explorados "direitos humanos" que se nutrem da
humana carne das vítimas dos seus establishments não se furtarão à amargura e ao
açodar da consciência em acrimoniosas acusações, embora se escudem na aparência
de poderosos e de gozadores.

O olhar das criancinhas misérrimas e esfaimadas, a viuvez decorrente da
tuberculose e da escassez de pão, a farta multidão dos desempregados e a dor dos
mutilados do corpo, da mente e da alma compõem uma patética que lhes cantará aos
ouvidos da alma torpe a litania lamentosa e acusadora da traição que praticam
contra Deus, o próximo, a humanidade e eles próprios...

Por isso, a importância do homem-espiritual, do homem-ético forjado no Cristo,
cuja mensagem, sempre actual e revolucionária, prossegue um desafio gritante aos
ouvidos moucos dos utilitaristas e hedonistas gananciosos, esperando por ser
atendida.

Claro está que, a breve digressão, objectiva desjustificar as escusas e
promessas em que se estribam os fátuos como os levianos, a fim de manterem a
conduta irregular.

Victor Hugo (espírito)

Extraído do romance Calvário de Libertação,

págs. 19, 20 e 21.

psicografia de Divaldo P. Franco

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O Espiritismo
www.oespiritismo.com.br

BOM DIA

Este Dia

Este dia é o seu melhor tempo, o instante de agora.
Se você guarda inclinação para a tristeza, este é o ensejo de meditar na 
alegria da vida e de aceitar-lhe a mensagem de renovação permanente.
Se a doença permanece em sua companhia, surgiu a ocasião de tratar-se com 
segurança.
Se você errou, está no passo de acesso ao reajuste.
Se esse ou aquele plano de trabalho está incubado em seu pensamento, agora é
o momento de começar a realizá-lo.
Se deseja fazer alguma boa ação, apareceu o instante de promovê-la.
Se alguém aguarda as suas desculpas por faltas cometidas, terá soado a hora 
em que você pode esquecer qualquer ocorrência infeliz e sorrir novamente.
Se alguma visita ou manifestação afetiva esperam por você chegou o tempo de 
atendê-las.
Se precisa estudar determinada lição, encontrou você a oportunidade de fazer 
isso.
Este dia é um presente de Deus, em nosso auxílio; de nós depende aquilo que venhamos a fazer com ele.



Autor: André Luiz
Psicografia de Chico Xavier. Respostas da Vida

terça-feira, 24 de julho de 2012

Acontece no Rio de janeiro


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Queridos amigos:
Com esse friozinho, nada melhor do que uma deliciosa feijoada, não é mesmo?
No dia 4 de agosto- sábado, a Casa de Francisco de Assis vai comemorar seu 37º aniversário com uma feijoada em benefício da Creche Santa Clara - que abriga 73 crianças em situação de risco social, em regime de tempo integral. A confraternização será muito animada, com música e bingo
Será uma ótima oportunidade de estarmos juntos e também para que conheçam nosso trabalho de perto.
Os convites estão sendo vendidos por R$ 40,00, com direito a buffet completo, com sobremesa e duas bebidas.
Caso queiram comprar um convite, é só falar que separo, ou ligar para para 2265-9499/2557-0100 - Falar com Gisley.
Se não puder ir, compre para ajudar.
Data: 04/08 - sábado
Local: Casa de Francisco de Assis - Rua Alice, 308 - Laranjeiras
Agradecemos a todos o carinho de sempre

Sintonia


O cérebro é como um aparelho emissor e receptor de ondas mentais; o pensamento é um fluxo energético do campo espiritual. A vibração é um movimento de vaivém, chama-se movimento vibratório. Sintonia é a identidade ou harmonia vibratória, isto é, o grau de semelhança das emissões ou radiações mentais de dois ou mais espíritos, encarnados ou desencarnados, ou seja, afinidade moral.
Sabemos que o pensamento é um fluxo fluídico, é matéria sutil do corpo espiritual, logo é concreto e, às vezes muito visível, podendo perdurar longamente em dadas circunstâncias. Portanto o padrão vibratório é uma maneira de definir o padrão moral do espírito. Atraímos as mentes que possuem o mesmo padrão vibratório nosso, que estão no mesmo nível moral.
A comunicação interespiritual é controlada pelo grau de sintonia, a qual a seu turno, decorre da afinidade moral. Temos, por isso, a companhia espiritual que desejamos mediante o nosso comportamento, sentimentos, pensamentos e aspirações. Estão ao nosso redor aqueles que sintonizam conosco ou têm contas a ajustar.
É o caso e a hora de perguntar:
— Como podemos elevar cada vez mais as nossas vibrações e, assim, aprimorar a capacidade de sintonia e vibração?
R.: Enriquecendo o pensamento por meio do desenvolvimento da INTELIGÊNCIA; - estudo, conhecimento, SENTIMENTO; - prática do bem, serviço prestado, moralidade, em suma, auto-aperfeiçoamento pelo esforço próprio no caminho do bem.
Com particular aplicação à Mediunidade, que não progride sem o aprimoramento do médium. Em virtude do princípio de sintonia, estabelece-se uma dependência entre encarnados e desencarnados quando ambos estão perturbados e emitindo vibrações viciadas. A identidade vibratória inferior, no caso do ódio, ressentimento, tristeza, desânimo etc., prende os desencarnados mais ou menos inconscientes do seu estado na aura magnética dos encarnados. Ocorre assim, influência recíproca, troca de pensamentos e sentimentos, e, portanto, obsessão bidirecional.
Com que fim os espíritos imperfeitos nos induzem ao mal? - Para que sofrais o que eles sofrem. Vejamos duas questões do Livro dos Espíritos, que nos esclarecem sobre o envolvimento entre encarnados e desencarnados: ( Capítulo IX, questões 467 / 469.)
–"Pode o homem eximir-se da influência dos Espíritos que procuram arrastá-lo ao mal?
R.: Pode, visto que tais Espíritos só se apegam aos que, pelos seus desejos, os chamam (vibrações, sintonia), ou aos que, pelos pensamentos, os atraem.
"Por que meio podemos neutralizar a influência dos maus Espíritos? Praticando o bem e pondo em Deus toda a vossa confiança, repelireis a influência dos Espíritos inferiores e aniquilareis o império que desejem ter sobre vós.
Desconfiai especialmente dos que vos exaltam o orgulho, pois que esses vos assaltam pelo lado fraco. Foi por essa razão que Jesus, nosso Mestre, nos ensinou a oração dominical:
Senhor! Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Também nos é necessário educar nosso pensamento em coisas edificantes para uma melhor sintonia com a Espiritualidade Superior. O pensamento é idioma universal e, entendendo que o cérebro ativo é um centro de ondas em movimento constante, estamos sempre em correspondência com o objeto que nos prende a atenção. Todo espírito, na condição evolutiva em que nos encontramos, é governado essencialmente por três fatores específicos; experiência, estímulo, inspiração:
ExperiênciaÉ o conjunto de nossos próprios pensamentos.
EstímuloÉ a circunstância que nos impele a pensar.
InspiraçãoÉ a equipe dos pensamentos alheios que aceitamos ou procuramos.
Assim como possuímos, na Terra, valiosas observações alusivas à química da matéria densa, relacionando-lhe as unidades atômicas, o campo da mente oferece largas ensanchas ao estudo de suas combinações: pensamentos de crueldade, revolta, tristeza, amor, compreensão, esperança ou alegria tem natureza diferenciada, com características e pesos próprios.
A onda mental possui determinados coeficientes de força na concentração silenciosa, no verbo exteriorizado ou na palavra escrita. Mais uma vez vemos e compreendemos que somos naturalmente vítimas ou beneficiários de nossas próprias criações, segundo as correntes mentais que projetamos, escravizando-nos a compromissos com a retaguarda de nossas experiências ou libertando-nos para a vanguarda do progresso, conforme nossas deliberações e atividades, em harmonia ou em desarmonia com as Leis Eternas da Divindade.
Um livro, uma página, uma sentença, uma palestra, uma visita, uma notícia, uma distração ou qualquer pequenino acontecimento que te pareça sem importância, podem representar silenciosa tomada de ligação espiritual para determinado tipo de interesse ou de assunto.
Geralmente, toda criatura que ainda não traçou caminho de sublimação moral a si mesma assemelha-se ao viajante entregue, ao mar, ao sabor das ondas. Com a bússola do Evangelho, sabemos perfeitamente onde e como localizar o bem e o mal, razão porque dispomos todos nós do lema da vontade. O problema de sintonia corre por nossa conta.
André Luiz é bastante claro no seu livro Nos Domínios da Mediunidade - Cada médium com a sua mente, cada mente com seus raios, personalizando observações e interpretações, e conforme os raios que arremessamos, erguer-se-ão o domicílio espiritual na onda de pensamentos a que nossas almas se afeiçoam.
Basta que pensemos no que Jesus falou: A cada qual segundo suas obras. Não esqueçamos que a mente permanece na base de todos os fenômenos mediúnicos. Nossa mente é um núcleo de forças inteligentes, gerando plasma sutil que, a emanar sem parar, oferece recursos de objetividade, sob o comando de nossos próprios desígnios.
A idéia é um ser organizado por nosso espírito a que o pensamento dá forma e ao qual a vontade imprime movimento e direção. Então, com tudo isso, não podemos esquecer o problema de nossa sintonia na Mediunidade. Refletimos as imagens que nos cercam e arremessamos nos outros as imagens que criamos. E, como não podemos enganar a força de atração, somente poderemos alcançar a claridade e a beleza, se começarmos emanar beleza e claridade no espelho de nossa vida íntima.
Estamos acostumados a ver a mediunidade em diversos lugares, missões santificantes e guerras destruidoras, tarefas com objetivos nobres e várias obsessões, que guardam suas origens nos reflexos da mente individual ou coletiva, combinados com as forças do alto ou degradantes influências baixas.
O Pensamento é um núcleo de forças, em torno do qual gravitam os bens e os males gerados por ele mesmo e ali se defrontam com fileiras de almas, sofrendo nos diferenciados lugares que lhe são característicos. Elevemos, então, nossos pensamentos redirecionando-os sempre para pensamentos altruístas.
Influência é um poder espiritual que todos temos e pelo qual irradiamos nossos conceitos e predicados morais, como também culturais, devendo atingir aqueles que pensam semelhantes a nós. Pense nas coisas desagradáveis e estará sintonizado espiritualmente com um desencarnado que se sente infeliz. Todavia, agora vem a celebre pergunta: Será que você começou a pensar negativamente porque quis ou porque foi induzido por algum Espírito que está próximo a você? As duas coisas podem perfeitamente acontecer. Se você resolveu ser infeliz a partir daquele momento, a decisão é totalmente sua, você é quem vai sofrer. Se foi induzido e passou a aceitar a sugestão, cabe a você mudar de opinião e não sintonizar com aquela entidade.
Allan Kardec, em A Gênese, cap. XIV, item 15, esclarece este mecanismo da influenciação de desencarnado para encarnado: Sendo os fluidos o veículo do pensamento, este atua sobre os fluidos como o som sobre o ar; eles nos trazem o pensamento, como o ar nos traz o som.. Pode-se pois dizer, sem receio de errar, que há, nesses fluidos, ondas e raios de pensamentos, que se cruzam sem se confundirem, como há no ar ondas e raios sonoros.
Há mais: criando imagens fluídicas, o pensamento se reflete no envoltório perispirítico, como num espelho; toma nele corpo e aí de certo modo se fotografa. Tenha um homem, por exemplo, a idéia de matar a outro: embora o corpo material se lhe conserve impassível, seu corpo fluídico é posto em ação pelo pensamento e reproduz todos os matizes deste último; executa fluidicamente o gesto, o ato que intentou praticar.
O pensamento cria a imagem da vítima e a cena inteira é pintada, como num quadro, tal qual se lhe desenrola no espírito. Desse modo é que os mais secretos movimentos da alma repercutem no envoltório fluídico; que uma alma pode ler noutra alma como num livro e ver o que não é perceptível aos olhos do corpo. Contudo, vendo a intenção, pode ela pressentir a execução do ato que lhe será a consequência, mas não pode determinar o instante em que o mesmo ato será executado, nem lhe assinalar os pormenores, nem, ainda, afirmar que ele se dê, porque circunstâncias ulteriores poderão modificar os planos assentados e mudar as disposições.
Ele não pode ver o que ainda não esteja no pensamento do outro; o que vê é a preocupação habitual do indivíduo, seus desejos, seus projetos, seus desígnios bons ou maus. O trabalho, qualquer que seja ele, físico ou intelectual, aparece como o primeiro recurso no combate à insurgência de pensamentos deprimentes.
Logo, vem a boa leitura, a música harmoniosa, a conversa que edifica, e sobretudo a prece que nos liga com o Criador, facultando-nos força, otimismo e coragem para enfrentar as dificuldades que criamos.

(Do livro - Mediunidade e Reforma - Edicel)