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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Pronto Socorro Espíritual Pais e Filhos, realiza mensalmente "Trabalho de Psicografia", que visa buscar através da mediunidade de psicografia(comunicação do plano espiritual através da escrita por intermédio de um médiun), contato com parentes e amigos já desencarnados. Qualquer pessoa pode buscar este tipo de contato. A decisão se vai ou não receber alguma "mensagem" do parente ou amigo desencarnado depende do Plano Espíritual, porém a nossa sincera vontade se caracteriza em fator importante.
O médium que atua nos trabalhos de psicografia é Orlando N. Carneiro e toda atividade é gratuita.
Os interessados deverão comparecer ao Pronto Socorro Espiritual Pais e Filhos, onde passarão por entrevista prévia. Não é necessário levar nenhum objeto da pessoa que se busca uma mensagem.
Data      -   06/novembro/11 - domingo
Horário -   Distribuição de Senhas a partir da 06:45(manhã)
Local    -   Pronto Socorro Espiritual Pais e Filhos - R. Raul Torres, 20 - Campesina - Osasco - SP
                  Site www.paisefilhos.org    -  e-mail:contato@paisefilhos.org
NOTA - Haverá neste dia, Mini Feira do Livro Espírita. Preços Especiais e 30% das vendas serão destinados as atividades Sociais do Pais e Filhos
Apoio - Livraria Espírita Mensageiros de Luz - tel. 11 3682 6767 - www.mensageirosdeluz.com.br
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FEIRA DO LIVRO ESPÍRITA

O Núcleo Espírita Redenção realizará sua 1a. Feira do Livro Espírita, visando divulgar a Doutrina Espírita e angariar recursos financeiros para manutenção de suas atividades. Haverá também deliciosos bolos e muita animação

Data        - 29 e 30/Outubro/11 - sábado e domingo
Horário     - das 11:00 às 20:00h
Local        - Núcleo Espírita Redenção - R. Minerva, 102/108 - Perdizes - São Paulo - SP  tel. 11   3675 8080
Nota        - No sábado-29/Outubro, das 15:00 às 18:00h, haverá pintura mediúnica em telas, que serão posteriormente comercializadas e em contra capa de livros adquiridos no dia do Evento(gratuitamente).
Venha prestigiar e apreciar obras de pintura mediúnica
ENTRADA FRANCA
Apoio - Livraria Espírita Mensageiros de Luz - tel. 11 3682 6767 - www.mensageirosdeluz.com.br
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sábado, 22 de outubro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

DIA DE LUZ

O despertador toca e você acorda. Abre os olhos e torna a contemplar as mesmas cenas do ontem.

Pela sua mente ágil, as dores sofridas passam em cenário cinematográfico.
Você sente o corpo dolorido e cansado. Na boca, o gosto da amargura, que como fel, lhe fere o paladar.

Novo dia... Contudo, embora a noite de sono, não serão novas as lutas.
Os problemas financeiros não se solucionaram no intervalo de algumas horas. A enfermidade que se abateu em seu lar não partiu. Ao contrário, você a sente mais presente do que nunca, nos gemidos que já lhe chegam aos ouvidos.

Há que erguer-se do leito e retornar às lutas. A mesma luta.

Você sente desânimo e pensa: Por que Deus não me tirou a vida, enquanto dormia? Sinto-me exausto. Não desejo mais sofrer, nem lutar.

No entanto, os minutos correm céleres e é preciso retomar as atividades.

Entre a tristeza e o desalento, você se ergue e abre a janela.

Neste instante, o sol lhe bate em cheio na face e ilumina o seu quarto.
Faz-se luz e a luz espanca as trevas.

É novo dia! - Informa-lhe o sol.

Há alegrias no ar! - Cantam os pássaros.

A brisa da manhã o envolve e a natureza toda o convida a reformular suas disposições íntimas.

Pare um instante. Encha os seus pulmões com o ar renovado da manhã. Respire profundamente. Contemple o azul do céu e dirija ao Criador a sua prece.

Prece de gratidão por mais um dia no corpo. Em vez de rogar a Deus que lhe tire a vida, rogue-Lhe forças para o combate.

É dia novo. Você não pode imaginar o que a Divindade lhe reservou para hoje.

Pense em quantas pessoas almejariam estar em seu lugar, agora.

Enfermidade, dor, desemprego são problemas a serem administrados e equacionados, ao longo da existência.

Recorde que a Divindade lhe providenciou um dia de luz para você treinar, outra vez, disciplina, paciência, perdão.

Não perca a oportunidade. Não jogue fora as chances de crescimento e resgate.

E hoje, enquanto você sofre, luta e espera, alegre-se com os sons da vida, com o sorriso das crianças, com o colorido da Natureza que o Pai Criador dispôs especialmente para você.

Sorria. As lutas poderão ser semelhantes, mas não idênticas.

Porque dia como este nunca houve e não haverá outra vez.

Deus não se repete. Detenha-se a descobrir detalhes e observe a riqueza que o circunda.

Amigos, colegas, brincadeiras, abraços.

Nada será igual ao que já foi.

Desfrute deste dia integralmente, porque dia igual a este só se vive uma vez.

Cada dia é bênção nova. Cada minuto é oportunidade espontânea de crescimento.

Pense nisso

ENTREVISTA

"BEM OPORTUNA AS COLOCAÇÕES
DE RAUL TEIXEIRA, PARA NÓS QUE
BUSCAMOS O TRABALHO NA DOUTRINA"
VAMOS RELER VÁRIAS VEZES O TEXTO,
E BUCARMOS A CONSCIENTIZAÇÃO
DE NOSSAS PRÓPRIAS VERDADES.


Raul Teixeira responde
Revista O Consolador nº 222

– Muitos companheiros têm nítida percepção de que está havendo, no
movimento espírita, a diminuição no número de companheiros realmente
engajados no Espiritismo, que nele assumem compromissos. Será exagero
pensar que muitas pessoas, embora se afirmem espíritas, estejam dando
mais atenção à vida material do que à vida espiritual?

Raul Teixeira:

     Tal percepção corresponde à mais transparente realidade, no
momento humano que se vive no planeta.
     O materialismo, contra cujas propostas perigosas o Espiritismo
chegou ao mundo, vem ganhando terreno em todos os arraiais da
humanidade, por mais lamentável que isso possa parecer.

     Havendo as religiões, na feição humana das suas lideranças,
assumido acordos de complacência ou de condescendência com as
insinuações mundanas do imediatismo, do lucro material supostamente
justificado (assistência social, caridade material etc.), das posições
diretivas, muitas vezes bastante lucrativas psicológica ou
fisicamente, acabaram por cochilar e não perceber que a hidra
devoradora penetrava sorrateira, mas com disposição, os nossos
arraiais.

     Começamos a ter muito mais reuniões para discutir maneiras de
conseguir dinheiro e haveres para a manutenção física das
instituições, do que para estudar o Espiritismo e refletir a respeito
do seu papel em nossas existências.

     Passamos a disputar os cargos institucionais com acirramento, a
fim de administrar os recursos que angariamos (supondo poder fazê-lo
melhor que os demais companheiros), e deixamos de lado os cuidados com
o direcionamento espírita do nosso Movimento.

     Essa visão imediatista do mundo em geral, sem dúvida, foi
diminuindo o fervor, o ardor da fé, o que víamos em médiuns como
Yvonne Pereira e em Chico Xavier; acompanhamos a diluição da lucidez
argumentativa, que encontrávamos nos raciocínios de Deolindo Amorim,
de José Herculano Pires ou de Carlos Imbassahy – apenas para citar
alguns dos mais públicos, mais conhecidos servidores do Espiritismo –
que, com certeza, são desconhecidos pelas novas gerações de espíritas
que, quando muito, já ouviram alguma referência sobre eles.

     Os trabalhos devotados de ensino espírita ou evangelização; a
vontade férrea e ardiloso de modificar a si mesmo; as atividades da
desobsessão de qualidade; as reuniões de alentado estudo das obras
kardequianas, dos textos clássicos e dos livros da mediunidade
respeitável, bem como a abertura da tribuna espírita às mentalidades
sérias e comprometidas com o Ideal Kardequiano e o esmero na conduta,
identificador daqueles que levam a sério os áureos postulados do
Invisível, tudo isso foi ficando em segundo ou em terceiro plano, sob
argumentações simplistas de que não se deve ser ortodoxo, ou que não
se pode exagerar na dosagem espírita, para que não se façam fanáticos,
e por aí em diante. O resultado disso, a curto e médio prazos, não
poderia ser diferente do que se vê nos tempos de agora:

          O descompromisso com o Espiritismo.

     Assim, encontramos os centros espíritas abarrotados de gente, que
costuma ir para receber, para buscar passes e desencostos, para obter
mensagens dos seus falecidos e solução para problemas da vida
material. Porém, os que se prestam a fazer algo pelo bem, pelo socorro
aos semelhantes, os que se dedicam, envolvidos mesmo com a Causa
Luminosa do Consolador, cooperando com os esforços de Jesus Cristo –
de quem se fala muito pouco, aliás, como se fala bem pouco das obras
excelentes da Codificação Espírita – continuam sendo muito poucos;
continuam os de sempre que, embora o cansaço físico que chega com a
idade, permanecem íntegros e audaciosos, mantendo acesa a chama do
Ideal Espírita.

      Em tempos em que prevalece nos campos da crença religiosa a
propalada teologia da prosperidade material – quando se deseja
alcançar um reino dos céus bem terreno, com muitos gozos e festas aqui
mesmo, na Terra – não é de admirar que essa tormentosa onda tenha
penetrado, por invigilância ou descaso nosso, os arraiais espíritas,
antes vivido com maior unção e responsabilidade.

VOCE É O QUE DESEJA SER

João era um importante empresário. Morava em um apartamento de cobertura, na zona nobre da cidade.
Ao sair pela manhã, deu um longo beijo em sua amada, fez sua oração matinal de agradecimento a Deus pela sua vida, seu trabalho e suas realizações.
Tomou café com a esposa e os filhos e os deixou no colégio. Dirigiu-se a uma das suas empresas.
Cumprimentou todos os funcionários com um sorriso. Ele tinha inúmeros contratos para assinar, decisões a tomar, reuniões com vários departamentos, contatos com fornecedores e clientes.
Por isso, a primeira coisa que falou para sua secretária, foi: Calma, vamos fazer uma coisa de cada vez, sem stress.
Ao chegar a hora do almoço, foi curtir a família. À tarde, soube que o faturamento do mês superara os objetivos e mandou anunciar a todos os funcionários uma gratificação salarial, no mês seguinte.
Conseguiu resolver tudo, apesar da agenda cheia. Graças a sua calma, seu otimismo.
Como era sexta-feira, João foi ao supermercado, voltou para casa, saiu com a família para jantar.
Depois, foi dar uma palestra para estudantes, sobre motivação.
Enquanto isso, Mário, em um bairro pobre de outra capital, como fazia todas as sextas-feiras, foi ao bar jogar e beber.
Estava desempregado e, naquele dia, recusara uma vaga como auxiliar de mecânico, por não gostar do tipo de trabalho.
Mário não tinha filhos, nem esposa. A terceira companheira partira, cansada de ser espancada e viver com um inútil.
Ele morava de favor, num quarto muito sujo, em um porão. Naquele dia, bebeu, criou confusão, foi expulso do bar e o mecânico que lhe havia oferecido a vaga em sua oficina, o encontrou estirado na calçada.
Levou-o para casa e depois de passado o efeito da bebedeira, lhe perguntou por que ele era assim: Sou um desgraçado, falou. Meu pai era assim. Bebia, batia em minha mãe.
Eu tinha um irmão gêmeo que, como eu, saiu de casa depois que nossa mãe morreu. Ele se chamava João. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma.
Na outra capital, João terminou a palestra e foi entrevistado por um dos alunos: Por favor, diga-nos, o que fez com que o senhor se tornasse um grande empresário e um grande ser humano?
Emocionado, João respondeu: Devo tudo à minha família. Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego algum.
Quando minha mãe morreu, saí de casa, decidido que não seria aquela vida que queria para mim e minha futura família. Tinha um irmão gêmeo, Mário, que também saiu de casa no mesmo dia. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma.
                                                                       *    *    *
O que aconteceu com você até agora não é o que vai definir o seu futuro e, sim, a maneira como você vai reagir a tudo que lhe aconteceu.
Não lamente o seu passado. Construa você mesmo o seu presente e o seu futuro.
Aprenda com seus erros e com os erros dos outros.
O que aconteceu é o que menos importa. Já passou.
O que realmente importa é o que você vai fazer com o que vai acontecer.
E esta é uma decisão somente sua. Você decide o seu dia de amanhã. De tristeza ou de felicidade. De coisas positivas ou de amargura, sem esperança.
Pense nisso! Mas pense agora!

 Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria ignorada.
Disponível no cd Momento Espírita, v. 11, ed. Fep.
Em 20.10.2011.

PEQUENAS REGRAS PARA A DESOBSESSÃO

Procure:
mais do que saber - dominar-se;
mais do que agir - elevar;
mais do que estudar - aprender;
mais do que pensar - discernir;
mais do que falar - educar;
mais do que aconselhar - servir;
mais do que escutar - compreender;
mais do que perdoar - amparar;
mais do que sofrer - resignar-se;
mais do que amar - sublimar.
Quando nos expressamos, usando o modo imperativo do verbo, não queremos dizer que nós outros, - os amigos domiciliados no Mais Além, estejamos a cavaleiro dos obstáculos e dificuldades que oneram os companheiros do mundo.
Todos estamos ainda vinculados à Terra. E, na Terra, tanto adoece o cientista que cria o remédio, em favor dos enfermos, quanto os clientes que lhe desfrutam os recursos da inteligência; tanto carrega problemas o professor que ensina, quanto o aprendiz que se lhe beneficia do apoio cultural. Assim também na desobsessão. Todos os apontamentos que se relacionam com o assunto tanto se dirigem aos outros quanto a nós.

André Luiz

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

HOSPITAL ES´PÍRITA EM FLORIANÓPOLIS

PENSAMENTO LOGOSÓFICO

Para ser bom é necessário saberPor Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)


Muitas vezes foi dito que é necessário ser bom e que há que fazer o bem. Isto foi repetido de várias formas e em todas as partes; mas sempre ocorreu que, após serem escutadas estas palavras, não se teve um conceito claro do que elas significam, nem de como realizar o que recomendam.



Tão prontamente como nasce o propósito de ser bom, o sensato seria formular-se estas perguntas: "Dizem-me que devo ser bom e esse é meu desejo, mas, que devo fazer para conseguir? De que forma devo proceder? Com que meios conto?" O mesmo quando se trata de fazer o bem: "Que devo fazer? De que forma? Com que meios?"



Poderiam sobrevir depois outras indagações: "Como comprovarei que sou melhor a cada dia? Que fatos o demonstrarão? Como comprovarei que fiz o bem? Através de que fatos poderei confirmá-lo?"



Uma longa série de perguntas poderia seguir às anteriores, mas se não se conta mais do que com o propósito de ser bom, isso não bastará para concretizar uma compreensão de cada pergunta formulada. Passarão depois dias, meses, anos, épocas, quiçá, e aquelas exortações de ser melhor e de fazer o bem serão relegadas ao esquecimento pela mente, continuando na posição da maioria, que fazo bem inconscientemente, seja a si mesmos, seja aos seus semelhantes, isto é, sem ter consciência real de que na verdade são melhores ou de que fazem o bem.



Todos têm um passado e um presente que conhecem; mas também têm um futuro que não conhecem. Durante sua vida o ser vai criando um futuro, que é resultado da forma como viveu seu passado e seu presente; daí que, analisando estes dois períodos de tempo, não fique difícil predizer o que poderia acontecer no futuro, porquanto as predições estão baseadas sempre no conhecimento do passado.



O conhecimento permite saber como se proteger



contra os males do futuro



Mas o certo é que, assim como se leva em conta as coisas boas que se fez, também há Quem as leva a respeito de todo o mal. Estas últimas são dívidas que, inexoravelmente, mais tempo, menos tempo, terão que se pagar.



Assim, quando ocorre um contratempo, quando tem lugar o que cada um considera um mal ou uma desgraça, é atribuído à fatalidade, à má sorte, ao destino; enfim, a muitas coisas, sem que jamais assome na mente humana o pensamento que aponte a própria culpabilidade ou o próprio causador desse mal, que é a própria pessoa.



Pois bem; é completamente lógico que se tenham cometido muitos erros ou se tenha feito tanto mal; mas isto não deve ser motivo de pesar algum, quando no presente se tem a oportunidade de possuir o conhecimento, que permite saber como o ser pode proteger-se contra os males do futuro, pois já se tem algo que pode encher o coração humano de alegria sã e verdadeira.



De posse do conhecimento causal se lavra, pois, um porvir; se forja um futuro, que já não é incerto para a vida de quem está vigiando constantemente todos seus atos, seus pensamentos e suas palavras, a fim de que estes não promovam mais danos do que os que promoveram nos tempos em que não se era capaz de ser consciente desses mesmos atos, pensamentos e palavras.

Evento

Região dos Lagos e Norte Fluminense recebem Richard Simonetti



O expositor paulista da cidade de Baurú, escritor regular de periódicos espíritas de projeção nacional, e já com 50 obras publicadas, realizará um ciclo de palestras nos municípios de Macaé, São Pedro da Aldeia, Saquarema, Cabo Frio e Araruama, de 4 a 6 de novembro de 2011.



http://www.espiritismo.net/content,0,0,2209,0,0.html

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Nelson Xavier volta ao cinema espírita: “Eu tenho que retribuir ao Chico”


Ator que viveu o médium Chico Xavier duas vezes no cinema interpreta psiquiatra em produção que chega às telonas nesta semana

Nelson Xavier interpreta o psiquiatra Levy em O Filme dos Espíritos
  Nelson Xavier interpreta o psiquiatra Levy em O Filme dos Espíritos (Luciano Piva / Divulgação)
Nelson Xavier já trabalhou em mais de 50 filmes e 20 novelas, mas nos últimos anos teve a sua imagem atrelada à do médium mineiro Chico Xavier, ao interpretá-lo duas vezes no cinema – na produção de mesmo nome, de 2010, e em As Mães de Chico Xavier, lançado em abril passado. Neste fim de semana, ele volta às telonas em mais um longa-metragem espírita, O Filme dos Espíritos.
O ator, no entanto, não encarna o papel do médium novamente. Nelson Xavier vive o psiquiatra Levy, que trabalha em um hospital de deficientes mentais e é espírita. Logo no início do filme, seu personagem descobre que tem um câncer, mas a morte não lhe assusta. Xavier viveu a cena na vida real, em 2004, quando foi diagnosticado com câncer de próstata. O medo da morte, no entanto, já não lhe tira a tranquilidade. “Não posso dizer que estou preparado para a morte, mas admito que fiquei mais maduro e sereno em relação a ela depois dos filmes”, diz.
Em entrevista ao site de VEJA, Nelson Xavier fala sobre as mudanças que sofreu após o contato com o espiritismo e se diz na obrigação de retribuir o bem que, acredita, Chico Xavier fez em sua vida. “Hoje, acredito numa porção de coisas em que antes não acreditava e recebo isso como um presente, um prêmio que deve ser retribuído”, declara. Confira abaixo a entrevista.

Você começou a filmar Chico Xavier dizendo-se ateu, mas já está no terceiro filme espírita. Depois deste último longa, você se considera religioso? Não gosto de resumir nada a religião, porque isso diminui as coisas. Mas antes eu me nomeava ateu, hoje não posso mais dizer que sou. Sempre acreditei que a frase dita por Jesus, “Amai-vos uns aos outros”, era a coisa mais revolucionária já dita por alguém, ainda mais por ter sido proferida há 2.000 anos. E vi que o Chico viveu assim, guiado por esse pensamento. Percebi também que acreditava nele, mas não o colocava em prática, ficava só reclamando do que os outros não faziam. Hoje, acredito numa porção de coisas em que antes não acreditava. A vivência com o universo do Chico me mudou muito. Tê-lo vivido me tornou próximo das coisas que ele disse, me emocionando a tal ponto que recebi tudo como um presente, um prêmio. Tenho que retribuir. 
Então, fazer esses dois últimos filmes depois de Chico Xavier, com produções mais simples e de menor orçamento, foi uma forma de retribuição? Pois é. E este eu fiz porque o trabalho daquela gente nas Casas André Luiz é uma coisa tão fantástica que ninguém pode ficar indiferente. O trabalho que eles fizeram de ajudar oito jovens a realizar curtas-metragens, apoiando a vocação deles, foi muito interessante. Acho até que o filme superou as expectativas, já que foi o primeiro longa deles.
Luciano Piva / Divulgação
Nelson Xavier interpreta o psiquiatra Levy em O Filme dos Espíritos
Nelson Xavier interpreta o psiquiatra Levy em O Filme dos Espíritos

Em O Filme dos Espíritos, seu personagem, Levy, é psiquiatra no hospital das Casas André Luiz, que atende deficientes mentais na vida real. Como foi para você a gravação das cenas com os pacientes? 
Não há como passar incólume àquele pátio que aparece no filme. Eu conheci o local na hora de filmar, ao cruzar um corredor entre os pavilhões do hospital. Não vi nada, só ouvi o som das pessoas nas camas, os gemidos. Do outro lado, eu já estava chorando muito. E fiquei muito inspirado para fazer o Levy. Aprendi uma dimensão da caridade que não conhecia. Aqueles deficientes são tratados por aquelas pessoas como se fossem irmãos diletos, com uma alegria e uma generosidade extraordinárias. 
O filme trata de temas bem marcantes para a doutrina espírita, como aborto, reencarnação, mediunidade, obsessão e vida após a morte. Seu pensamento sobre algum desses assuntos mudou? Sobre aborto, sempre pensei que a mulher tem que decidir o que fazer. Cada um escolhe seu destino, e isso continuo pensando. Sobre os outros temas, eu tinha uma posição meio neutra, mas agora estou achando que é verdade, que é possível que a comunicação entre os dois mundos exista. 
Nos três filmes espíritas de que você participou, os seus personagens lidam diretamente com a morte. E você, como encara essa questão hoje? Não posso dizer que estou preparado, mas admito que fiquei mais maduro e sereno em relação à morte. O câncer que descobri em mim há oito anos, antes do filme do Chico, também foi parte desse processo todo. Caí num abismo e quem me ajudou a levantar foi minha mulher, Via Negromonte. Uma experiência dessas coloca a gente frente a questões que não se enfrentam normalmente. Quando o filme do Chico apareceu, de certo modo foi bom ter tido câncer, eu estava mais sensível a essas questões. Foi como uma preparação. 
Há previsão de um novo longa espírita? Não apareceu outro convite. Se aparecer algo interessante, posso analisar. Mas também não quero começar a fazer filme espírita sem parar. Faço bandido, também, a vida continua, é meu ofício.
E quais são seus próximos projetos? Nos próximos dois meses, devo estrear uma espécie de monólogo com um texto composto, entre outras coisas, por falas do Chico Xavier em várias ocasiões. Ele disse tanta coisa incrível sobre o amor e a caridade que acho importante reproduzir. Em um certo momento, eu o interpreto. Em outros, falo frases dele. A seleção foi feita pelo meu amigo escritor Ivan Jaf. A direção é da minha mulher, Via Negromonte.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O filme dos espíritos

Bom dia, amigos.

Ontem, conseguimos assistir ao filme ( fomos a outro cinema ).
Gostei muito do roteiro.

Interessante abordagem de casos que verificamos todos os dias de nossa existência, narrando com detalhes, os sofrimentos e dúvidas que surjem no nosso dia a dia.
Excelente aprendizado.
Não deixe de prestigiar. Vale à pena.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

MESMER

Mensagens de Mesmer (Espírito): A Revista Espírita, editada por Allan Kardec, em suas edições de Janeiro e Outubro/1864 e Maio/1865 publicou quatro instrutivas mensagens mediúnicas assinadas por Mesmer, abordando os temas: Médiuns Curadores, Fenômenos Espíritas, Imigração dos Espíritos Superiores para a Terra e Criações Fluídicas.


Dentre os seus conceitos sobre mediunidade de cura e magnetismo, destaca-se o seguinte tópico: “A vontade desenvolve o fluido seja animal, seja espiritual, porque, o sabeis todos agora, há vários gêneros de magnetismo, entre os quais estão o magnetismo animal e o magnetismo espiritual que pode, segundo a ocorrência, pedir apoio ao primeiro. Um outro gênero de magnetismo, muito mais poderoso ainda, é a prece que uma alma pura e desinteressada dirige a Deus.” (Revista Espírita, Jan./1864, p. 7, IDE.)


Vejamos abaixo, na íntegra, a mensagem que acabamos de citar:


Médiuns Curadores


“A vontade, existindo no homem em diferentes graus de desenvolvimento, serviu, em todas as épocas, seja para curar, seja para aliviar. É lamentável ser obrigado a constatar que ela foi também a fonte de muitos males, mas é uma das consequências do abuso que, frequentemente, o ser faz de seu livre arbítrio.


A vontade desenvolve o fluido seja animal, seja espiritual, porque, o sabeis todos agora, há vários gêneros de magnetismo, entre os quais estão o magnetismo animal e o magnetismo espiritual que pode, segundo a ocorrência, pedir apoio ao primeiro. Um outro gênero de magnetismo, muito mais poderoso ainda, é a prece que uma alma pura e desinteressada dirige a Deus.


A vontade foi, frequentemente, mal compreendida; em geral aquele que magnetiza não pensa senão em desdobrar sua força fluídica, senão em derramar seu próprio fluido sobre o paciente submetido a seus cuidados, sem se ocupar se há ou não uma Providência que nisso se interessa tanto e mais do que ele; agindo só, não pode obter senão o que sua única força pode produzir; ao passo que nossos médiuns curadores começam por elevar sua alma a Deus, e para reconhecer que, por eles mesmos, não podem nada; fazem, por isso mesmo, um ato de humildade, de abnegação; então, confessando-se muito fracos por si mesmos, Deus, em sua solicitude, lhes envia poderosos recursos que não pode obter o primeiro, uma vez que se julga suficiente para a obra empreendida. Deus recompensa sempre a humildade sincera elevando-a, ao passo que rebaixa o orgulho.

Esse recurso que envia, são os bons Espíritos que vêm penetrar o médium de seu fluido benfazejo, que este transmite ao enfermo. Também é por isso que o magnetismo empregado pelos médiuns curadores é tão poderoso e produz essas curas qualificadas de miraculosas, e que são devidas simplesmente à natureza do fluido derramado sobre o médium; ao passo que o magnetizador comum se esgota, frequentemente, em vão, em fazer passes, o médium curador infiltra um fluido regenerador pela única imposição das mãos, graças ao concurso dos bons Espíritos; mas esse concurso não é concedido senão à fé sincera e à pureza de intenção.”


MESMER (Médium - Sr. Albert)

Revista Espírita – Ano 7 – Janeiro/1864

O DOM DA CURA

Antigamente, no mundo ocidental, a saúde era considerada como resultado do bom funcionamento do conjunto de órgãos do nosso corpo. Esta ainda é a concepção predominante, e os métodos mais usados pela medicina tradicional - o bombardeio químico ou a intervenção cirúrgica - revelam que ela encara o corpo humano como uma simples máquina.


Muito mais antigamente, no entanto, no Oriente, já se compreendia a saúde como resultado de um equilíbrio entre o corpo e o Espírito, ambos importantes e inter-relacionados de maneira tão estreita, que se podia agir com o corpo e atuar na mente ou, usando a mente, comandar o corpo.

Cada vez mais, a experiência demonstra que esta última é a hipótese válida. Os médicos vão compreendendo que é impossível curar verdadeiramente uma doença agindo sobre sua manifestação externa, visível, física, pois suas raízes são muito mais profundas: encontram-se a nível mental, emocional, espiritual (ou como diríamos nós, espíritas, a nível perispiritual e espiritual).

A cura, como se pode ver, não é então um simples ato mecânico. Não basta resolver os sintomas observáveis de um mal para que ele desapareça, se sua causa está num desequilíbrio muito mais profundo, entre o Ser e as leis naturais. A cura, como se pode ver, depende também do doente querer, desejar e procurar reequilibrar-se psíquica e espiritualmente, razão pela qual Jesus dizia: Vai, e não peques mais.

Sem colaboração do enfermo, o médico (ou curador, de maneira geral) nada pode fazer, a não ser, quem sabe, proporcionar um certo alívio.

Esta maneira de entender o processo de cura também conduz a uma compreensão totalmente nova do papel do curador. Em geral, as pessoas se impressionam enormemente com aqueles que possuem, ou a mediunidade de cura, ou um poder magnético próprio capaz de eliminar enfermidades.

Estas curas ainda são consideradas milagres, os que as obtém são considerados santos ou missionários, tudo é levado para o terreno do mágico e do maravilhoso.

O que as pessoas se esquecem é de que milagres são simplesmente eventos cujas causas não entendemos, como um grupo de indígenas boquiabertos perante um Caramuru que ateia fogo na água.

A enfermidade é um estímulo evolutivo, um modo de perceber que estamos agindo contra as leis naturais, e de nos reencontrarmos com elas. Todo mal contém uma lição, se estamos receptivos para assimilá-la. É um período de auto-educação, que podemos prolongar ou encurtar, dependendo da nossa atitude mental.

O curador, na verdade, não cura, mas é um facilitador do processo de autocura, da mesma forma que o professor não educa, mas é um facilitador do processo de auto-educação.

O seu poder não é ilimitado, pois depende da necessidade, merecimento e fé do paciente.

O curador não realiza a cura, ele funciona como um agente catalisador de recursos curativos, os quais poderão ser bem ou mal aproveitados pelo enfermo, de acordo com sua condição emocional, mental, espiritual.

O dom de curar, então, não existe? Bem... como capacidade de aliviar os sofrimentos, ele existe, sim, dentro de cada um que tem amor e compaixão pelo seu semelhante. A eficácia do passe demonstra isto na rotina dos centros espíritas.

Como poder de liberação definitiva dos males físicos e espirituais, no entanto, ele está em cada ser humano, para ser exercitado em favor de si mesmo, na própria transformação interna para melhor.



RITA FOELKER

DOENÇA MENTAL - CIÊNCIA E FÉ

Será que cura mental verdadeira tem que ver com a espiritualidade? De que maneira é possível obter discernimento espiritual?



Neurocientistas criacionistas (que crêem num Deus Criador) têm concluído que saúde depende de forças espirituais atuando sobre o corpo e a mente do ser humano e não somente de cuidados sobre o físico e o emocional. Inúmeros estudos científicos (ver Harold Koenig, Ph.D., Dan Blazer, Ph.D., Jochen Hawlitschek, Ph.D., Rollo May, Ph.D., etc.) têm revelado o poder da fé religiosa sobre a saúde.


Nos grupos de Alcoólicos Anônimos (AA) parece haver dois grupos diferentes de membros. Há os que estão sóbrios, que pararam de beber e pararam no parar de beber sem buscar crescimento pessoal, vivendo o que chamam de “porre seco”. E os que, além de terem parado de ingerir bebidas alcoólicas de qualquer tipo ou qualquer coisa que contenha álcool, vivem um processo chamado de “despertar espiritual”, que segundo entendo, envolve desenvolvimento pessoal rumo ao amadurecimento emocional e espiritual, incluindo o aprendizado de mansidão, humildade, simplicidade, honestidade, verdade, compaixão, ajuda ao próximo, etc., valores espirituais que fazem as pessoas serenas, alegres, animadas, úteis, misericordiosas.



O que promove este “despertar espiritual”? Por que nem todos, dos grupos de AA ou quaisquer outras pessoas, não entram neste despertar? O que faz a diferença? Por que dos dez leprosos que Jesus curou, somente um teve discernimento espiritual que o fez voltar para agradecer pela cura física, e assim ganhando também cura mental e espiritual? O que na mente humana faz a escolha do caminho espiritual? Por que algumas pessoas escolhem esse caminho, enquanto outras o rejeitam?



As respostas para essas perguntas não são simples e parece que não as temos todas ainda. O mundo está ficando “religioso” não quanto ao discernimento e crescimento espirituais, e sim na prática de rituais religiosos. Participar de um serviço religioso de qualquer denominação não é o mesmo que obter discernimento espiritual que faz alguém uma pessoa melhor. Curas “milagrosas” podem ser falsas, especialmente se o recebedor segue sendo pessoa desagradável, desonesta, materialista, ranzinza, autoritária, orgulhosa, prepotente, etc., revelando, assim, que o caráter não mudou. Se seu caráter não muda para melhor com sua prática religiosa, algo está errado em você, na filosofia que você crê, ou em ambos.



Há cerca de 2 mil anos atrás, estando em Jerusalém, Jesus disse que iria para o céu e enviaria o Consolador, o Deus Espírito Santo, cuja função seria convencer qualquer pessoa, no processo de cura interior, de três coisas: 1)do pecado, 2)da justiça e 3)do juízo (Evangelho de João cap.16, versículos 7 à 11). O que Ele quis dizer com isso e o que isso tem que ver com o título acima “Discernimento Espiritual e Cura Mental”?



Quando conseguimos estar abertos mentalmente o suficiente para perceber que há problemas dentro de nossa mente e que somos impotentes para curá-los plenamente usando quaisquer recursos científicos, então estamos dando os primeiros passos para o discernimento espiritual que pode nos levar à cura mental profunda. Sem isto, as soluções podem ser não plenamente suficientes para produzirem real paz interior, alegria genuína, capacidade para amar maduramente. Remédio não muda o caráter.



O que entendo dessa fala de Jesus, é que Ele produz, via o Espírito Santo, o discernimento espiritual para nos mostrar as necessidades de mudança interior (convencer do pecado), nos revela que a justiça (pureza mental) está disponível para os que a querem e a buscam com perseverança e de todo o coração, e que a vitória já está garantida, mesmo agora e em nível universal após o juízo final, e ela é a vitória da misericórdia, da verdade, da justiça, do amor. Podemos falar de cura mental sem discernimento e crescimento espiritual? Penso que não. Então, recomendo que você, leitor, se ainda não fez isso, comece a desejar o desejo de crescimento espiritual para obter a cura mental profunda, sem estagnar num “porre seco”.

DOENÇAS MENTAIS - CIÊNCIA

O que é Doença Mental?


Medicamente,  Doença Mental pode ser entendida como uma variação mórbida do normal, variação esta capaz de produzir prejuízo na performance global da pessoa (social, ocupacional, familiar e pessoal) e/ou das pessoas com quem convive.Organização Mundial de Saúde diz que o estado de completo bem estar físico, mental e social define o que é saúde, portanto, tal conceito implica num critério de valores (valorativo), já que, lida com a idéia de bem-estar e mal-estar.
 
Quais as causas das Doenças Mentais?


Assim como as demais doenças, podemos dizer que para se desenvolver uma Doença Mental há necessidade, no mínimo, de 2 fatores; a disposição pessoal para a doença e dos agentes ocasionais.



Disposição Pessoal Original

A disposição pessoal do indivíduo diz respeito a seus Traços de Personalidade, suas características constitucionais. Por constituição devemos entender a configuração permanente do indivíduo, tal como seu fenótipo, ou seja, uma somatória dos elementos genéticos com os elementos acoplados à sua pessoa durante seu desenvolvimento. Fenótipo = Genótipo + Ambiente.



A constituição vai além do genético, como se entende no exemplo de uma pessoa nascida com malformações decorrentes da toxoplasmose congênita. Tais manifestações, embora constitucionais, não podem ser consideradas genéticas, não aparecem nos genes dos ancestrais mas, serão constitucionais.



A disposição psíquica pessoal básica tem lugar nos momentos mais precoces da vida, constituindo a marca característica e perene do relacionamento da pessoa com o ambiente e consigo própria, constituindo a maneira do indivíduo contactar e reagir ao mundo objectual. A este ser, dotado geneticamente de um conjunto de Traços pessoais e de uma série de outras características psíquicas adquiridas durante seu desenvolvimento precoce através da complacência de seus genes, podemos atribuir uma certa Disposição Pessoal Originária, a qual, favorecerá ou não, o desenvolvimento da Doença Mental.



Entram na Disposição Pessoal Original também, todos os perfis constitucionais, tais como suas características metabólicas, endócrinas, neurológicas, etc.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

FALTA DE RESPEITO

Bom dia.

Fomos ontem ao bh shopping assistir o "filme dos espíritos".
Animados com mais um aprendizado, saímos cedo para não perdermos um bom lugar.
Compramos uns salgadinhos, pipoca, etc...( adoro, rsrs ) mas a decepção foi grande:

- Quando apresentamos os ingressos, fomos informados que a sessão havia sido cancelada !

Indaguei o porque do cancelamento e ouví da bilheteira constrangida:
" O FILME DEU DEFEITO "


Defeito???

Alguém pode me explicar como um filme  dá defeito??

Com certeza a sessão foi cancelada por falta de assistentes, mas éramos uns vinte e poucos na fila, então pq o cancelamento ?

Triste saber que a cadeia cinemark instrua seus funcionários a terem uma atitude desreispeitosa com essa.

Voltamos para casa chateados.


Bem....uma semana com feriado...quem sabe "eles consertam" o filme até terça ou quarta feira né?

CADA MANHÃ

Cada manhã, volves ao corpo que te suporta a intemperança e recebes a benção do sol que te convida ao trabalho, a palavra do amigo que te induz à esperança, o apoio constante da natureza, o reencontro com os desafetos, para que aprendas a convertê-los em laços de beleza e harmoniae, sobretudo, a graça de lutar pelo teu próprio aprimoramento, a fim de que o tempo te erga à vitória do bem.


Desencorajar leve, impulso do Bem, é o mesmo que sufocar a semente, que, divina e multiplicada, será no caminho, a base de nosso pão.

Chora, mas constrói o melhor ao teu alcance.

Sofre, mas adianta-te no caminho.

Todos somos parcelas de imensa legião de trabalhadores em nome do Cristo, com o dever de cooperar incessantemente para que a harmonia e a felicidade se ergam na Terra, a benefício de todas as criaturas.

Ainda assim, no contexto geral das atividades, às vezes de sacrifício a que somos chamados, é indispensável compreender que podes e deves conquistar a tua própria paz, e que, a tua própria paz depende exclusivamente de ti.

Entretanto, existe a âncora que resiste a todas as ventanias da adversidade.

Resguardando-te nessa defesa, não há desequilíbrio que te arraste fora do lugar e do dever que te competem.

Apega-te a essa âncora e não temas, porque essa amarra bendita ao alcance de todos é claramente Jesus Cristo.

Por mais sofras, guarda a fé em Deus e segue adiante, no caminho que a vida te deu a trilhar.

A própria natureza é um livro de confiança na Providência Divina.

(Livro: Caminho Iluminado - por Emmanuel)

sábado, 8 de outubro de 2011

ESTRÉIA

BOM DIA.

SÓ PARA LEMBRAR :

ESTRÉIA HOJE NOS CINEMAS DE TODO O PAÍS O " FILME DOS ESPÍRITOS "

NÃO PERCA !

LIBERTE-SE DO PASSADO

Para que você se liberte de seu passado, é preciso que tome consciência de que ninguém na Terra está seguro de nada, e que todos temos limitações. Seu passado não deve ser seu entrave. Considere que seus equívocos, assim como os limites que a vida o impôs, são motivos para que você cresça em busca de felicidade.

As pessoas que porventura o tenham magoado, devem ser colocadas à conta de auxiliares do seu processo de crescimento e de busca de felicidade. Elas, em si, não representam ameaça nem são culpadas. São, ou foram, apenas instrumentos úteis para que você se conhecesse mais. O que elas fizeram ou fazem a você, e que o incomoda, deve ser analisado como algo que o permite conectar-se ao que internamente ainda não está resolvido. Com elas, você não pode perder a oportunidade de descobrir seu mundo inconsciente, identificando os conteúdos que favorecem a ocorrência de situações de sofrimento a fim de solucioná-las.

Não deixe que o ódio ou a mágoa o impeça de ser feliz.

Esses dois são poderosos empecilhos ao amor e à paz. A felicidade passa pelo coração sem mágoas. Lembre-se de que tudo aquilo que você debita ao outro como culpa pelo seu sofrimento aponta para algo em você que ainda não se resolveu.

Quando a angústia atingi-lo, trazendo-lhe tristeza e melancolia, é preciso se lembrar do significado que ela representa. É necessário perceber que, a angústia que muitas vezes nos acomete a alma, advém da saudade de algo indefinido. Essa saudade que se transforma em angústia é a falta de confiança acrescida da incerteza quanto ao próprio futuro. Sentimos saudade de algo ou alguém que não sabemos onde, quando ou se ao menos vamos um dia encontrar.

Sentir saudade, chorar por alguém que não podemos sentir próximo, nos torna seres emocionalmente vinculados ao coração da pessoa querida. Isso, sem o desespero ou a posse, faz bem à alma. É bom sentir saudade e se lembrar de pessoas que fizeram parte de nosso passado e que estejam momentaneamente longe de nós. Pelas portas do coração não existem distâncias. No fio da saudade passa a energia do amor que conecta corações que se amam. Porém, não permaneça muito tempo na energia da saudade.

Ela pode viciar e levá-lo a ficar preso ao passado. Com a energia da saudade faça uma oração em favor da pessoa com quem você fez a conexão emocional.

Para se libertar do passado é preciso ter consciência de que ele não deve necessariamente ser esquecido, mas ressignificado. Não tente esquecê-lo, mas lembrar dele como uma experiência que se teve; seja ela boa ou ruim. Quando boa, deve ser lembrada com alegria. Quando ruim, deve ser lembrada como aquela que o ensinou algo.


Não se culpe pelo que fez no passado ou pelo que faz no presente. Se fez, está feito. Se ainda faz, não faça mais e assuma as consequências por isso. Lembre-se de que os erros cometidos são lições aprendidas.

O passado culposo e que se deseja esquecer representa o campo da experiência que se viveu, porém, não é a mancha eterna que nos macula a alma. A mácula em nós é a ignorância de acreditar que não temos direito à felicidade. Não há futuro sem passado e todo passado está revestido de ignorância. Não há quem não tenha vivido experiências equivocadas. Na Terra, ninguém esteve, ou está, livre de viver experiências consideradas transgressões à ordem vigente. Transgressões ou não, temos que aprender a vivê-las conscientemente.


Olhando para nosso passado temos, hoje, a clareza de ver que erramos, porém, na época agimos como sabíamos ou tínhamos condições. No futuro, avaliaremos o que fazemos hoje e poderemos também perceber os equívocos ou o que poderia ter sido evitado. Arrepender-se do que se viveu é inevitável, mas o arrependimento só surge mediante a ampliação da consciência e da capacidade de amar.

Muitas coisas que nos serviram ontem não nos servem hoje e isso evidencia que hoje somos melhores do que ontem. A culpa impede que percebamos o movimento da vida com liberdade e com o sentimento de realização íntima.

Nossa ignorância nos leva a criar juízes implacáveis na consciência que, de fato, não existem. Eles são frutos da educação, da cultura e de nossa ignorância quanto a nós mesmos. Precisamos colocar na consciência um Criador amoroso e benévolo, compreensivo e paciente, para que não nos punamos por tão pouco.

Tais juízes não são maus em si, mas se transformam por conta de nossa facilidade em dar-lhes o poder de nos comandar.

Não vivemos sem eles, mas, lhes atribuímos um caráter absoluto.

Muitas vezes, nos sentimos culpados por não alcançar certos desejos, acreditando que somos incapazes. Quando, por exemplo, um casamento não dá certo, por fatores múltiplos, é comum um dos cônjuges se perguntar onde foi que errou e lamentar a perda.


O equívoco pode pertencer a qualquer deles, porém, os fatores que levaram à separação física ou emocional estão influenciados por valores pessoais e sociais. Um fracasso não deve representar a perda da própria motivação de viver.


Ele representa uma deficiência na estratégia utilizada para alcançar a felicidade.


Na próxima experiência naquele campo em que se fracassou deverá ser utilizada outra estratégia. Pense também que você precisa modificar seu desejo. Ele poderá estar levando-o exatamente para o lado contrário de sua própria busca interior.

O tipo de desejo e a forma de alcançá-lo nem sempre estão conectados adequadamente.


Lembre-se de que você deve retirar de cada experiência algo de útil e bom para si próprio. Tudo que lhe acontece é um caminho trilhado que poderá ser repetido ou não, a depender de sua vontade. As situações adversas a enfrentar devem ser vividas em seu momento e não de forma antecipada. Quando isso ocorre, gera ansiedade a qual promove infelicidade. Se você sabe que vai vivê-la, prepare-se para fazê-lo com equilíbrio e de forma a extrair dela o melhor possível.


Nunca se esqueça de que somos filhos do Altíssimo e dele recebemos o bom estigma de alcançar a felicidade. Ela deveria estar em nosso presente e será nosso futuro. Em sua trajetória, deseje o próprio bem pessoal tanto quanto o de qualquer pessoa com quem se encontre. Faça o bem quando você puder, a qualquer pessoa que surja em seu caminho. Não olhe para o passado a ponto de se deter nele. Fixe o presente e o futuro.





Do Livro - FELICIDADE SEM CULPA 2ª edição Autor - Adenáuer Novaes

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

ACONTECE NO RIO DE JANEIRO

Estamos preparando nosso último Brechó Chique de 2011, que será no dia 5/11. Estamos precisando de roupas e acessórios femininos e masculinos, novos ou semi-novos. Quem tiver algo para doar, peço que entrem em contato com a Casa de Francisco de Assis 2265-9499/2557-0100, dizendo que tem doações para o Brechó Chique. Todas as vendas serão revertidas para a manutenção da Creche Santa Clara com 73 crianças, e os outros projetos sociais mantidos pela CFA, que podem ser vistos em http://www.casadefranciscodeassis.org.br/index.php?page=projetos&lang=ptAjude, compartilhe! Divulgar também é uma forma de ajudar!

Palestra "Cura Espiritual da Ansiedade, Medo, Fobias e Pânico" com Dr. A...

Ciência e Espiritualidade - Mediunidade e Transtornos mentais

TRAJETÓRIA ESPIRITUAL DE CHICO XAVIER

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Estudo do mês de Outubro




Está o homem na Terra condenados viver fora do abrigo de leis advindas de uma potência intelecto-moral extra-humana? De supor-se que sim! Examinemos os nossos dias e veremos o quadro mórbido das candentes diferenças sociais – Mas, o igualitarismo social e absoluto de todos, nos traria o bem-estar, a paz tão almejada ou então a felicidade ou o progresso?... Os legisladores, em todas as épocas da humanidade até a presente data, têm logrado êxito em suas investidas através de leis? Vemos e/ou sabemos, haverem estadistas e condutores de multidões propugnarem o bem-estar por processos mecânicos e, conseguirem regular as relações sociais? Consegue o homem por mais portento em inteligência e moralidade, fazer o Planeta girar no sentido anti-horário? Pode o humano ofuscar o brilho das estrelas?

Crendo e aceitando a existência de Deus, estão os homens sujeito ao constrangimento no sentido de cumprimento de Leis Naturais?
www.forumespirita.net - Fórum de estudo da Doutrina Espírita. Partilha de conhecimento, experiência e recursos espíritas. Chat, downloads, audiobooks, palestras, vídeos, livros, mensagens, música, e muito mais...





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terça-feira, 4 de outubro de 2011

JOSÉ REIS - UM ESTUDIOSO

A divisão do Cristianismo em milhares de igrejas deve-se à instituição de doutrinas polêmicas dogmáticas pelos teólogos antigos. A sua primeira grande divisão ocorreu em 1054, quando o arcebispo Cerulário de Constantinopla fundou a Igreja Católica Ortodoxa Oriental. E, no século XVI, foi a vez da Reforma Protestante de Lutero, que rachou de vez o cristianismo, mas contribuiu muito para com o enfraquecimento da Inquisição. Em seguida, a Igreja realizou o Concílio Ecumênico de Trento (1545 a 1563), corrigindo alguns de seus erros.


Na década de 1850, Kardec, “o bom senso encarnado”, tornou-se o mais importante reformador do Cristianismo, pois ele ensinou, de acordo com a orientação de espíritos santos, o estudo racional da Bíblia, sem os erros e abusos das interpretações literais e metafóricas, pelo que o espiritismo é considerado o Consolador prometido por Jesus.

E a Igreja tem as suas divisões: os fundamentalistas, os adeptos da TFP e os carismáticos. Geralmente, essas correntes travam as ideias inovadoras da Igreja. Por isso, são frequentes os seus conflitos com os padres e até com bispos. E, hoje, os carismáticos estão descobrindo a mediunidade, pois é inevitável que haja entre eles médiuns especiais, ou seja, os que imantam (incorporam) espíritos. E muitos deles estão procurando as casas espíritas para se esclarecerem sobre os fenômenos mediúnicos (espirituais para Paulo) que ocorrem com eles em suas reuniões, pois o dom da mediunidade não escolhe religiões. Nas palestras que faço pelo Brasil afora, tenho observado essa frequência de carismáticos às casas espíritas. Aliás, carismático (“carismata” em grego) significa também médium.


Os espíritos manifestantes são demônios (“daimones” em grego) já santos (evoluídos) ou ainda maus (atrasados), mas todos são realmente humanos e não de outra categoria de espíritos, e menos ainda Deus, chamado de Espírito Santo por uma parte dos cristãos.(1 Coríntios, capítulos 12, 13 e 14; Números 11: 24 a 30; Salmo 51:12; 1 João, 4:1; Vulgata Latina e o espiritismo). Já diabo, satanás, dragão etc. não são espíritos, mas símbolos do pecado, do mal. Não sigamos os erros de interpretação bíblicos dos teólogos do passado. Estudemos a Bíblia em seus textos mais antigos anteriores às doutrinas dogmáticas, principalmente os em grego do Novo Testamento, e em latim da Vulgata Latina, para nos certificarmos das verdades bíblicas, para podermos difundi-las, colaborando, assim, para com a correção de um dos grandes erros do cristianismo, que, inclusive, incrementam o crescimento dos sem religião e ateus.

O Apocalipse nos mostra que, quando João o escreveu (em 95), o povo acreditava que Nero havia voltado à vida em Domiciano. Mas não se trata da reencarnação do espírito de Nero em Domiciano, pois esses dois imperadores romanos eram contemporâneos. Domiciano era até mais velho que Nero. O que aconteceu é que o espírito de Nero, que morreu primeiro, obsidiava Domiciano (o encosto popular). Nero, a primeira besta, morreu, mas voltou à vida em Domiciano (Apócalipse 13: 3 e 14). O próprio são João, pois, defende esse princípio espírita de obsessão ou possessão de Domiciano pelo demônio (espírito humano) de Nero, e não pelo diabo, satanás, lúcifer, serpente ou dragão, que, como vimos, nem se trata de espíritos, mas de símbolos do mal, pecado!


PS:

Recomendo o livro “Parábolas de Jesus”, do juiz de direito Haroldo Dutra Dias, Ed. Federação Espírita do Paraná (FEP).



Obs.: Esta coluna, de José Reis Chaves, às segundas-feiras, no diário de Belo Horizonte, O TEMPO, pode ser lida também no site www.otempo.com.br Clicar “TODAS AS COLUNAS”. Podem ser feitos comentários abaixo da coluna. Ela está liberada para publicações. Ficarei grato pela citação nelas de meus livros: “A Face Oculta das Religiões”, Ed. EBM, “O Espiritismo Segundo a Bíblia”, Editora e Distribuidora de Livros Espíritas Chico Xavier, Santa Luzia (MG), “A Reencarnação na Bíblia e na Ciência” Ed. EBM (SP) e “A Bíblia e o Espiritismo”, Ed. Espaço Literarium, Belo Horizonte (MG) – www.literarium.com.br - e meu e-mail: jreischaves@gmail.com Os livros de José Reis Chaves podem ser adquiridos também pelo e-mail: contato@editorachicoxavier.com.br e o telefone: 0800-283-7147.

Deus te sustentará - Emmanuel

"Se alguém cria meios de fazer-te chorar e procuras sorrir, em auxílio aos outros que necessitam de ti, Deus te revestirá de forças novas, a fim de que a paz esteja contigo..."




Se alguém te engana e perdoas a esse alguém, sem pedir contas, Deus te fortalecerá na jornada para a frente...

Se alguém cria meios de fazer-te chorar e procuras sorrir, em auxílio aos outros que necessitam de ti, Deus te revestirá de forças novas, a fim de que a paz esteja contigo.

Se alguém se te atravessa no caminho, apropriando-se de vantagens que talvez viessem a pertencer-te e sabes olvidar aborrecimentos e prejuízos em favor do contentamento alheio, Deus te guiará para conquistas mais valiosas.

Se alguém te censura, injustamente, e consegues esquecer azedumes e agravos, Deus te garantirá com energias novas para que prossigas em serviço, dissipando a sombra em que te buscam envolver.

Se alguém duvida de tua sinceridade e continuas servindo por amor a todos aqueles que confiam em ti, Deus te fará justiça no momento oportuno.

Se alguém te subtrai a estima e a presença daqueles que mais amas e aceitas a prova, compreendendo que os entes queridos podem ser felizes sem o teu devotamento. Deus te anestesiará o coração, a fim de que continues caminhando no rumo de alegrias maiores e mais belas do que quantas já conheceste.



À frente de quaisquer forças negativas, pensa no bem, desculpa e esquece, empenhando-te a construir e reconstruir em favor do melhor...



Ama compreendendo, para que possas realmente servir.

Em qualquer circunstância, recorda que Deus não nos abandona.

A cada novo dia, entrega-te a Deus e Deus te sustentará.



(Do livro "Tempo de Luz", Emmanuel, Francisco C. Xavier)

NOTA: O link abaixo contém a relação de livros publicados por Chico Xavier e suas respectivas editoras:

http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html

AÇÃO E REAÇÃO

Cotidianamente, e em toda parte, observamos situações e ocorrências que nos parecem profundamente injustas.




Ao lado da favela onde há tanto sofrimento e miséria encontramos a suntuosa mansão, cujos moradores locupletam-se com tudo que o dinheiro e o prestígio podem proporcionar. A cada instante, nos mais diversos pontos da Terra nascem crianças saudáveis e outras doentias, deformadas, excepcionais e limitadas; enquanto uma parte da humanidade já nasce com inclinações boas, dignas e honestas, outra demonstra desde a mais tenra infância tendências para o furto, a mentira, a hipocrisia, a crueldade, a perversidade etc.



O mesmo ocorre com a inteligência, que não é hereditária, porque muitos luminares da ciência e do intelecto eram e são filhos de pais comuns e até mesmo pouco inteligentes, enquanto pais de grande capacidade mental têm gerado filhos limitados.



E perguntamos então a nós mesmos por que tantas e tão dolorosas diferenças entre os filhos do mesmo Pai? Se nós, humanos e falíveis, não seríamos capazes de atos tão injustos ou maus para com nossos filhos, como poderia Deus, sendo onipotente, justo, sábio e perfeito, demonstrar tanta incompetência, injustiça e perversidade?



Mas a nossa razão diz que não pode ser... que têm de haver outras explicações, caso contrário, deixamos de Nele acreditar e, nessa descrença sofremos o grande vazio que a fuga da fé deixa dentro de nós. A criatura sem fé é como a lâmpada apagada, em meio à escuridão noturna.



Mas, felizmente, sempre chega o dia em que tomamos conhecimento da reencarnação e das leis de causa e efeito ou ação e reação, que os orientais chamam karma.



Esse conhecimento então nos coloca de bem com a existência e começamos a ver Deus, o universo e os mecanismos da vida sob nova luz.

Há algum valor nas promessas, dessas que são feitas a santos ou mesmo a Deus ?

PERGUNTA FREQÜENTE




Como seria uma prece melhor ou “mais forte”?



Para falar com Deus não precisamos recitar preces bonitas nem frases rebuscadas. Ele não se importa com isso, mas sim com a sinceridade dos nossos corações e com os esforços que fazemos para cumprir Sua Lei. Assim, é preferível conversarmos com Deus com a singeleza da nossa fala e a sinceridade da nossa alma, do que ficarmos a recitar orações elaboradas por outros.







PERGUNTA PARA REFLEXÃO







Que é mais importante, freqüentar a igreja, o centro espírita, fazer novenas e orações, ou tornar-se uma pessoa melhor?



De que adianta adentrarmos os templos da nossa fé, se trazemos a mente carregada de maus pensamentos; se o coração não perdoa e as emoções ficam girando em torno dos interesses materiais e das paixões inferiores?



Jesus foi muito claro ao dizer: “Antes de entrares no templo para fazeres tua oferenda, vai e reconcilia-te com teu inimigo”. Isto significa que para entrarmos em contato com as forças mais altas devemos primeiro limpar o coração de todos os ódios, das mágoas e das sujeiras que ali desenvolvemos com nossas atitudes egoístas e antifraternas.











Se fazemos diariamente a limpeza da nossa casa, deveríamos também limpar continuamente a nossa moradia espiritual, nosso interior. Somos sempre visitados por mensageiros divinos, os bons espíritos, e eles nos enxergam por dentro, percebendo nossos sentimentos e pensamentos mais secretos, assim como o lixo que acumulamos através da nossa conduta.



Também é preciso aprendermos a orar, não abusando das sublimes dimensões da prece.







PERGUNTA NATURAL



Que podemos entender por abusar da prece?



Abusamos da prece quando ficamos desfiando orações decoradas, recitadas, de forma automática; quando fazemos pedidos mesquinhos, egoístas e antifraternos, e quando prometemos algo a Deus ou a seres superiores em troca dos seus favores.



Mas orações decoradas também têm seu valor. Quando nossa estrutura espiritual está muito carregada de materialidade, ou de energias incompatíveis, fica difícil conseguirmos sintonizar com faixas espirituais mais elevadas. Nessas situações, e conforme o caso, a prece decorada pode ajudar desde que o pensamento e a emoção estejam continuamente fixos nas idéias que ela vai apresentando. Essa conexão contínua da emoção e do pensamento com idéias de elevado teor espiritual possibilita a eliminação de parte dessa materialidade, deixando surgir a religiosidade.



Deus nos ajuda na medida das nossas necessidades e a maior importância da prece está no bem que ela nos faz. Ela nos torna receptivos, dinamiza nossa fé e nos permite sintonizar com faixas mais altas. É por esses canais que os espíritos benfeitores nos inspiram em nome do Pai, ajudando-nos das mais diversas formas, sempre que isto for permitido.



A oração, para produzir efeito, precisa sair das profundezas da alma, em alta vibração de fé e amor, conduzindo pedidos legítimos. Também não é preciso falar muito, apenas o necessário para expor o que se pretende, aliás, nem falar seria preciso, porque Deus sabe melhor que nós do que mais estamos necessitando. O ato de falar é para podermos arrumar nossos pensamentos, visualizar nossas necessidades, dinamizar e direcionar as energias envolvidas na súplica.







PERGUNTA NATURAL



Que tipo de pedidos podem ser considerados legítimos?



Podemos e devemos pedir ajuda a Deus nas horas da dificuldade e nos momentos de aflição, assim como, agradecer-lhe por tudo que a vida nos dá. Também podemos orar pedindo proteção e orientação para nossas vidas. Mas a melhor das preces é aquela em que solicitamos ao Senhor da Vida ajuda para conseguirmos vencer nossas imperfeições e desenvolver valores como a fraternidade, a honestidade, a justiça e a paz.



Outra rogativa benéfica é quando pedimos por outras pessoas, principalmente por aquelas que não estão ligadas a nós por laços de afeto ou quaisquer interesses. É quando oramos pelos que sofrem, pelo doente anônimo, pelos viciados e os criminosos; é quando pedimos ao Senhor da Vida pela paz na Terra, pela justiça social, pela fraternidade entre todos, e também por aqueles que governam, para que governem melhor.







PERGUNTA FREQÜENTE



Qual é o melhor lugar para se orar?







No Evangelho, em João, capitulo 4, conta-se que Jesus, falando com uma mulher samaritana sobre o local onde Deus deve ser adorado, lhe disse: “Mulher, podes crer-me, que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.” (...) “Deus é espírito; e importa que seja adorado em espírito e em verdade”.





Vemos assim, que não são necessários templos ou lugares especiais para se adorar Deus.



O melhor de todos os templos é a intimidade do coração, a igreja da alma, onde no silêncio da meditação e da prece podemos sintonizar com faixas mais elevadas e nutrir nosso espírito com energias superiores.







PERGUNTA NATURAL



Há algum valor nas promessas, dessas que são feitas aos santos e mesmo a Deus?







Há promessas benéficas quando se promete abandonar um vício ou praticar algo realmente bom. Mas mesmo assim, reflete imaturidade.



Muitas pessoas fazem uma promessa mais ou menos nestes termos: “Meu querido santo fulano… se me deres tal coisa, prometo acender uma vela do meu tamanho diante da tua imagem”.



Mas será que esses seres superiores vendem sua ajuda?



Sentirão prazer com velas ou outro tipo de promessas ou oferendas?



Será que o Soberano Senhor nos vende suas bênçãos? Ou pagamos nós pela luz do Sol, pela chuva, ou os pássaros e as flores que enfeitam e alegram nossa vida? Será que damos algo em troca do céu azul ou das noites estreladas, do murmúrio do vento ou dos sons da vida que dão contentamento ao coração? Pagamos algo pela faculdade da visão, da fala ou da audição? Podemos acaso comprar a amizade ou o amor, que são o fundamento e a própria razão do existir?







PERGUNTA NATURAL



É preciso ter merecimento para pedir ajuda a Deus?



Sempre podemos pedir ajuda a Deus. Para isso não é necessário que sejamos “bons”, ou que estejamos cumprindo Suas leis. Mas quando a aflição nos alcança e nos dirigimos ao Alto em busca de ajuda, esse ato deve também representar um momento de reflexão, de perguntas a nós mesmos, sobre a forma como estamos conduzindo nossas vidas. Da mesma forma é importante tomarmos decisões no sentido de nos tornarmos merecedores, ante as forças superiores.



A dor e o sofrimento não são castigos de Deus. Às vezes representam resgate de más ações praticadas no passado; de outras, são avisos que a vida nos dá para mudança de rumos.



É claro que o merecimento também é um fator importante, tanto que Jesus dizia: “A cada um será dado de acordo com suas obras”.



Orar é abrir nosso interior para a luz de Deus, é falar com o Pai, com o profundo amor e respeito que Lhe devemos.



Conta-se que um velho escravo tinha muita vontade de entrar na capela da fazenda, mas isto era proibido. Ele conhecia a história de Nosso Senhor e amava muito aquele Sinhôzinho branco, tão bom que havia morrido na cruz, pelo amor que tinha por todas as pessoas.



Nos dias de domingo, quando a capela se enchia de gente, o velho escravo ajoelhava-se em meio ao matagal e, olhando de longe aqueles vitrais coloridos, a cruz ao alto, tirava o chapéu com muita humildade e respeito, dizendo: “Meu Sinhôzinho Jesus Cristo, nego veio tá qui…”



Sem dúvida o Mestre ouvia a prece do velho escravo, envolvendo seu coração em júbilo e paz.



Mas será que Ele ouvia as orações orgulhosas, frias e decoradas da maioria dos que lotavam a capela?







PERGUNTA NATURAL



Com que freqüência devemos orar?



Não há limites nem quantidades para a prece, mas sempre é benéfico um contínuo ligar-se espiritualmente às faixas mais nobres da vida; não tanto o pedir, mas principalmente o ligar-se, elevar-se, alargar as próprias fronteiras espirituais, extrapolar as dimensões interiores e sintonizar com os ambientes vibratórios mais elevados, mais nobres, com as faixas de pensamento superior.



A oração pode ser formulada com palavras, mas pode também dispensá-las, bastando abrir o mundo interior para o Alto, assim como a flor que se abre para a luz solar, beneficiando-se com seus raios e irradiando ao mesmo tempo sentimentos de amor e gratidão ao Senhor da Vida.



A oração gera forças incalculáveis dentro de nós e, quando vibra nas faixas do amor, produz o mais elevado teor vibratório que somos capazes de alcançar. E é oportuno lembrar que essa elevação do teor vibratório possibilita a “queima” de energias negativas do nosso sistema energético.



A importância da prece tem sido constatada em várias pesquisas científicas, provando o quanto ajuda na cura de enfermos. Mas pouco vale alguém desfiar rosários de orações, se o pensamento e o sentimento não estiverem junto, se não vibrarem em uníssono com as palavras da prece.



O pesquisador Dr. Masaru Emoto e sua equipe realizaram experiências importantíssimas. Eles congelaram água que havia sido submetida às vibrações de uma prece feita com clareza e pureza. No microscópio, as estruturas das moléculas apareciam cristalinas, apresentando belíssimas figuras geométricas. Já a água que fora submetida a vibrações de sentimentos negativos apresentaram formas feias, disformes, grosseiras e desagradáveis.



Lembremos que nosso organismo é composto por 70% de água. Assim, pensamentos, sentimentos e emoções de amor, fé e alegria vibram positivamente em toda a estrutura psíquica e espiritual, e também atuam em nosso corpo carnal.

O PODER DA ORAÇÃO

A ciência vem pesquisando há várias décadas a força da mente e das emoções, comprovando-a em laboratório, e já fala em tipos de energia diferentes das conhecidas, já que não são detectáveis por instrumentos, nem explicáveis pelos conceitos comuns.




Nesse rol está aquela que denominamos energia psíquica ou “psicoenergia”, por ser gerada pela mente e as emoções e, tanto pode ser positiva, produzindo efeitos bons, quanto negativa, gerando efeitos maléficos. Pode também ser simplesmente neutra.



A existência dessa energia ficou plenamente demonstrada em experiências realizadas em universidades norte-americanas. Numa dessas experiências algumas plantas foram objeto de ódio por grupos de voluntários, enquanto outras recebiam vibrações de amor e carinho. As primeiras murcharam e algumas até morreram, ao passo que as outras, as que receberam pensamentos e sentimentos de amor ficaram cada vez mais exuberantes. Isto prova que há uma energia psíquica que pode ter efeitos benéficos ou maléficos, a depender dos sentimentos ou intenções do seu emissor.



Outras experiências, bastante divulgadas pela mídia, têm sido feitas em hospitais nos EUA.



Para essas experiências foram selecionados aleatoriamente, por computador, dois grupos de doentes: o Grupo A receberia orações feitas por voluntários de determinada igreja. O Grupo B não as receberia. Seria o grupo controle.



Ninguém, nem os médicos, enfermeiros e ajudantes sabiam quais pacientes pertenciam a este ou aquele grupo.



No final de alguns meses foram computados os resultados e descobriu-se que os pacientes do grupo A (que receberam as preces) tiveram significativas melhoras, com relação aos do outro grupo.



Essas e outras pesquisas semelhantes acabaram mudando alguns paradigmas nas atividades médicas.

MAIS UMA OPÇÃO

Despertar Espírita na emissora MIX TV

Estreia dia 04/10/2011 o programa Despertar Espírita na emissora MIX TV no horário de 08h30, em Belo Horizonte e Grande Belo Horizonte.

NET Canal 15 digital.

TV aberta no Canal 24 (antena UHF comum).

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

ENTRE A CRUZ E A ESPADA

Peça Espírita desenvolvida pelo Grupo Teatral Mensageiros do Palco, que narra o drama de um jovem padre que vem exercer o sacerdócio em sua cidade natal. Há um clima de expectativa - o confessionário é o palco das emoções descontroladas, assédios femininos, confissões embaraçosas e uma série de revelações envolvendo um crime recente. Tantas situações conflitantes levam o jovem padre a uma luta interior quanto à sua vocação. Quem vencerá? O Plano superior auxilia na tomada das decisões. Veja como.
Data - 09/Outubro/11 - Domingo - 18:000h
Local - Teatro Municipal de Osasco - TMO - Av. dos Autonomistas, 1.533 - Campesina - Osasco - SP - tel. 3685 9596
Ingresso - Antecipado R$ 20,00(inteira e 1/2 entrada) - Dia do Evento R$ 40,00(inteira) e R$20,00(1/2 entrada).
Aquisição - Livraria Espírita Mensageiros de Luz - R. José Cianciarulo, 89 - Centro - Osasco - SP - tel 11 3682 6767 / 11 3448 7386
e-mail -
mensageirosdeluz@hotmail.com site - WWW.MENSAGEIROSDELUZ.COM.BR
Solicite sua reserva na Livraria Espírita Mensageiros de Luz - tel. 11 3682 6767
Nota - Para cada ingresso vendido pela Livraria Espírita, R$2,50 serão destinados ao Lar Jesus entre as Crianças, que atende mais de 110 ciranças carentes de Osasco -
www.larjesuscriancas.org.br

Feira do livro em Belo Horizonte


XXIX Feira do Livro Espírita da União Espírita MineiraXXIX Feira do Livro Espírita da União Espírita Mineira
Descontos de até 70%Segunda-feira 03/10/2011 Kardec e o Livro dos Médiuns  Terça-feira 04/10/2011 Mediunidade com Jesus
Feira na União Espírita Mineira 03/10/2011 a 09/10/2011 09h00 às 20h00 Segunda a Sábado Rua dos Guaranis, 313 | Centro | Belo Horizonte | MG   Telefone (31) 3201-3038Quarta-feira 05/10/2011 Chico Xavier  Mediunidade modelo  Quinta-feira 06/10/2011 O Papel do Dirigente Espírita Perante a Mediunidade
Feira na Rodoviária de Belo Horizonte 22/10/2011 a 06/11/2011  09h00 às 20h00 Segunda a Sábado Domingo de 09h00 às 18h00 Sexta-feira 07/10/2011 Desenvolvimento e Educação da Mediunidade  Sábado 08/10/2011 O Que é Dança Espírita?
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