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segunda-feira, 16 de maio de 2011

LÉON DENIS

Léon Denis afirma, na Introdução de sua notável obra “No Invisível”, que a regra por excelência nas relações entre o plano físico e o espiritual é a lei das afinidades e atrações.
Assim, quem procura as culminâncias e os altos objetivos da alma, cedo ou tarde os atinge; quem busca as sombras e baixios, com eles se encontra e se rebaixa.
O bom êxito na comunhão espiritual superior não o obtém o mais sábio, ou o mais inteligente, mas sim o verdadeiramente digno, paciente e moralizado.
Essa observação lógica e intuitiva deveria estar presente na consciência de todos os adeptos da Doutrina Espírita, como forma de alertamento permanente contra as influenciações inferiores que se insinuam nos pensamentos e ações de muitos espíritas, visando a perturbar a harmonia no seio do Movimento.
A dignidade da causa do Consolador, elevando-se acima das conveniências de ordem pessoal e das vaidades humanas incontroláveis, impõe aos espiritistas sinceros redobrada vigilância e reação contra os deturpadores, os críticos demolidores, os que só admirem um Espiritismo à sua feição, os que fazem da Doutrina, fraterna e cristã, campo de agitação e de desentendimento entre seus seguidores.
Onde estiver, cada consciência carrega consigo o fruto de suas inclinações e realizações. Dentro das fileiras espíritas existem os inadaptados, por não terem percebido ainda a verdadeira índole da Nova Revelação.
A vigilância e a reação a que nos referimos nada encerram de sentimentos antifraternos ou de intolerância contra quaisquer criaturas que porventura divirjam das idéias e convicções cristãs e espíritas. São formas naturais de auto-defesa, visando tão-somente, à maneira do dique solidamente construído, a deter as ondas, transformadas em modismos, renovados de tempos em tempos, de ataques aos valores incontestáveis da Doutrina dos Espíritos, no que tem ela de mais sublime e necessário à evolução humana: sua feição religiosa, moralizadora, libertadora do ser, fundamentada na individualidade incomparável do Cristo de Deus, na sua doutrina e na sua mensagem.
O que temos presenciado, com sincero pesar pelos inconseqüentes demolidores, é a preocupação indisfarçável, continuada, de retomada de velhas tentativas de diminuição do Cristo e de todas as figuras que fizeram parte de sua excepcional missão junto à Humanidade.
À sombra da doutrina cristã e humanitária, ressaltada por Kardec, procuram atingir todos aqueles que servem como instrumento junto aos homens para veicular a Doutrina do Amor e da Esperança, da Fé e da Concórdia. Nesse afã de demolir valores, não se detêm diante dos Guias Espirituais que se distinguem por sua sabedoria e dedicação à obra redentora e se apresentam ao Movimento Espírita através de elucidações educativas inatacáveis, verdadeiros discípulos do Cristo e divulgadores de seu Evangelho. Os médiuns comprovadamente missionários são ridicularizados, sem a menor sensibilidade e respeito. As instituições dignificadas no serviço e devotamento à causa espírita, a começar pela Federação Espírita Brasileira, as Federações Estaduais, os Centros Espíritas, tudo, enfim, que se constitui em valores e instrumentos de trabalho construtivo não são poupados à critica ácida, ao destempero, à intemperança.
Todo esse quadro deixa à mostra, iniludivelmente, um plano demolidor dos valores do bem, uma síndrome de ascendentes espirituais nos aborrecidos da Luz, contrariados nos seus objetivos pelas realizações positivas do Espiritismo no Brasil, a terra escolhida pelo Cristo para o retorno de seu Evangelho.
Esses ascendentes espirituais, imperando há logos séculos no mundo, opositores do Cristo, não se conformam com a projeção da Nova Luz. Querem a todo custo detê-la, se possível destruí-la, dispersar seus obreiros, levar o desânimo aos trabalhadores de boa vontade.
O que vemos e sentimos no próprio seio do Movimento Renovador, desde os tempos do Codificador, passando pelas crises dos Movimentos de diversas nações onde o Espiritismo iniciara sua obra, pelas lutas dos primórdios do Movimento no Brasil, pelas dissidências constantes e pelos ataques descobertos e francos da atualidade às construções positivas – conseguidas com tenacidade e sacrifício pelos idealistas espíritas de muitas décadas -, não deixa margem a dúvidas aos que estão atentos: os aborrecidos têm aqui, dento do Movimento Espírita, suas colunas, suas “pontas de lança”, preparadas intelectual e materialmente para levarem às hostes espíritas a dissidência, a desordem mental e o desânimo.
A vigilância requer de todos os que adquiriram a responsabilidade do conhecimento espírita sem vínculos com as sombras, dos idealistas que identificaram o Consolador na Nova Revelação, que evitem o engano de agasalhar os que apregoam a concórdia mas agem prestigiando a rebelião, o dissídio e a divisão; os que falam de simpatia e fraternidade e acionam a injúria; os que usam seus instrumentos para destruir e não para construir o bem; os que procuram incutir o desânimo nos de boa vontade; os que exploram a inexperiência e o despreparo daqueles que ainda não assimilarem suficientemente a essência da generosa Doutrina.
Os fomentadores do divisionismo aproveitam-se de toda e qualquer eventual imperfeição dos grupos, dos indivíduos e das instituições para melhor atacarem a unidade da Doutrina e se instalarem como salvadores e orientadores. Nos grupos do Movimento Espírita são os que acreditam mais na astúcia e na destreza intelectual que na humildade e na honestidade de propósitos e na busca do bem comum. São os críticos impiedosos, falando de indulgência, os que fazem tábula rasa da bondade, aperfeiçoando-se na técnica de ferir.
Muitos deles têm grande atração pela fenomenologia espírita, outros inclinam-se à ciência, ou cultivam o aspecto filosófico do Espiritismo, mas, de forma geral, não mostram simpatia pelo aspecto religioso da Doutrina, nem pelos Evangelhos, porque o esforço para a renovação íntima exige maior aplicação, perseverança e renúncia, independentemente do saber, da agilidade mental e da inteligência, sempre muito preciosos quando a serviço do aperfeiçoamento moral.
Paulo, escrevendo a Timóteo, exortou:
“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina: persevera nestas coisas, porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo, quanto aos que te ouvem”.
São enormes as dificuldades a serem superadas no mundo em que vivemos. Dentro do Movimento Espírita elas se acentuam, diante de um ideal elevado a ser atingido, no terreno individual e coletivo. Há necessidade de constante esforço para aprender e viver os princípios da Doutrina.
No desdobramento de continuado esforço a que se entregam as almas enobrecidas no ideal espírita será imprescindível não descurar do cuidado consigo mesmo, vigiando o campo íntimo, resguardando a autodisciplina e os valores do coração. Com isso, cada qual ampliará a compreensão de si mesmo, respeitando todos os círculos evolutivos à sua volta, dilatando a esperança e o otimismo construtivo e renovador.
A vigilância interior não exclui o cuidado com o que procede do exterior. No contexto da Doutrina estão eles expressos, mas é preciso discernimento, bom senso, humildade, estudo e trabalho, para não se deixar conduzir pelo brilho dos “falsos profetas”, que costumam produzir prodígios interpretativos, urdidos com sagacidade capaz de ludibriar os desatentos. Em todo caso, suas idéias e obras, escritos e palavras, embora possam confundir, sempre se traem, ora pelo prepotente personalismo, ora pelo orgulho e vaidade, mal disfarçados. A medida para o exame seguro devem ser sempre os ensinos evangélicos, à luz da Doutrina dos Espíritos. Aí tem o estudioso espírita, ao seu alcance, a mais justa forma de aferição.
Dentro de nossos arraiais não teremos justificativas para deixar medrar o joio em prejuízo do trigo, como não podemos compactuar com o divisionismo, oculto em objetivos não confessados.
Teremos de resistir, sem ódio e rancores, aos que semeiam a discórdia, para implantação do “reino dividido” nas fileiras do Movimento, sob os mais diferentes pretextos. Se bem examinados, todos eles se resumem, no fundo, em oposição ao Evangelho.
As armas para a resistência, nessa pugna permanente, serão forjadas no aprendizado e na vivência da Doutrina, no uso da razão esclarecida e no cultivo dos sentimentos cristãos, associados de maneira equilibrada. Obtido o equilíbrio, não há que temer as arremetidas desagregadoras dos “revisores” do Espiritismo, eis que se tornam nítidos os valores verdadeiros, cuja fonte é invariável, não se deixando tisnar ao sabor dos interesses personalistas.
A dignidade da causa comum dos espíritas sinceros e esclarecidos impõe o dever de vigilância, serena mas eficaz, contra toda ordem de deturpação, de revisão suspeita, de negação, que se manifestam aqui e ali, já agora sem rebuços, não como inimigos declarados do Espiritismo, mas como seus adeptos.
É uma nova onda, novo processo, sutil e perigoso, na longa sucessão de meios de combate à Doutrina, que sempre teve seus opositores invisíveis, por trás dos combatentes ostensivos.
Se o mundo oculto inferior oferece as naturais dificuldades de identificação e avaliação aos que se encontram no campo físico, o mesmo não ocorre com seus agentes. Suas idéias os identificam. Ao combater concepções errôneas, mostrando as inconseqüências e inconformações com os ensinos espíritas e cristãos, automaticamente são atingidos os agentes ostensivos e a sustentação invisível.
A verdade não pode coexistir, nos domínios da Doutrina generosa e libertadora, com o erro e a insensatez. Poderá, sim, ser solapada e vilipendiada pelos poderes ocultos e pelos desvios interpretativos, mas somente enquanto os que são visados não despertam e não descobrem os valores autênticos, as verdadeiras consolações proporcionadas pela Nova Revelação, na plenitude de suas claridades.
Para discernir a verdade será mais apto o Espírito liberto de preconceitos, humilde de coração e desperto para o amor e menos capaz o portador de prevenções e dominado pelo orgulho, pressuposta semelhante capacidade intelectual.
Abraçando a Doutrina Espírita, o adepto aceita o compromisso de amá-la e respeitá-la, na sua unidade e integridade. Esse compromisso compreende o dever de estudá-la, aprofundando-a na medida do próprio discernimento. O espírita sincero está investido, assim, pelo conhecimento adquirido, na função de colaborador e participante de obra transcendente de esclarecimento e progresso sem limitações, abrindo novas vias para si e seus semelhantes, atraindo-os para o belo e o verdadeiro.
Daí seu dever de vigilância contra as mesclas e insinuações inferiores de encarnados e desencarnados. Cumpre-lhe atentar sempre para as fontes puras do Evangelho e da Codificação. Nas dúvidas porventura ocorrentes, existe vasta literatura consagrada por sua origem e pelo tempo, tratando dos desdobramentos doutrinários nos seus pormenores, análises e detalhamentos.
A Espiritualidade facilita, dessa forma, o esforço do adepto, orientando-o para que não seja induzido a erros e desvios, propostos, às vezes, sob formas sutis por inteligências a serviço dos opositores do Espiritismo e do Evangelho.
O Movimento Espírita no Brasil está repleto de lições muito claras a respeito dos rumos a seguir. Em horas cruciais, a Espiritualidade Maior jamais abandonou os trabalhadores sinceros, os que souberam manter os compromissos assumidos e se opuseram aos desvios de várias procedências, incompreensões, instabilidades políticas, penúria econômica, agitações sociais, no decorrer de mais de um século, não conseguiram desviar e comprometer a admirável firmeza doutrinária de um Bezerra de Menezes, de um Guillon Ribeiro, de um Wantuil de Freitas ou de um Francisco Cândido Xavier, para só citar uns poucos. Foram e são exemplos de tenacidade e resistência contra todas as espécies de pressões e tentações na condução e sustentação de uma obra coletiva que levou o Espiritismo, no Brasil, ao estágio atual, expandindo-se sem comprometimentos indesejáveis.
Não queremos afirmar que tudo está perfeito, acabado, sem problemas no Movimento. A obra a realizar é imensa e permanente a possibilidade de aperfeiçoar-se, mas as diretrizes traçadas estão no rumo certo. Portanto, não há por que tergiversar, desviar, desanimar.
Como diz Emmanuel:
“Provocações e problemas, habitualmente, são testes de resistência, necessários à evolução e aprimoramento da própria vida”.
                                               JUVANIR BORGES DE SOUZA

POEMA/ORAÇÃO

Vem, Jesus, Divino Amigo
vem trazer a Tua paz.
Só Tu és o nosso abrigo
que venturas mil nos traz!
Vem, ó Meigo Nazareno
este mundo consolar.
Vem com Teu olhar sereno
toda a Terra iluminar.
Afastai do mundo a guerra
o chacal devorador.
Que destrói tudo na Terra
espalhando luto e dor.
Há gemidos de aflição
já não há mais primaveras.
Criancinhas pedem pão
homens luta, como feras!
Vem, Senhor!
Vem reflorir os caminhos
Vem, Senhor!
Vem perfumar corações.
Exterminando a dor, e fazer calar os canhões,
vem, Senhor!
Com Teu amor tão profundo
iluminar consciências
e fazer feliz o mundo
!
           

ACONTECE HOJE

O escritor mineiro Carlos Baccelli é o convidado do Sempre Um Papo para debate e lançamento do livro "Chico Xavier - o Médium dos Pés Descalços". A obra é um mergulho na intimidade de um dos personagens mais importantes da história contemporânea, Chico Xavier. São cem textos que reúnem acontecimentos que poucas pessoas presenciaram, um livro de "causos", bem ao estilo mineiro. 

     Carlos Baccelli nasceu em Uberaba e, como médium e escritor, já publicou mais de 130 livros. O debate acontece nesta segunda-feira, 16 de maio, às 19h30, na Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes, com mediação do Afonso Borges, idealizador do Sempre um Papo. A entrada é gratuita. 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Perguntas e respostas

Enviado por nossa amiga Elaine.




Na mensagem abaixo não consta o autor e nem mesmo o Centro Espírita no intuito de  preservar sua identidade e, assim sendo, evitar represálias daqueles que não crêem na vida após a morte.
Encaminho a vocês para que repassem àqueles que acreditam e, principalmente, àqueles que fazem algum trabalho em alguma casa espírita.
Infelizmente, muitos de nós acreditamos que pelo simples fato de sermos espíritas as “portas do paraíso” já estão escancaradas (hum....) e deixamos que nosso ego fale mais alto em nossos trabalhos quando deveríamos deixar que apenas o AMOR e a HUMILDADE fossem nosso guia.
Para mim, este e-mail caiu como uma luva!!!!!
Um super abraço e que tenhamos uma semana repleta de paz e de luz!



“Prezado s irmãos. Que Jesus nos abençoe e nos fortaleça no seu amor.

Quando nos propomos a falar da Ação das Trevas nos Grupos Espíritas, antes de tudo
precisamos saber de quais Espíritos estamos falando, porque a grande maioria de Espíritos
obsessores que vêm às Casas Espíritas são mais ignorantes do que propriamente maldosos. No livro “Não há mais tempo”, organizado pelo Espírito Klaus, nós publicamos uma comunicação de um verdadeiro representante das organizações do mal e percebemos que há uma grande diferença entre o que nós classificamos como Espíritos obsessores e os verdadeiros representantes das trevas.
Eu estava presente na reunião na qual essa entidade se manifestou. Quando o Espírito
incorporou a doutrinadora disse: “Seja bem vindo meu irmão!”. Ele respondeu: “em primeiro lugar
não sou seu irmão, em segundo lugar eu conheço o seu sentimento. Sei que você não gosta nem das pessoas que trab alham com você na casa, que dirá de mim que você não conhece. Por isso duvido
que eu seja bem vindo aqui”. Ela ficou um tanto desconsertada, porém, disse: “mas meu irmão, veja bem, isto aqui é um hospital”. Ele respondeu: “muito bem, agora você vai dizer que eu sou o doente e que você vai cuidar de mim, não é isto?”. Ela disse: “Sim”. “Pois bem, e quem garante para você
que eu sou um doente? Só porque eu penso diferente de você. Aliás, o que a faz acreditar que possa cuidar de mim? Quem é que cuida de você? Porque suponho que quando alguém vai cuidar do outro, este alguém esteja melhor que o outro e, francamente, eu não vejo que você esteja melhor que eu. Porque eu faço o mal? Porque sou combatente das idéias de Jesus? Sim, é verdade, mas admito isto, enquanto que você faz o mal tanto quanto eu e se disfarça de espírita boazinha”.
Outro doutrinador disse: “meu irmão, é preciso amar”. O Espírito respondeu: “acabou o
argumento. Quando vocês vêm com esta ladainha que é preciso amar é que vocês não têm mais
argumentos”. “Mas o amor não é ladainha meu irmão”. “Se o amor não é ladainha por que o senhor não vai amar o seu filho na sua casa? Aliás, um filho que o senhor não tem relacionamento há mais
de 10 anos. Se o senhor não consegue perdoar o seu filho que é sangue do seu sangue, como é que o senhor quer falar de amor comigo? O senhor nem me conhece.
Vieram outros doutrinadores e a história se repetiu até que, por último, veio o dirigente da
casa e com muita calma disse: “Não é necessário que o senhor fique atirando estas verdades em
nossas faces. Nós temos plena consciência daquilo que somos. Sabemos que ainda somos crianças
espirituais e que precisamos aprender muito”. “O Espírito respondeu: “até que enfim alguém com
coerência neste grupo, até que enfim alguém disse uma verdade . Concordo com você, realmente
vocês são crianças espirituais e como crianças não deveriam se meter a fazer trabalho de gente
grande porque vocês não dão conta”.

COMO AGEM OS ESPÍRITOS REPRESENTANTES DAS TREVAS EM NOSSOS
NÚCLEOS ESPÍRITAS?
Como vimos, os verdadeiros representantes das trevas além de maldosos são, também,
extremamente inteligentes. São Espíritos que não estão muito preocupados com as Casas Espíritas.
Eles têm suas bases nas regiões da Sub-Crosta. São Espíritos que estiveram envolvidos, por
exemplo, na 1ª e 2ª guerras mundiais e no ataque às Torres Gêmeas nos Estados Unidos.
São os mentores intelectuais de Bin Laden, de Sadam Hussein e de inúmeros outros ditadores que já passaram pelo mundo, porque eles têm um plano muito bem elaborado, que é o de dominar o
mundo. Os grupos espíritas não apresentam tanto perigo para eles.
Esses Espíritos estarão sim atacando núcleos espíritas desde que o núcleo realmente
represente algum perigo para as intenções das trevas. Portanto, quando nós falamos das
inteligências do mal nós estamos falando destes Espíritos que têm uma capacidade mental e
intelectual muito acima da média em geral. Normalmente não são esses Espíritos que se comunicam
nas nossas sessões mediúnicas. Normalmente eles não estão preocupados com os nossos trabalhos, a não ser que esses trabalhos estejam bem direcionados, o que é muito difícil, e represente algum perigo para eles.
Nós que vivemos e trabalhamos numa Casa Espírita sabemos bem dos problemas
encontrados nas atividades desses grupos. Para ilustrar vou contar para vocês um fato verídico
ocorrido numa Casa Espírita. Um Espírito obsessor incorporou na sessão mediúnica e disse para o
grupo: “Nós viemos informar que não vamos mais obsediar vocês. Vamos para o outro grupo”.
Ho uve silêncio até que alguém perguntou: “Vocês não vão mais nos obsediar, por quê?”. O Espírito respondeu: “existe nesta casa, tanta maledicência, tanta preguiça, tanto atrito, tantas brigas pelo poder, tantas pessoas pregando aquilo que não praticam, que não precisamos nos preocupar com vocês, você mesmos são obsessores uns dos outros”. 

POR QUE REALIZAR UM SEMINÁRIO RESSALTANDO A AÇÃO DAS TREVAS?
FALAR DO MAL NÃO É AJUDAR O MAL A CRESCER?
No livro a “Arte da Guerra” está escrito: “se você vai para uma guerra e conhece mais o seu
inimigo que a você mesmo, não se preocupe, você vai vencer todas as batalhas. Se você conhece a si mesmo, mas não conhece o inimigo, para cada vitória você terá uma derrota. Porém, se você não conhece nem a si mesmo e nem ao inimigo, você vai perder todas as batalhas”. Infelizmente, a
grande maioria das pessoas não conhece a si mesma. Têm medo da reforma intima, têm medo do
que vão encontrar dentro de si. Negam a transformação interior.
Precisamos falar das trevas para conhecermos as trevas. Se não conhecermos como eles
manipulam os tarefeiros espíritas como é que vamos saber nos defender deles. Para isso é preciso
refletirmos nesta condição de nos conhecermos, até porque toda ação das trevas exteriores é um
reflexo das trevas que nós carregamos dentro de nós. É preciso realmente realizarmos a nossa
reforma interior para sairmos da sintonia dessas entidades.

E OS GUARDIÕES QUE CUIDAM DO CENTRO, COMO É QUE FICA?
Não podemos esquecer que os benfeitores espirituais trabalham respeitando o nosso livre
arbítrio. Uma Casa Espírita como esta possui o seu campo de proteção, uma cerca elétrica
construída pelos benfeitores, porém, quem a mantém ligada são os trabalha dores encarnados. Toda vez que há brigas dentro do centro, toda vez que há grupos inimigos conflitando-se, toda vez que há maledicências, é como se houvesse um curto circuito nesta rede, é como se houvesse uma queda de energia, e as entidade do mal entram. Os benfeitores espirituais estão presentes, a rede é religada,
mas, as entidades dos mal já entraram. O grande problema é que quase sempre nós não estamos
sintonizados com o bem. A ação do bem em nossa vida é fundamental..
Por exemplo: o Umbral não é causa, o Umbral é efeito. Só existe o Umbral, a zona espiritual
inferior que cerca o planeta, porque os homens têm sentimentos medíocres e inferiores. No dia que
a humanidade evoluir o Umbral desaparece, porque ele é conseqüência. Por isso que não podemos nos esquecer que as trevas exteriores são apenas uma extensão das nossas trevas interiores. Existe, sim, a proteção espiritual nas Casas Espíritas, porém, os Espí ritos amigos respeitam o nosso livre
arbítrio.

COMO É QUE OS GRUPOS ESPÍRITAS PODEM SE DEFENDER DAS TREVAS?
• Havendo muita sinceridade, amizade verdadeira e, principalmente, muito amor entre
todos os colaboradores do grupo.
• Existindo a prática da solidariedade, carinho e respeito para com todas as pessoas que
buscam o grupo ou para estudar ou para serem orientadas ou para receberem assistência
espiritual..
• Havendo muito comprometimento com a causa espírita.
• Realizando, periodicamente, uma avaliação dos resultados obtidos, para verificar se os três itens anteriores estão realmente acontecendo .


terça-feira, 3 de maio de 2011

NOTÍCIAS

Jovens alcoólatras começam a beber antes dos 11 anos

Levantamento feito pelo Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas de São Paulo revela que jovens começam a beber ainda crianças, geralmente em casa ou na presença de familiares. Sonia Maria Ferreira da Rocha comenta.




Esperantistas espíritas participam de Encontro em Brasília

"Espíritas, amai-vos e instruí-vos!" é o tema central do 5º Congresso Brasileiro de Esperantistas-Espíritas, que será realizado de 29 de abril a 1º de maio de 2011, na sede da Federação Espírita do Distrito Federal. As inscrições já se encontram abertas.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,1999,0,0.html






Cooperativa emprega ex-moradores de rua para reciclar lixo

Há 21 anos em Pinheiros, bairro nobre da capital paulista, a Coopamare tem como objetivo a reinserção social, empregando moradores de rua, e ensina vizinhança de classe média a conviver com a diferença. Cristiano Carvalho Assis comenta.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,1995,0,0.html




Congresso de ciência, saúde e espiritualidade será realizado em Maceió

A Associação Médico-Espírita de Alagoas promove o IV Congresso Universitário de Ciência Saúde e Espiritualidade, nos dias 21 e 22 de maio de 2011, com o tema central "A Ética da Vida, Ecologia e Espiritualidade". As inscrições já se encontram abertas.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,1998,0,0.html






Viver com menos

Quanto mais coisas se tem, mais tempo e esforço se gasta para administrá-las. Transformar objetos reais em arquivos digitais, reduzir os pertences ao mínimo e se manter superconectado são os princípios de um movimento que permite viver mais leve e trabalhar de qualquer lugar do mundo. Claudia Cardamone comenta.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,2000,0,0.html






"Família" será o tema central do 6º Fórum Espírita de Juiz de Fora

O evento de 2011 contará com as participações de Ibraim Filogônio Neto, André Trigueiro e George Abreu Souza e será realizado no dia 28 de maio, das 9h às 18h, no Multiplace Vila, com o apoio do Departamento de Comunicação Social da AME-JF.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,2001,0,0.html




Feirão Beneficente será realizado em Niterói

A Sociedade Espírita Joanna de Ângelis promove no dia 22 de maio o 10º Feirão Beneficente Pró Casa Maria de Magdala, que reunirá diversas instituições espíritas no Centro Educacional de Niterói, com barracas de livros, CDs, DVDs, artesanatos, doces, salgados e bebidas.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,2003,0,0.html






Encontro de Esperanto será realizado em Niterói

"A Importância da Divulgação para o Esperanto" é o tema do 22º Encontro Estadual de Esperanto, que acontecerá nos dias 14 e 15 de maio de 2011, nas Faculdades Integradas Maria Thereza (FAMATh), Rua Visconde do Rio Branco, 869, São Domingos, Niterói, RJ.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,2006,0,0.html

























A MISSÃO DA MATERNIDADE

O Bispo de La Serena, Chile, Dom Ramon Angel Jara, teve oportunidade de escrever um texto muito poético que diz:
Uma simples mulher existe que, pela imensidão de seu amor, tem um pouco de Deus.
Pela constância de sua dedicação, tem muito de anjo. Que, sendo moça, pensa como uma anciã e, sendo velha, age com as forças todas da juventude.
Quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida.
Quando sábia, assume a simplicidade das crianças. Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama. Rica, sabe empobrecer-se para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos.
Forte, estremece ao choro de uma criancinha. Fraca, se revela com a bravura dos leões.
Viva, não lhe sabemos dar valor porque à sua sombra todas as dores se apagam.
Morta, tudo o que somos e tudo o que temos daríamos para vê-la de novo, e dela receber um aperto de seus braços, uma palavra de seus lábios.
Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher, se não quiserem que ensope de lágrimas esse álbum. Porque eu a vi passar no meu caminho.
Quando crescerem seus filhos, leiam para eles esta página. Eles lhes cobrirão de beijos a fronte. Digam-lhes que um pobre viandante, em troca da suntuosa hospedagem recebida, aqui deixou para todos o retrato de sua própria mãe.
Na atualidade, a mulher assumiu muitos papéis. Lançou-se no mundo e se transformou na operária, juíza, cientista, professora, militar, policial, secretária, empresária, presidente, general e tudo o mais que, no passado, era privilégio do homem.
A mulher se tornou em verdade uma super-mulher que, além dos afazeres domésticos, conquistou o seu espaço no mercado de trabalho.
Naturalmente, não para competir com o homem, mas para somar com ele, pois dos esforços de ambos resulta o sustento e o bem-estar da família.
A rainha do lar se transformou na mulher que atua e decide na sociedade.
Das quatro paredes do lar para o palco do mundo. Contudo, essa mulher senadora, escriturária, deputada, médica, administradora de empresa não perdeu a ternura.
Ela prossegue a acolher em seu ninho afetivo o esposo e os filhos.
Equilibrada e consciente, ela brilha no mundo e norteia o lar. Embora interprete muitos papéis, ela não esqueceu do seu mais importante papel: o de ser mãe.
*   *   *
Dentre todas as mulheres que se projetaram no mundo, realizando grandes feitos, a nossa lembrança recua no tempo buscando uma mulher especial.
A história não lhe registra grandes discursos, mas o Evangelho lhe aponta gestos e palavras que valem muito mais.
Mãe de um filho que revolucionou a História, manteve-se firme na adversidade, na dor, exemplificando o que Ele ensinara.
Não deixou testamento, riquezas ou haveres mas legou à Humanidade a excelente lição da mulher que gera o filho, alimenta-O e O entrega ao mundo para servir ao mundo.
Seu nome era Maria... Maria de Nazaré.

Redação do Momento Espírita, com base no artigo Um poético e autêntico retrato de uma genitora – nossa homenagem à toda mulher-mãe, do jornal Correio fraterno do ABC, de maio de 2000 e no texto Retrato de mãe, de Dom Ramon Angel Jara, Bispo de La Serena, Chile, tradução de Guilherme de Almeida.
Em 29.04.2011.

Simpósio Espírita dos Estados Unidos

O Conselho Espírita dos Estados Unidos (United States Spiritist Council) promove nos dias 7 e 8 de maio, em São Francisco (Califórnia), o 5º. Simpósio Espírita dos Estados Unidos (5th U.S. Spiritist Symposium) e a sua Assembléia.

Responsabilidade social frente às dependências

O Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro abre suas portas, no dia 28 de maio, para um debate sobre a Responsabilidade Social do Movimento Espírita na Questão das Dependências.

Videoaulas na TVCEI

A TVCEI (www.tvcei.com) tem veiculado desde o ano passado, a série "Orientando", vídeoaulas com base nos livros "Orientação ao Centro Espírita" e "Orientação aos Órgãos de Unificação", ambos aprovados pelo Conselho Federativo Nacional da FEB.  

FEB e CEI lançam ebooks espíritas

Com o objetivo de ampliar a divulgação espírita, o Conselho Espírita Internacional (CEI) e a Federação Espírita Brasileira (FEB) uniram-se para lançar livros em formato digital. A meta é alcançar, até o final do ano, mais de 600 títulos convertidos. Todos os livros digitais produzidos fazem parte do catálogo de obras da FEB que inclui títulos de Allan Kardec, Francisco Cândido Xavier e Yvonne Pereira, entre outros. Os ebooks já podem ser adquiridos nos principais sites de comercialização como Apple, Barnes&Noble, Google, Publidisa, Saraiva e Submarino.
Informações: www.edicei.com

NO SUL

           
Teatro Espírita terá apresentação em Caxias do Sul

O Centro Espírita Semente de Luz apresenta a peça "E se um dia... - A história do convertido de Damasco", no dia 4 de junho de 2011, às 20h, no Teatro São Carlos, Rua Feijó Junior, 778, São Pelegrino, Caxias do Sul, RS. Os ingressos já se encontram à venda.

domingo, 1 de maio de 2011

DIFICULDADES NA CASA ESPÍRITA

“ESPIRITISMO NA CABEÇA É INFORMAÇÃO.
NO CORAÇÃO É TRANSFORMAÇÃO
”.


Uma das coisas mais complexas no cotidiano de uma Casa Espírita é administrar as diferenças comportamentais entre os trabalhadores. Aqui e ali, por um motivo ou por outro, pipocam os atritos e melindres, muitas vezes encobertos pelo silêncio em nome da “caridade,” mas evidentes nos olhares atravessados, nos recadinhos indiretos e, não raro, no afastamento inexplicável daquele companheiro que parecia tão entusiasmado... Quando chega a este ponto é que a guerra de persona já atingiu o seu ponto máximo.

Não desanimemos. Onde há gente, há problema. Graças a Deus!... Porque conviver significa oportunidade impar de crescimento. É preciso apenas saber identificar, respeitar e integrar as diferenças, repensando o conceito ilusório de que para figurar no seleto rol dos “escolhidos”, todos têm que estar aptos e disponíveis, todo o tempo, a todo o tipo de tarefa na Casa Espírita. Esteriótipos solapam a autenticidade e favorecem a hipocrisia.

Somos diferentes e isso obedece a um propósito Divino. Aquilo que é fácil pra mim já não é para o outro e vice-versa. Sabemos que é a diversidade das flores que confere harmonia e beleza a um jardim, porém tudo passa pelo paisagista, que traçou canteiros, combinou cores e formas, considerando, sobretudo, os níveis de resistência e fragilidade de cada planta para então dispor a sua localização. Também na Casa Espírita pessoas com personalidade, maturidade e aptidões diversas podem conviver harmonicamente em sua diversidade, mas o “paisagismo” cabe aos dirigentes.

Pensemos em nossos grupos. Sempre encontraremos neles um trabalhador tipo “pau pra toda obra.” Dinâmico e disponível, este irmão é perfeito para tarefas práticas. Mas não o chame para reuniões de planejamento porque ou não vai comparecer ou vai cochilar.

Já o tipo “certinho” é racional, organizado e faz questão de tudo “preto no branco”. Quem melhor para a administração? Afinal, formalizar e controlar é com ele mesmo.

Tem também o “artista”. Afeito ao lúdico, ele não dispensa a música, o teatro e outras manifestações de arte em tudo o que faz. Sua sensibilidade enche as reuniões comemorativas daquela emoção e entusiasmo tão necessários para levantar o ânimo. Ideal para trabalhar com jovens e crianças, este companheiro sacode a mesmice, motiva a equipe e estimula como ninguém a integração fraterna.

Temos ainda o introspectivo, o extrovertido, o afoito, o ponderado, o questionador, o acomodado, o “modernoso”, o conservador e por aí vai. E quem de nós se aventuraria a discorrer sobre a maior ou menor importância desse ou daquele trabalhador, conforme os perfis aqui relacionados?
Na verdade, todos são insubstituíveis e indispensáveis em suas peculiaridades porque - enquanto não conseguimos ser perfeitos – o segredo é nos valer das próprias imperfeições para potencializar o trabalho. Enquanto uns sonham outros ponderam, uns planejam outros concretizam, uns organizam outros adornam. E lá vamos nós. Lidando com as diferenças e garantindo a continuidade da obra. Enquanto isso, vai se aprendendo a ceder, a ser voto vencido, a discordar sem “rosnar” e tantos outros exercícios de reforma íntima.
Ninguém espere mar de rosas. Impossível não haver conflito onde existe diversidade. Aqui é aquele companheiro veterano que rejeita as sugestões dos recém-chegados porque se julga o detentor absoluto da experiência; Ali é outro que chega querendo mudar tudo, desconsiderando aqueles que ali já estavam muito antes da sua chegada, construindo o que ele encontrou; Acolá é aquele que quer colocar o mundo dentro da Casa Espírita; Mais além é aquele outro que quer tirar a Casa Espírita do mundo... E outros tantos desafios.

Cabe às lideranças observar, intervir e pacificar. Administrando conflitos prevenimos cisões, pois as relações são a viga mestra dos
grupos e quando abaladas tudo vem abaixo.
Uma forma eficaz de prevenir é realizar constantes avaliações das atividades. Mas avaliar não é colocar os companheiros no paredão. Avaliar é reunir a equipe periodicamente para analisar o que está sendo feito, em clima de leveza e fraternidade, discutindo dificuldades e possibilidades com vistas a manter ou corrigir a rota onde for preciso.

Mas é também imprescindível repensar as decisões de cima para baixo. Não raro a diretoria decide e os demais trabalhadores executam, sem que de alguma forma tenham sido consultados enquanto elementos fundamentais para as realizações. Questionar nem pensar, sob pena de inclusão imediata no tratamento de desobsessão, diante da afirmativa paternalista que “– o nosso irmão está precisando muito de preces”... Esta é a impiedosa pena de descrédito “caridosamente” imputada àqueles que ousam “subverter” a ordem vigente. Estrategicamente, neutraliza-se a ovelha rebelde para apascentar o rebanho.

Diante disso a gente se pergunta: Quando é que nós espíritas vamos conseguir distinguir autoridade de autoritarismo? Quando é que vamos deixar de medir o valor dos companheiros pelos cargos que ocupam ou pelos títulos que ostentam? Quando é que vamos parar, enquanto dirigentes, de usar os trabalhadores por mão de obra passiva para projetos personalistas? Quando deixaremos de tomar questionamentos legítimos como “influência de obsessores”? É urgente abandonar tais heranças reacionárias do passado e avançar para a postura ética e fraterna que se espera de uma liderança espírita.

Um verdadeiro líder busca sempre o entendimento amoroso - em nível individual ou coletivo – quando os problemas surgem. Em momentos de crise não silencia, nem impõe, dialoga. Omissão por medo de provocar ruptura é um equívoco. Se não criamos coragem de intervir junto aos conflitos, contribuiremos para que se avolumem. Quando menos se espera, lá estão eles, substituindo o saudável prazer de estar junto pela obrigação do compromisso assumido “do lado de lá”, esvaziando grupos e corações.

Liderança é responsabilidade. É ter claro o papel que nos compete como mediadores e aglutinadores; Como irmãos de caminhada e não como “donos das almas” ou “da causa”, porque senão, à menor contrariedade, vamos ser os primeiros a fazer as malas e sair por aí atrás do utópico grupo ideal e - o que é mais grave - arrastando conosco ou deixando para trás “seguidores” divididos e desnorteados.

As chances de acertar são infinitamente maiores quando nos dispomos a exercitar esse tal amor, que não é algo tão longínquo assim; Que começa pela valorização dos pontos positivos do outro, em detrimento dos negativos que possa ter; Pelo exercício da tolerância, não por amarmos todos de forma igual - porque isso não acontece nesse estágio em que nos encontramos - mas por reconhecer em nós muitas mazelas a serem toleradas.

Se não buscarmos nutrir pelos companheiros esse amor possível, continuaremos a brincar de espírita bonzinho e, no fundo, só nos aturando, assim como qualquer profissional no seu ambiente de trabalho. Mas se existir afeto, a gente cede aqui, cede ali ou não cede - porque existem coisas que não dá para transigir - mas diz o que tem que dizer de forma firme, porém cuidadosa e assim, lembrando Jesus, vamos conversando com o nosso irmão em reservado “e se ele vos entender”- diz o Mestre - ”então tereis ganho o vosso irmão”.
Difícil?... Mas quem foi que disse que é fácil evoluir?... E que se evolui sem conviver?

Pensemos nisto.
Joana Abranches
(Joana Abranches é Assistente Social, escritora e Presidente da Sociedade Espírita Amor Fraterno – Vitória – ES - Joanaabranches@gmail.com – amorefraterno@gmail.com )

IMPERDÍVEL

A Morte é uma piada – com Renato Prieto, em turnê no Triângulo Mineiro – Minas Gerais:
Dia 29/04/2011 em Araxá no Cine Teatro Brasil, rua Olegário Maciel (rua principal da cidade),
187, Bairro Centro.

Dia 30/04/2011 em Araguari no Teatro Odete, rua Nicolau Dorazio, 359, Bairro Industrial .
Dia 01/05/2011 em Uberlândia no anfiteatro do CDL Convenções, rua Belo Horizonte, 1290, Bairro Martins.
Informações sobre os espetáculos no (34) 3222-6992 no site: www.vivamarketing.com e com
Mariana - mariana@vivamarketing.com.br
Maio
07 e 08/05 - Itaquera - SP - Cláudia Rolim ccrolim@gmail.com
13 a 22/05 pelo Estado de Goiás - Denise Carrijo - denisecarrijo@bol.com.br
27/28/29/05 Vitória da Conquista/Itapetinga/Itabuna - BA - Antônio Barreto Filho antoniobarretofilho54@gmail.com

RENATO PRIETO em
A MORTE É UMA PIADA!
Agora pense que estamos nesse mundo apenas de passagem: a morte não acaba sendo uma grande piada?
O novo espetáculo de Renato Prieto, ”A MORTE, É UMA PIADA!”, é uma reflexão sobre o lado cômico da morte.
A proposta do projeto que montou 11 espetáculos diferentes, assistidos por mais de 5 milhões de pessoas, é dar a oportunidade á elas de fazer uma reflexão séria sobre um tema que inquieta à todos: de onde viemos, o que estamos fazendo aqui, para onde vamos.
Pesquisadores, grupos sérios de estudos, a ciência, a literatura, o cinema e o teatro estão sempre colocando em pauta: E a vida continua? A resposta é sim: A morte é uma piada!
Com inesquecíveis músicas de Roberto Carlos, Milton Nascimento/ Fernando Brant, Nelson Cavaquinho/ Guilherme de Brito, Paulo César Feital e Noel Rosa
A MORTE É UMA PIADA!
Direção/texto: Cyrano Rosalém
Colaboração – Semíramis Alencar, Amilcar Eduardo Zampirollo e Alexandre Wacker
CLASSIFICAÇÃO: 10 ANOS
ELENCO: Renato Prieto, Sylvia D´Silva e Rosana Penna
Figurino: Anete Cota
Contato/produção: 21) 2208-5282         

sábado, 30 de abril de 2011

ESTUDO DA BÍBLIA

NÃO SEJAMOS CRIANÇAS, MAS ADULTOS, NO ESTUDO DA BÍBLIA
     Há dois modos de estudarmos a Bíblia: um dogmático e extático, e outro racional e dinâmico. O primeiro, por ser da infância da teologia cristã, vai caindo no esvaziamento. O segundo, da teologia de Kardec, é duma cristandade já adulta, mais evoluída. Disse Paulo que quando crianças, nós nos alimentamos de mingau, mas quando adultos, nosso alimento é sólido (1 Coríntios 3:2).
     Tudo se transforma no Universo, principalmente a nossa mentalidade em evolução constante, pois ela é produto da nossa mente, que nunca quer aquietar-se. No passado, a Bíblia era considerada infalível. E até Jesus, para confirmar a verdade de alguns de seus ensinamentos perante os seus inimigos sacerdotes judeus, apela para essa interpretação judaica errada da Bíblia (João 10:35). E a prova de que Jesus só assim falou para dar respaldo aos seus ensinos, é que, em outro passo, Ele próprio mostra erro na Bíblia: “Ouviste que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo (Velho Testamento). Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai para os que vos perseguem.” (São Mateus 5:43-44). Deus evoluiu e mudou de ideia no tempo de Jesus?  Não, pois Deus é imutável e infalível. A verdade é que o espírito autor daquela passagem antiga foi tomado erradamente por Deus. Lembremos a advertência do Mestre: Eu não vim destruir a lei, mas confirmá-la. (Mateus 5:17).É melhor traduzir assim esse texto: Eu não vim destruir a lei, mas aperfeiçoá-la, pois esse é também o significado dos verbos grego e latino: “plerosai” e “adimplere” (Vulgata Ltina), como o demonstram tradutores recentes.
       Observemos alguns erros da Bíblia: É proibido fazer imagens de qualquer ser (Êxodo 20:4), mas ela manda também fazê-las e de ouro (Êxodo 25:18); proibição de matar (Êxodo 20:13), mas ela ordena matar todos os homens de Mídiã (Números 31:7); Deus jamais se arrepende (1 Samuel 15:29), mas se arrepende (Gênesis 6:6; Êxodo 32:14; Jonas 3:10; e 1 Samuel 15:11 e 35); Aarão morreu no Monte Hor (Números 33:38) ou em Mosera? (Deuteronômio 10:6-7); Davi tomou 1.700 cavaleiros de Adadezer (2 Samuel: 8:4),  mas em outro passo foram 7.000 (1 Crônicas 18:4); o avô paterno de Jesus é Jacó (são Mateus 1:16), mas para Lucas foi Heli (Lucas 3:23); espírito maligno é enviado também por Deus (1 Samuel 16:23);  o Senhor ordena Davi a fazer o censo de Israel (2 Samuel 24:1), mas um outro autor confunde o próprio Deus com satanás (1 Crônicas 21:1). Fico aqui para não enfastiar o leitor.
      Sigo o espiritismo de Kardec, cujo livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” compõe-se dos mesmos quatro Evangelho de Mateus, Marcos, Lucas e João. Apenas eles são estudados de maneira racional e não dogmática. É incontestável que a doutrina paulina da salvação pela Graça e por sacrifícios, que foi incrementada por santo Agostinho e Lutero, não confere com a de Jesus: “A cada um será dado de acordo com suas obras.”  Será que devemos por em descrédito  o Evangelho que Jesus nos veio trazer? E, se Ele corrigiu a Bíblia, é porque ela tem erros, e porque tem erros, ela não pode ser interpretada literalmente como sendo a palavra de Deus!
       Saibamos separar o joio do trigo, seguindo o exemplo de Jesus, não aceitando cegamente tudo da Bíblia, pois ela foi escrita por homens inspirados por espíritos nem sempre já santos, mas que, como nós, apenas caminhavam ou evoluíam para serem santos!
       PS:
       Agradeço a Marcelo M. de Oliveira sua matéria sobre esta coluna, em Opinião de O TEMPO de 16-4-2011.
      
       Obs.: Esta coluna, de José Reis Chaves, às segundas-feiras, no diário de Belo Horizonte, O TEMPO,  pode ser lida também no site www.otempo.com.br   Clicar colunas. Podem ser feitos comentários abaixo da coluna. Ela está liberada para publicações. Ficarei grato pela citação nelas de meus livros: “A Face Oculta das Religiões”, “A Reencarnação na Bíblia e na Ciência” Ed. EBM (SP)  e “A Bíblia e o Espiritismo”, Ed. Espaço Literarium, Belo Horizonte (MG) –  www.literarium.com.br -  

POLÊMICA

Assembleia analisa castração química

A Assembleia Legislativa de São Paulo recebeu um projeto de lei, do deputado Rafael Silva (PDT), que propõe a castração química de pedófilos. Polêmica, a proposta já chegou a ser apresentada anteriormente no Congresso, em Brasília, onde não foi adiante. Jorge Hessen comenta.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,2004,0,0.html

sexta-feira, 29 de abril de 2011

EVENTO

Feirão Beneficente será realizado em Niterói

A Sociedade Espírita Joanna de Ângelis promove no dia 22 de maio o 10º Feirão Beneficente Pró Casa Maria de Magdala, que reunirá diversas instituições espíritas no Centro Educacional de Niterói, com barracas de livros, CDs, DVDs, artesanatos, doces, salgados e bebidas.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,2003,0,0.html

DICAS


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Maternidade - sublime missão
Evento especial de lançamento - CD Momento Espírita Volume 18 | 29/ABR/2011 às 20h
Com participação especial de: Plinio Oliveira, Paulo Roberto Oliveira e Equipe de Redatores
Teatro da FEP (Alameda Cabral, 300. Centro - Curitiba - PR)
ENTRADA FRANCA | Realização: Federação Espírita do Paraná
Informações: www.feparana.com.br | (41) 3223-6174
  O assunto do e-mail não foi acen

quinta-feira, 28 de abril de 2011

PENSAMENTO LOGOSÓFICO SOBRE A AMIZADE

A amizade, tal como é no fundo e em sua singeleza, equivale ao afeto que, nascendo no coração dos seres humanos, emancipa-se de toda mesquinhez e interesse, enaltecendo e enobrecendo o pensamento e o sentimento dos homens.
Não se poderia conceber a amizade se ela não fosse presidida pelo ternário simpatia-confiança-respeito, indispensável para nutrir o sentir que a constitui. Se admitimos que o ódio é movido por espíritos em discórdia que as forças do mal aproveitam para ampliar sua abominação, com maior convicção ainda deveremos admitir que a amizade, encarnando o espírito de solidariedade pela compreensão do afeto, pode mover forças muito mais potentes que as do mal, pois ela é o grande ponto de apoio sobre o qual se concentram as maiores esperanças do mundo.
É pelo signo da amizade que se unem os homens, os povos e as raças, e é sob seus auspícios que há de haver paz na Terra
Se algo existe na natureza humana que demonstre de forma mais palpável a previsão do Criador Supremo ao lhe infundir seu hálito de vida é, sem dúvida alguma, a propensão de todo ser racional a estender seu afeto ao semelhante, já que nisto, poderíamos dizer, se apoia a manutenção ou perpetuação da espécie humana. A força que a amizade infunde reciprocamente nos seres sustenta a vida através de todas as adversidades e a perpetua, apesar dos cataclismos que o mundo já teve de suportar.
A amizade entre os homens consegue realizar o que nenhuma outra coisa consegue, por maior que seja. Não seria ousado afirmar que ela é um dos poucos valores de essência superior que ainda restam no homem, que o elevam e dignificam, tornando-o generoso e humanitário.
Não se violam impunemente os preceitos naturais que tornam possível a convivência humana. Toda amizade sincera é presidida pelo próprio Deus; quem atraiçoa essa amizade comete, em conseqüência, uma inqualificável ofensa ao Supremo Juiz de nossos atos.
Embora seja certo que nem todos podem inspirar e ainda professar uma verdadeira amizade, por carecerem de sentimentos adequados que não desvirtuem o significado que substancia seu inegável mérito, ou por impedi-lo, geralmente, características mentais ou psicológicas adversas, é de todo ponto de vista admissível que possam, superando suas condições pessoais, alcançar a graça de uma amizade ou de muitas.
Mas uma coisa que não sabem os que destroem francas e nobres amizades é que a corrente de afeto altruísta bruscamente cortada por quem defrauda seu semelhante encontra sempre sólidos pontos de apoio no coração dos demais, daqueles que mais próximos estiveram dessa amizade.
Em geral, os homens esquecem em que circunstâncias nasceu esse sentimento e como foi aumentando gradualmente, até os limites do maior apreço. Daí também que apareça, na alma dos que o truncam sem justificativa alguma, o tão desprezível estigma da ingratidão.
Fácil será deduzir, pois, que a humanidade só deixará de existir como tal se a amizade se extinguir por completo no coração dos homens.
Coletânea da Revista Logosofia Tomo 2 p.1

ESPIRITISMO E CIENCIA

MUITO BOM ARTIGO.
É SEMPRE BOM PESQUISARMOS E SABER AS VÁRIAS INTERPRETAÇÕES QUE EXISTEM
SOBRE RELIGIÃO, ENERGIA, FÉ.
NÃO DEIXEM DE LER E COMENTEM. É MUITO INTERESSANTE.



A ajuda que se pede a Deus nos momentos de aflição

Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
OLIVÉRIO: – Como se deve interpretar o fato de uma pessoa, no paroxismo do desespero, por exemplo, invocar a Deus e receber, em seguida, o auxílio divino que acalma sua agitação e lhe permite resistir com maior serenidade e inteireza ao momento crucial que esteja vivendo? Recebe ela de verdade essa ajuda? Seria apenas uma consequência do in­fluxo divino da religião que professa? E, se for assim, como se explica que o mesmo bem seja alcançado com igual prodigalidade pelos que não professam religião alguma? É este um mistério no qual eu gosta­ria de penetrar.
PRECEPTOR: – É comum observar que ninguém ou muito poucos se recordam de terem um espírito que anima a vida, o qual permanece quase estático enquanto o ser físico age movido somente pelas necessidades de ordem rotineira que a vida corrente lhe apresenta, sendo muito raras as vezes em que esse espírito tem oportunidade de comovê-lo com outros objetivos. E é precisamente nesses momentos de aflição que atormentam o ser, que aparece delineando-se uma das formas mais atraentes e sugestivas do espírito, pois este se manifesta na própria sensibilidade, respondendo ao clamor da angústia. Esse simples fato reconforta e suaviza as durezas do transe amargo, permitindo recobrar a serenidade e, depois, a calma perdidas.
Não se deve, pois, atribuir isso a nenhum milagre, nem se enganar com a crença de que se teve algum auxílio particular, oriundo da Divina Providência. Nada irrisória seria a tarefa do Criador se, pela mera invocação de cada uma das criaturas humanas, devesse Ele atender a suas demandas de auxílio. Diferentemente disso, devemos pensar que no próprio espírito do ser é onde existem recursos aos quais sem saber se apela, ao se dirigir a Deus nos momentos mais álgidos da vida.
OLIVÉRIO: – Acho inteiramente lógico o que o senhor acaba de manifestar; vejo ago­ra que a criatura humana não é tão desvalida como se acredita, já que, até mesmo nos transes mais difíceis de sua vida, ela encontra a seu alcance o recurso salvador.
PRECEPTOR: – É mesmo assim; e se você compreende bem isso, verá então como provém de Deus, sem dúvida alguma, a grande ajuda recebida em tais circunstâncias. Mas é ali, precisamente, que reside o mistério: no fato de fazer chegar até nós esse auxílio por via indireta, ou seja, por intermédio de nosso próprio espírito, que é quem fortalece nosso ânimo, fazendo-nos experimentar não só a realidade de sua existência, mas também o rigor de sua censura, ao compreendermos que não devemos tê-lo em tão pouca conta, quando já se viu a importância que ele assume toda vez que procuramos nos elevar na busca de um consolo para nossa aflição, ou de uma luz que ilumine a vida ensombrecida pelo sofrimento.
Seria um erro pensar que, na emergência citada, Deus teria intervindo pessoalmente, e absurda é também a pretensão de crer que foi uma intervenção em particular, ao se sentir o alívio almejado. Fica bem claramente mostrado que existe no Grande Ser uma onisciência que abarca todos os âmbitos de sua Criação, achando-se o espírito, portanto, consubstancia­do com essa força universal que obedece às leis cria­das pela Inteligência Suprema. Um episódio da natureza do exposto não tem, pois, a menor repercussão cós­mica, como não teriam para nós repercussão de transcendência alguma os gritos de um pintinho que, fugindo de um perigo, se salvasse inesperadamente.


Trechos extraídos do livro Diálogos, p. 102

"A Mediunidade Abençoada de Jesus", com Geraldo Guimarães - REDE AMIGO ESPÍRITA

"A Mediunidade Abençoada de Jesus", com Geraldo Guimarães - REDE AMIGO ESPÍRITA

LIÇÕES QUE APRENDEMOS COM OS JAPONESES

1 – A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que “havia perdido tudo”. A tristeza por si só já bastava.

2 – A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.

3 – A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas não caíram.

4 – A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.

5 – A ORDEM
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.

6 – O SACRIFÍCIO
Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados?

7 – A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.

8 – O TREINAMENTO
Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.

9 – A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos fatos.

10 – A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.

Congresso de ciência, saúde e espiritualidade será realizado em Maceió

A Associação Médico-Espírita de Alagoas promove o IV Congresso Universitário de Ciência Saúde e Espiritualidade, nos dias 21 e 22 de maio de 2011, com o tema central "A Ética da Vida, Ecologia e Espiritualidade". As inscrições já se encontram abertas.

http://www.espiritismo.net/content,0,0,1998,0,0.html

RAUL TEIXEIRA

 1) Com grande alegria informamos a todos que já está disponível o download com os 4 arquivos (1 hora de duração, aprox.), em formato MP3, da entrevista ao médium, conferencista e educador espírita Raul Teixeira, na rádio CBN de Foz do Iguaçu/PR (http://www.cbnfoz.com.br/2011/04/02/cbn-entrevista-0204-raul-teixeira/), acontecida em 15/03/2011 na Terra das Cataratas.
    2) A disponibilização do download gratuito deu-se pelo RECORDE DE ACESSOS que o siteda CBN registrou, de centenas de internautas que escutaram on line a referida entrevista, recorde que atingiu 945 cliques em pouco tempo, quando o máximo que a CBN Foz havia atingido foram 640 acessos em outras entrevistas e matérias diversas.
    3) Pelo exposto, existe a possibilidade de que a CBN Foz ofereça a entrevista à Rede CBN para ser veiculada em REDE NACIONAL, dependendo para isto da nossa maior participação nos futuros downloads e nos comentários dos internautas, que podem ser realizados após odownload da Parte 4 no link acima.
    4) Então, solicitamos aos caros confrades para comentar a entrevista: nós já fizemos o primeiro comentário, e até uma Senhora da cidade de Fortaleza (Ceará) fez também uma participação interessante, rogando aos companheiros que se identifiquem, assim como escrevam a cidade e o Estado onde se encontram.
    5) Finalmente, pedimos encarecidamente aos dignos confrades para enviar a todas as suas listas de contactos de e-mails a divulgação do download e dos comentários da entrevista, a fim de que os Diretores da Rede CBN (das Organizações Globo) possam perceber a participação em massa dos ouvintes, para veiculação da grande mensagem, agora em NÍVEL NACIONAL. 
Agradecendo novamente a atenção dos amigos, despeço-me muito grato pela grande participação e prestígio que os Irmãos e Irmãs da nossa lista de contactos deram à entrevista de Raul Teixeira, realizada pelo Sr. Luís Henrique Scheffer, Diretor de Jornalismo da rádio CBN Foz.
Enrique Eliseo Baldovino
Deptº de Difusão Doutrinária da 13ª União Regional Espírita - Federação Espírita do Paraná

CURSOS

CURSO ONLINE PARA EDUCADORES E EVANGELIZADORES
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O CURSO É GRÁTIS, DINÂMICO E SEM LIMITE DE VAGAS, MAS TEMOS UMA DATA FIXA PARA INICIAR.
Últimos dias para a inscrição.
Se deseja participar conosco inscreva-se pelo site até 28/04/2011
O curso é voltado para educadores e evangelizadores espírita.
Apostilas e livros virtuais, webconferencias, foruns, chats, videos, etc.
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PROGRAMA:
Teoria Geral da Pedagogia
Pedagogia Espírita
Prática Pedagógica na Evangelização
Arte e Educação (Música, teatro, dança, artes plásticas, literatura)
Família e Educação
Neurociencias e Educação do Espírito (Neuropedagogia e Neuropsicologia)
.. ..
Promoção: Revista Pedagógica Espírita - www.rpespirita.com.br
IDE - Editora - www.ideeditora.com.br
Grupo Pedagogia Espírita Aplicada - www.pedagogiaespirita.org
... ...

terça-feira, 19 de abril de 2011

A COMPANHEIRADA DA TEOLOGIA DOGMÁTICA PÔS VISEIRAS NA BÍBLIA

A companheirada da teologia dogmática fez como que um tsunami na Bíblia. Realmente, com as decisões dos concílios ecumênicos de Nicéia (325), Constantinopla I (381), Éfeso (431), Calcedônia (451) e Constantinopla II (553), os teólogos viraram a Bíblia às avessas, com acréscimos nela, eliminação de textos dela, e principalmente, passaram a interpretá-la à sua moda, alterando o rumo do cristianismo.
     Os teólogos contrários a essas arbitrariedades foram tachados de hereges, perseguidos e até eliminados, como aconteceu com os gnósticos, pela ala ortodoxa do cristianismo, que contou com o apoio do poder civil. Mas a verdade deve ser dita. Esse apoio, por um lado, foi bom, pois poderia ter acontecido o pior, isto é, a destruição do cristianismo pelo paganismo. “Deus sabe tirar do mal o bem”.
     Para a palavra geração na Bíblia, os teólogos deram apenas uma interpretação simples, isto é, aquela consanguínea comum, quando ela tem também o significado de reencarnação coletiva e outros de acordo com a palavra grega que lhe corresponde. Assim “gennémata”: geração com o sentido de raça. “Geração (raça) de víboras...”. (Mateus 3:7; e 12:34). “Genémata”, com apenas um “n”: geração de produto vegetal. “Não beberei da geração da videira até que...”. (Lucas 22:18). “Genealogoúmenos”: geração de filhos. “Essa geração não é enumerada entre eles”. (Hebreus 7:6). “Genétheis”: geração de Deus. “Quem é da geração de Deus...” (1 João 5:18).
       Mas a palavra geração mais comum na Bíblia, e que tem também o significado de reencarnação coletiva de muitos espíritos ao mesmo tempo, e que se repete, é “Geneá”: “A sua misericórdia se estende de geração em geração”. (Lucas 1:48-50). Vamos ver, com as citações de textos evangélicos, que Jesus condena a geração (reencarnação coletiva) incrédula de seu tempo, que, segundo Ele, é a mesma do Velho Testamento que vem derramando o sangue de inocentes e de profetas, desde Abel até Zacarias. Veremos também que essas duas gerações do passado e do tempo de Jesus (com os mesmos espíritos) se levantarão (reencarnarão) juntamente com a Rainha do Sul (de Sabá) e os ninivitas, nos últimos dias do juízo final, os quais, reencarnados, condenarão as  citadas duas gerações de assassinos do Velho Testamento e de incrédulos contemporâneos de Jesus, que são reencarnações das gerações assassinas do passado. “A rainha do Sul se levantará com os homens desta geração (contemporânea de Jesus, a mesma assassina do V.T.), e os condenará...” (Lucas 11:31; Mateus 12: 38-42). “Ninivitas se levantarão no juízo com esta geração, e a condenarão...” (Lucas 11:32).
      Vejamos que o “castigo” virá sobre aquela geração incrédula do tempo de Jesus, que, como vimos, é a mesma do passado e a mesma do futuro que será julgada pela rainha do Sul e os ninivitas. “Por isso é que vos envio profetas sábios e escribas: a uns matareis... de tal forma que venha sobre vós todo o sangue justo que se derrama sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até o sangue de Zacarias... Em verdade vos digo que tudo isso virá sobre esta geração”.(Mateu 23: 34-36). Essas questões se tornam ainda mais claras, quando sabemos que descendentes não pagam pecados de antepassados. (Ezequiel 18:20).
     Quem não enxergar nesses fatos bíblicos a reencarnação, é mesmo porque não a quer ver. “E o pior cego é aquele que não quer ver”!
    PS:
    Já está em cartaz, em 400 cinemas de todo o Brasil, mais um interessante filme sobre Chico Xavier: “As Mães de Chico Xavier”.


 COLUNA DO JORNAL "O TEMPO" - BELO HORIZONTE - MG.